Este texto podia ser sobre as coincidências felizes da vida!
Conheci o trabalho da Zi Fernandes através do Instagram ainda ela vivia em Dublim.
Trocámos mensagens e confidenciou-me que contava mudar em breve para Portugal. 
Já estava de malas feitas quando me desafiou para uma sessão de fotos, 
que seria (sem eu saber) a sua primeira sessão com uma família Portuguesa.
 Bastou-me espreitar o perfil dela onde mostra os seus trabalhos maravilhosos 
para sentir toda a confiança do mundo para lhe entregar esta 
missão de eternizar a minha segunda barriga. 
Aterrou em Portugal e logo nessa semana fizemos a nossa sessão, num registo 
totalmente diferente do que tinha feito com o Duarte. 
O dele fiz em estúdio, este em casa, por decisão minha. 
A Zi estava disponível para eu fazer num local qualquer à escolha. 
E tanto capta os melhores momentos na rua como em casa, basta espreitarem o site dela. 
Mas o meu click estava virado para fazermos em casa e assim foi.

Brasileira de gema, nascida no Rio, humilde, simpática e com 
uma paixão enorme por fotografia que a faz ter espírito nómada e andar por aí
 a absorver vida através das lentes. 
Uma cidadã do mundo. 
A sua voz doce capta a atenção das crianças e tudo flui. 
O Duarte ficou encantado com ela e deu-se a conhecer 
como poucas vezes o faz o que facilitou muito a sessão. 
[Sabemos o quão imprevisíveis são as crianças].

A Zi fotografa casamentos (venceu o prémio Zank you para melhor fotografia
 de casamento de 2017 do mundo), casais, famílias, new born, festas de anos, baby showers, 
mas confidenciou-me que o que gosta mais é o universo infantil,
 onde é mais difícil entrar, sobretudo no nosso mercado onde já existe um grande monopólio. 
Tem sido com um gosto particular que a tenho visto dar passos no nosso
 cantinho à beira mar plantado (fez o registo fotográfico do Baby Shower da You tuber Inês Mocho). Quando se coloca paixão e qualidade no que se faz, a vida dá frutos. 
E ela faz tudo com uma naturalidade que até parece fácil. 
Com poucos cliks, acontece magia a preços muito acessíveis.  
Adorei a técnica fotográfica dela e o resultado final da nossa sessão. 
Descontraído, informal, sem poses forçadas, natural e familiar.
 
Ainda há felizes coincidências na vida!
  
Obrigado Zi Fernandes Stories!
  
Deixo-vos espreitar um bocadinho do nosso registo!
  












Este é um tema delicado, daquele que usamos pezinhos de lã para abordar a família e amigos, que por vezes se esquecem que o recém nascido é um ser frágil e não uma atração turística. 


Não sou a típica mãe galinha que protege em demasia, não esterilizo a casa toda, não obrigo as visitas a usar gel desinfetante antes de tocarem no bebé, confio no bom senso e higiene de cada um, mas privilegio muito a privacidade no pós parto e da primeira vez foram quebradas algumas barreiras.
Não há nada mais difícil do que chegar debilitada da maternidade, no meu caso com uma anemia gigante que quase não me permitiu ter alta no mesmo dia que o meu filho, precisar de tirar as botas que não me cabiam nos pés inchados, tomar um banho, precisar de gritar ao marido para trazer pensos higiénicos para o WC, precisar de espaço para tirar leite com a bomba ou simplesmente fazer gelo nos pontos (o pós parto é tudo isto e muito mais) e ter que estar preocupada em bem receber, em dar um lanche ou em fazer um chá por cortesia, fazer sala, conversa, etc. E vocês dizem "delega mulher", eu sei, mas eu não sou assim, quando recebo gosto de dar conta do recado e isso nunca vai mudar em mim. O que acontece é que acabamos por mostrar má cara mesmo sem querer. Além disso mais ninguém está com as hormonas avariadas, mas nós estamos. 


Outra coisa a que dou muito valor é à chegada a casa em família, a registar aquele momento como nosso, não quero dividir a atenção do Duarte e do Xavier naquela hora com mais ninguém, podem começar a chegar 15 ou 30 minutos depois, mas a chegada a casa como família mais crescida, quero-a gravar na memória, sem ruídos de fundo e conversas paralelas que tantas vezes nos distanciam do foco e nos fazem perder momentos. Por outro lado, não me chateia nada que me nos vão ver à maternidade, até ajuda a passar o tempo e não tenho problemas em ser vista toda desarranjada e com olheiras de bradar aos céus, família é família.

 
 E porque a primeira vez nos dá alguns learnings nisto da maternidade, partilho algumas dicas úteis para a gestão das visitas aos recém nascidos.


Best pratices para os pais:

1. 
Partilhem expectativas sobre como querem que decorram as visitas para não existirem constrangimentos entre o casal quando a campainha toca. Muitas vezes o pai está "bem" e esquece-se que a mãe está desesperada por repouso e que entre as mamadas e sestas, também a mãe precisa descansar.
  
2. 
Definam um número/limite diário de visitas. Está provado que ruído a mais e agitação podem alterar as rotinas fundamentais dos primeiros dias de vida dos recém-nascido que ainda se estão a habituar ao mundo exterior e a estabelecer padrões.
3. 
Estabeleçam horários de visitas, não é preciso serem rigorosos tipo estabelecimento prisional, mas por alguma razão também os hospitais os têm. Desta forma as mecânicas familiares, os intervalos para refeições, banhos, tirar leite, descansar, cozinhar, etc, podem ser mais ou menos geridas de acordo com este horário.
4. 
Enviem SMS à família e amigos mostrando-se disponíveis para os receber, e de forma simpática transmitam que têm preferência pelo período x ou y, por exemplo, quando o bebé esta acordado.

Best pratices para a família e amigos:    

1. 
O recém nascido não é uma atracão turística, por isso, não é preciso irem a correr visita-lo. Nem vai gostar mais de vocês porque foram os primeiros a aparecer, ele não se vai lembrar desse momento. Ele precisa ganhar defesas e engordar, por isso, se puderem evitem os primeiros dias de vida. 


2. 
Liguem antes. Sempre. Visitas surpresas nem sempre são agradáveis. Com um recém-nascido em casa, então, pior ainda. Liguem antes de aparecer e combinem o melhor horário. O bebé ainda não tem horários definidos para dormir e podem tocar à campainha na hora da sesta, que também é um dos poucos momentos que a mãe tem para aproveitar e descansar.
3.
Evitem ir nos horários das refeições. Quando um bebé nasce, a rotina familiar altera-se de tal forma que fazer uma refeição completa representa quase um milagre. E mesmo com um elevado nível de confiança e intimidade com os recém papás, evitem sugerir visitas em horário de almoço ou jantar, mesmo que digam que não precisam comer, eles vão-se sentir obrigados a preparar algo. 
4.
Não vão se estivem constipados ou a ficar doentes. Esta dica dispensa explicações, mas, mesmo assim é bom relembrar. O bebé ainda não tem o sistema imunológico completamente desenvolvido, nem está vacinado. Por isso, é um ser frágil e susceptível a bactérias. 
5.
Não fumem antes de entrar e não levem perfumes fortes. O olfato do bebê é muito sensível, já para não falar na possibilidade de ele ter alergias ou restrições que ainda não foram diagnosticadas. Por isso, evitem expor a criança a cheiros desnecessários. Não fumem antes (nem durante) a visita e esqueçam os perfumes fortes.
6.
Higiene reforçada. Alguns pais de recém nascidos pedem às visitas para desinfetar as mãos. Parece exagerado, mas pode fazer todo o sentido, também é assim no hospital. Não custa nada ceder ao pedido se esse for o desejo dos pais. 


7.
Visitas rápidas. Visitar um recém-nascido significa, sim, que se importam com ele, com a mãe e com o pai. E por essa mesma razão não precisam ficar horas, pois os pais precisam desesperadamente de descansar em todos os intervalos possíveis. O bebé pode ter tido cólicas a noite inteira e, muitas vezes, os pais precisam descansar em vez de fazer sala. A não ser que vos peçam para ficar e ajudar com o bebé enquanto descansam um pouco. 
8. 
Não peçam para acordar o bebé. O sono dos recém-nascidos é sagrado para os pais. 
9. 
Conselhos e palpites só a pedido. Evitem ao máximo frases como "deve estar com fome", "não dês tanto colo, vai ficar mal habituado" ou "deixa chorar, faz bem para os pulmões".
10.
Não tirem fotos se os pais não permitirem e se permitirem, desliguem o flash. Perguntem sempre antes qual é a posição dos pais em relação a isso.
11.
  Hora de amamentar = hora de ir embora! 
Algumas mulheres ficam constrangidas e preferem amamentar sozinhas, de forma reservada. Principalmente no início quando ainda não há muita experiência. Amamentar perante as visitas, que muitas vezes correm atrás da mãe para ver o bebé a mamar, pode potencializar dificuldades. Na dúvida, é melhor aproveitar para ir embora e deixar a familia no sossego do lar.
12. 
NÃO LEIAM APENAS O QUE ESTÁ A BOLD. Considerar as explicações de cada tópico para não cair no erro de achar que é tudo em exagero.  De facto antigamente não era nada assim, não se esterilizava nada, não havia gel desinfetante, mas também não havia tanto contacto com o mundo exterior, tanta proximidade entre as pessoas, tantas visitas, nem tantas bactérias a circular, por isso, nunca é demais prevenir.  
 
  Beijos

Já estava nos meus planos arranjar uns miminhos para os brothers to be trocarem na maternidade, mas com a "pressa" que me foi dada esta semana, o tema tornou-se urgente (ou não, quando uma pessoa está entregue à mãe natureza nunca se sabe, estou por tudo!). 

Já tinha algumas ideias em mente. Para o bebé sinto que é mais fácil pois qualquer miminho simples faz a festa, para o mais crescido é mais difícil pois gostava que fosse algo a que ele desse valor ou que gostasse mesmo, como um brinquedo muito desejado que pudesse associar para sempre à chegada do mano, mas ele neste momento só anda viciado na Guarda do Leão e já tem as personagens.

Recebi algumas sugestões no Instagram e venho desta forma retribuir também com as minhas, para ajudar as mães indecisas como eu. Recebi uma sugestão que adorei e só não coloco em prática porque tenho muito receio de não a concluir: fazer um livro de histórias do bebé na barriga para o mano ou vice versa, contar ao bebé o que andámos a fazer cá fora até ele chegar. Adorava ser capaz de fazer isso, mas não me sinto com a energia que precisava. Não segui nenhum critério de preços, existem sugestões para todas as bolsas!

Então, cá vai disto (os links para os preços estão abaixo): 


Corrente de chucha personalizada aqui.
Chucha personalizada aqui.
Doudou personalizado (sugiro comprarem um e mandar bordar)
Estrela Musical da Chicco, à venda no de Mãe para Mãe
Os primeiros sapatinhos aqui
Cesto para brinquedos personalizado aqui (temos e adoro).
Albúm ""Tu&Eu" da Mr. Wonderfull.




Livro "Irmão mais Velho" aqui.
Máquina fotográfica Intax aqui.
Caixa para brinquedos Lego aqui
Seat Pets (um peluche para proteger o mano mais velho nas viagens de carro) aqui
Bandeirola para o quarto aqui.
Colares de Ambar matchy matchy We Love Ambar .
Body e T-shirt matchy-matchy Aliexpress. T-shirt aqui, Body aqui. 

Espero que vos seja útil!
Beijos,


Já assumi publicamente que, apesar de ser uma rapariga prendada e muito ativa, torço o nariz para lavar a loiça. Se há máquina que recebe todos os dias a minha benção depois de tratar das refeições é a de lavar loiça, ainda para mais perto da chegada de mais um membro à família onde todos os minutos para as obrigações domésticas contam. 

Sabiam que a primeira foi inventada 1886, em Shelbyville, por uma mulher? Só podia! Grande Josephine Cochrane! Proponho um minuto de silêncio em honra desta senhora que tanto fez por nós, as mães ocupadas do séc.XXI.

A máquina cá de casa já tinha 7 anos, era de marca branca e andava a dar problemas nos ciclos de lavagem, umas vezes lavava, outras não, outras nem sequer fazia o programa arrancar e ficava ali estagnada cheia de pratos e talheres, enquanto eu fazia figas para ela funcionar só mais uma vez. Isto um mês após termos substituído a máquina da roupa, ninguém merece mas parece ser um clássico dos lares portugueses.     

Descobri a nova máquina da Indesit, modelo eXtra Hygiene numa apresentação a que fomos no Jardim Zoológico pelo Natal onde participámos no apadrinhamento de um Gibão de mãos brancas. 


Esta máquina, além de cumprir com todas as funções de uma máquina de lavar loiça normal, inclui um acessório amovível muito prático para quem tem filhos, pensado para colocar a loiça dos bebés e crianças - o Baby Zoo - com zonas próprias para colocar biberons, tetinas, chuchas, talheres, brinquedos, entre outros, e um ciclo de lavagem Baby Care, garantindo a sua perfeita higienização. 



Prático não é? Elimina a necessidade de esterilizador, que nesta gravidez optei por nem comprar, ia recorrer ao tradicional tacho de água quente, mas com a chegada desta mão extra cá a casa arrumei o assunto.
Como funciona o Baby Zoo?

O Baby Zoo é uma espécie de tabuleiro removível, semelhante àqueles que se que se vendem para deixar os biberons a secar após as lavagens ou esterilização, com um design inspirado no universo infantil e que se destina a acomodar os itens dos bebés para poderem ser lavados na máquina de lavar loiça. Algo que aqui por casa antes nunca se fazia, era sempre à mão, e que vai facilitar certamente as rotinas com o Xavier e confesso que até com o Duarte já facilita pois ele ainda bebe biberão de manhã, e não, não escondo isto da pediatra. 






Uma questão que a minha mãe me colocou logo e que vocês também já devem pensar é:

"E é seguro lavar as coisas do bebé na máquina de lavar?".

É sim. O tubo interior da máquina é em aço inoxidável sem níquel e a marca usou materiais BPA free, por isso, podemos ter a certeza de que a lavagem protege as crianças, e nós também!

  

Além disso, a lavagem das coisas dos pequenos é feita de forma rápida com o ciclo BabyCare (a opção de lavagem que devem usar quando colocam o Baby Zoo no tabuleiro) que garante a temperatura certa para remover a sujidade, até 99,999% das bactérias, sem estragar os materiais. Tudo isto com o máximo silêncio, o ruído é de apenas 42 decibéis, semelhante a quando estamos a segredar. A Josephine inventou a máquina de lavar loiça, mas a Indesit é que a sabe toda. 

E para nós, donas de casa, é uma máquina espaçosa, dá para os tachos maiores, até 53cm, e tem programas práticos, desde um ciclo de meia carga (uso-o bastante como devem calcular), aos ciclos rápidos, automáticos e de poupança energética. 

Alguma questão relacionada com a minha braço direito nova, não se acanhem :)

Beijos,

 


É público que sofro de TAG (Transtorno Generalizado do Pânico) e Ansiedade há alguns anos, mais precisamente desde os 21. Não é fácil de gerir, tenho dias de merda caca, e tenho dias de pessoa normal. Costumo dizer que existem duas ansiedades em mim: a , a que me dá todos os sintomas que não desejo a ninguém e a boa, aquela que todas as pessoas têm inerente às situações mais delicadas, especiais ou exigentes da vida, mas que não faz disparar o coração nem ter a sensação de um enfarte eminente. Sou uma pessoa grata com o que tenho na vida, mas não desejaria viver com ansiedade nem ao pior inimigo. Ela não se vê e é menosprezada por (quase) todos, e há dias em que é difícil ser o rosto feliz escondido na sombra da ansiedade. Acredito mesmo que a maioria das pessoas que convive comigo não faz ideia do real deal da coisa, sou boa a disfarçar e tento ter uma atitude positiva. 

E agora que estou grávida, muitas outras grávidas e "treinantes" perguntam-me como é estar grávida com ansiedade? Como é que ela se gere? 

Como é que se evita que ela estrague a gravidez ou afete o bebé? Como é que ela se chuta para canto perto do parto?

No fundo todas queremos RESPOSTAS e reforços positivos para levarmos os nossos sonhos avante. Eu só as consegui ao ser mãe pela primeira vez. Em primeiro lugar, devemos focar-nos na nossa força interior e no nosso projeto de vida, que certamente não passa por deixar que a ansiedade nos domine. Depois, sempre que tenho momentos maus, canalizo os pensamentos para coisas boas, tomo um banho relaxante, oiço musica de olhos fechados, bebo um chá calmante, vejo roupas online para mim ou para o bebé (essa bela terapia feminina). É importante não alimentar o motor da ansiedade, se ficarmos sentadas a pensar nela, os sintomas não vão parar de chegar. Outra coisa que tenho feito é PROTEGER-ME, algo que as grávidas já tem tendência natural para fazer, como o querer estar só com um numero reduzido de pessoas da sua confiança. Assim, todos os assuntos mais delicados ou chatos que tenho pendentes estou a deixa-los em stand bye para depois do parto em prol do meu bem estar psicológico. 

E a ansiedade pré-parto?

Com a aproximação do parto senti, há algumas semanas e aconteceu igual na gravidez do Duarte, um momento de descarga emocional, de ansiedade e receios em torno parto, a melhor forma, para mim, de a deitar para fora e aliviar os sintomas é mesmo chorar, pois sinto que quando não o faço acumulo e quando choro liberto-me. Mas tenho para mim que este momento marca a gravidez de todas as gestantes e não só particularmente as que têm pânico ou ansiedade, por isso, não deixem que ele cause o efeito bola de neve, falem com a obstetra dos vossos medos e acalmem os corações. 

E o pânico durante o trabalho de parto? 

Posso apenas partilhar que apesar de ter sido demorado e difícil, a ansiedade e o pânico não me visitaram durante o trabalho de parto. Estava tão focada em receber o meu bebé que esse lado mau pura e simplesmente não se manifestou, o meu mindset era outro, por isso, é provável que também não vos aconteça. Temos tanta coisa a acontecer à nossa volta que é como se a ocitocina que nos corre nas veias criasse um escudo protetor. Neste campo, ter uma equipa médica informada e experiente também ajuda e dá-nos tranquilidade.

A gravidez deixa-nos bastantes vulneráveis, sentimentalistas e choronas, e é certo e sabido que situações de stress podem comprometer a evolução e tranquilidade da gestação, por isso, tudo o que puderem deixar para depois, deixem. Aproveitem esta fase única na vida para se focarem nas coisas boas e relativizar ao máximo os restantes temas.  Uma coisa positiva que posso transmitir a quem quer ser mãe e sofre de ansiedade é que na maioria dos casos a gravidez tem um efeito amenizador dos sintomas, e noutros casos eles desaparecem totalmente. Assim uma pessoa com muitos episódios de ansiedade pode passar 9 meses sem os ter. Assim como uma grávida que os continue a ter pode recorrer a medicação, a medicina já está preparada para isso sem acarretar grandes riscos para o bebé, por isso, não vale mesmo a pena deixar que ela nos vença.


Só lamento que a ansiedade seja e continue a ser uma doença fantasma e incompreendida pela sociedade em geral e às vezes até por quem está próximo. Não tem cor, nem feitio. Não se vê e não tem forma. Mais facilmente alguém falta ao trabalho por uma gripe do que por uma crise de ansiedade, e ambas podem ser igualmente arrasadoras. Mais facilmente uma grávida é cuidadosamente seguida por ter contracções muito cedo do que por ter ansiedade de vez em quando "porque as grávidas são hormonalmente instáveis". Nesse campo e no campo das doenças do foro psicológico estamos muito aquém mas havemos de lá chegar. É importante debater.  

Outra sugestão que posso deixar é procurarem partilha de experiências em fóruns. Existem grupos privados de grávidas com ansiedade no Facebook onde se encontra algum conforto e dicas. 

Espero ter ajudado a tranquilizar essas mentes!

Beijos
 

A minha semana começou de forma agridoce com um pequeno acidente doméstico. Cai no jardim quando fui abrir a porta ao carteiro. E não, ele não era giro, como têm perguntado as minhas amigas, pelo menos não ao ponto de valer uma queda a entrar nos 9 meses de gravidez - e a verdade é que com o aparato nem me lembro sequer das feições - só do meu "pânico".
 
Enfiei o pé num buraco e fui de joelhos e mãos ao chão, consegui proteger a barriga e impedi-la de tocar no chão. Achei que o impacto tinha sido leve, e foi, mas mesmo assim passei o dia atenta aos sintomas e movimentos do Xavier. Durante a noite (antes da queda) já tinha ficado desconfiada de novas contrações com dor (o reason why de ter vindo para casa) e de tarde voltei a sentir mais uma, um caso isolado, mas que já dá que pensar na cabeça de uma gestante.

Ao final do dia as dores na zona pélvica começaram a agravar, na zona afetada por uma espécie de pubalgia que anda comigo desde as 18 semaninhas. À hora de ir dormir, já mal me mexia, o Diogo teve que me ajudar literalmente a meter as pernas na cama e correram-me as lágrimas - volto a questionar se quem quem acha a gravidez um estado de graça alguma vez passou por ela?! Isto só é fácil no filme "A Lagoa Azul", tudo muito natural e zen.
 
Escusado será dizer que acordei ainda mais "empanada" e decidi ir ao hospital só para ficar descansada. Fui encaminhada para o CTG, para cumprir o protocolo hospitalar, já sabia que ia registar contrações pois já são duas gravidezes a tratar as contrações por tu desde as 16 semanas, e depois fui à consulta médica contar o meu aparato, que me deu direito a um pé e joelho esfolado. 
Pelo sim pelo não, a médica quis ver o colo do útero e... FEZ SOAR O ALARME "está de quanto tempo mesmo?", "35 semanas e 3 dias, respondo", "humm... este colo, ou muito me engano, ou só dura mais 8 ou 15 dias, o ideal era aguentar mais 15" para não ser prematuro. E completou "a sua dor nada tem a ver com a queda, tem a ver com a proximidade do parto, podem ser os músculos a ceder, a queda apenas a acentuou". E eu a assimilar toda esta informação inesperada, enquanto pensava nas mil coisas que ainda tenho para fazer, desde a mala (que já adiantei forçosamente), ao lavar a alcofa, até ao quartinho por terminar e compras de última hora, que já deleguei à minha mãe, just in case. 



Agora sim, estou totalmente entregue à vontade do Xavier, ao repouso, aos 2 litros de água por dia,  ao meu colo do útero e à Netflix. 

Venha daí essa energia positiva para chegarmos às 37 semanas!    
  
Beijos redondos!



Ontem abordei a questão ao de leve no Instagram. Não com o objetivo de levantar polémica ou atacar quem pede cesariana ou parto induzido, mas de refletir sobre o tema. Antigamente os bebés nasciam quando decidiam, agora é cada vez mais recorrente nascerem quando é mais conveniente. Será que ir contra a vontade do corpo é a decisão certa para facilitar o parto e proteger mãe e filho? Muitas mulheres só conseguem assumir a maternidade desta forma, com data e hora programada, outras deixam o ciclo ir até ao fim sem problemas. Por um lado, ainda bem que existe democratização do parto, mas por outro, será que as mães conhecem todas as entrelinhas das cesarianas e dos partos induzidos sem necessidade clínica? Todas sabemos que entre a verdadeira necessidade clínica e a conveniência existem muitos partos a ser feitos. 

Vou ter o Xavier onde tive o Duarte, expeto senão tiverem vagas, no Hospital Beatriz Ângelo, o hospital público com a menor taxa de cesarianas do pais. Um sitio que parece raro pois tudo o que vejo à minha volta são partos por encomenda "porque o bebé é grande", "porque a médica acha que não vou conseguir dilatar", "porque não quero passar das 38 semanas", "porque disse logo que só tinha filhos assim". Eu também tenho medo. Alias, eu sofro de ansiedade generalizada cujos sintomas nem vale a pena repetir. Condicionam-me a vida há anos. E, como todas as pessoas, também gosto de ter a vida mais ou menos controlada, mas nesta questão do parto sinto (e é uma coisa muito minha) que não devo intervir e que devo respeitar o percurso natural das coisas. E desenganem-se sobre a forma como encaramos a parto: as mães de segunda viagem têm tantos medos e anseios quanto as de primeira, ou mais, porque já não vamos às cegas. 

O Duarte nasceu com 51cm e 4.090kg e nunca me disseram em momento algum da gravidez e com tantas ecografias feitas "olhe que ele é muito grande, o melhor é ser cesariana". Parece haver agora uma moda de marcar cesarianas por percentis, se a estimativa é que o bebé vai ser grande o melhor é pô-lo cá fora antes via cesariana ou indução. Serei eu a única pessoa a ter médicos normais? Que não impõem formatos de nascimento ou que não se deixam levar por pedidos? Às vezes quando ando pelos fóruns sinto-me um alien, aquela que não tem nada combinado com a Obstetra. Uma coisa tão comum nos privados. 

Logo a seguir e, nem de propósito, vejo a noticia da Organização Mundial de Saúde veiculada na sexta-feira a recomendar que o parto seja menos mecanizado e mais humanizado, a menos que existam riscos e complicações.  As novas diretrizes da OMS contestam a forma como os partos estão a ser conduzidos e sugerem que cada situação seja encarada como única, eliminando-se a referência padrão de 1cm de dilatação por hora na primeira fase do TP (trabalho de parto), pois lá está cada caso é um caso. 

É curioso, mas o meu primeiro parto foi assim. Natural, de evolução lenta não minto e sem intervenção médica para acelerar o organismo. Entrei em TP às 39 semanas e 6 dias, ele nasceu no dia das 40 semanas. Na altura e no pós-parto contestei a decisão dos médicos terem deixado evoluir  naturalmente o meu trabalho de parto que durou 2 dias, uma vez que já estava no fim do tempo. Não é fácil e achava que deviam ter feito algo por mim, que me deviam ter administrado oxitocina para acelerar o processo e evitar prolongar o sofrimento. Mas nem sempre a oxitocina funciona e às vezes trás complicações. Tinha tanta vontade de o conhecer que todas as horas me pareciam anos. Mas a verdade é que as verdadeiras horas de sofrimento não foram os 2 dias, foram as 10/12 horas de dilatação demorada antes de ir para o bloco e que no bloco não sofri dores. Pedi epidural e aceitaram a minha decisão embora me tenham dito que achavam que eu era capaz de avançar sem. Respeitaram-me. 

O único senão, a parte mais díficil no meu parto no HBA, por ter ficado em regime de internamento durante a dilatação e não no bloco de partos, foi ter ficado sozinha. É arrasador psicologicamente não termos ninguém da nossa confiança, da nossa esfera privada ao nosso lado. O marido, a mãe, a tia, a cunhada, alguém que ajude a suportar aquelas horas de sofrimento enquanto estamos a dilatar e precisamos de suporte psicicológio e estímulos positivos. O Diogo foi obrigado a sair às 20h do quarto e só o voltei a ver no dia seguinte às 11h, já no bloco de partos e com epidural administrada. Acredito e sei que muitas mulheres preferem usar os seguros de saúde e fazer cesarianas no privado por tudo isto. 

Entre os banhos, a bola de pilates e as caminhadas no corredor chorei muito, sentia-me mais sozinha do que nunca no momento mais grandioso e paralelamente mais duro da minha vida. Não há aparelho, enfermeira ou TV que substituam a presença de alguém de confiança. E nisso os hospitais públicos ainda tem uma longa caminhada pela frente. Essa é também uma das novas recomendações da Organização Mundial de Saúde "o direito a ter um acompanhante à sua escolha durante o trabalho de parto e respeito pelas opções e tomada de decisão da mulher", não sei se a posso evocar no parto do Xavier, ou se irei ficar internada novamente e nessa situação, mas gostava que essa vontade fosse respeitada. É fundamental.

Quanto ao parto do Xavier, vou seguir o meu instinto de deixar a natureza decidir.  Não tenho nem um plano de parto feito nem expectativas criadas, espero apenas que sejam profissionais conscientes e que façam o melhor por nós para virmos para casa o mais rápido possível juntar-nos à família.

E por aí, como encaram esta questão?    




E eis que o Xavier ditou que chegou a hora de abrandar o ritmo. 
Esta semana, deixei, a custo, o local de trabalho e vim para casa descansar.
Estamos bem, só não queremos um parto prematuro (embora o meu gordinho já tenha 2.500kg).
Não foi fácil aceitar a decisão da médica. Chorei por ter que abrandar. Mas acima de tudo estamos nós dois dois.  

Tinha definido uma meta mental, a de chegar às 36 semanas (fazemos amanhã 35), tal como foi do Duarte, mas acho que me posso dar por feliz por ter tido duas gravidezes tranquilas (esta não tanto), que me deixaram ser ativa profissionalmente até quase ao fim. 

Mentiria se dissesse que foi tudo fácil nesta segunda gravidez, tive semanas pelo meio que me fizeram por tudo em causa. Tive sangramentos entre as 21 e as 26 semanas (tenho ao que parece um colo hiper sensível), tenho uma pubalgia desde as 18 semanas que às vezes não me deixa sequer levantar um pé do chão para me calçar (e que vai ser chata no parto), ciática todas as noites, anemia e outras coisas que precisavam de muitos filtros para ser relatadas. Coisas de grávidas. Coisas que escapam ao estado de graça que só as outras pessoas conseguem ver. Mas como sou uma pessoa persistente (e nada colocava em causa a saúde do bebé) mantive-me com forças até agora, a levar cada dia de uma vez, tal como levo a vida. Nuns dias chorava ao chegar a casa e tombava para o sofá, noutros chegava com a minha energia habitual. Não estou armada em super mulher, nem a apontar o dedo a quem não consegue trabalhar até ao fim. Nada disso. Cada gravidez é diferente. Mas com motivos para vir para casa mais cedo, apenas sei que devo tudo o que faço à minha persistência, tivesse eu de paciência tudo o que tenho de força de vontade. É uma coisa que felizmente pertence às mulheres da família. Não nos conformamos. 

Muitas mamãs pedem-me dicas de como lidar com a ansiedade na gravidez, eu própria acho que nunca vou saber lidar com a minha a 100%, não existem fórmulas mágicas para ela não surgir e sem medicação sinto-me mais vulnerável,  mas uma coisa é certa, manter-me ativa ajuda muito. O trabalho ajuda, o blog ajuda, os hacks de decoração que vou fazendo em casa ajudam, cozinha ajuda, ler ajuda, é importante estimular a mente e não cair no comodismo. Devemos alimentá-la para não deixar a ansiedade dominar o vazio.

 Esta semana tenho tentado encontrar um caminho para manter as rotinas de sono, alimentação e descanso, pois parece que nem sei bem o que é estar em casa e não quero descambar mais no peso do que já descambei. Estava habituada às tarefas rotineiras e à gestão do tempo sem tempo, agora ando à procura de um equilíbrio de tempo que só vai durar umas semanas, até chegar o Xavier e mudar tudo novamente. Mas, mal posso esperar :)

Quanto ao trabalho, não consigo dizer que foi fácil, gosto do que faço e fica sempre aquele aperto no peito por deixarmos as nossas coisas entregues a outra pessoa. Pomos a carreira em "pause" e sentimos medo de sair da nossa esfera profissional. E, por favor, não me julguem ou achem egoísta ou má mãe por pensar assim, simplesmente preciso de todo este "bolo" na minha vida. Não dispenso a fatia da maternidade, como não dispenso a fatia da carreia, a da família, a do blog, a do exercício físico, a dos DIY, todas elas compõem a construção do meu ser. Se às vezes gostava de ter uma vida mais calma e não estar sempre conectada, gostava, mas já experimentei e fiquei em tédio. 

Por outro lado, senti que esta semana me virei mais para mim, para a família e para os cuidados com a barriga e tive menos vontade de escrever e mais vontade de me isolar. Cansaço mental, preocupação com as semanas futuras ou pura e simplesmente preguiça de grávida mas vou tentar andar por aqui até o Xavier permitir.

E por aí, como andam as minhas grávidas?

Beijos,    


A data do amor está à porta e este é para muitos o "Natal" dos apaixonados
O momento do ano em que investem verdadeiramente num momento especial a dois para a relação. Certo? Lá em casa o natal é para a familia e mais novos.

Seja uma fuga romântica, uma ida a um restaurante  de autor, um concerto, uma sessão de cinema Vip ou simplesmente o dia em que se oferece aquela prenda que a cara metade tanto queria. Ideias não faltam, não deixem é de assinalar a data, nem que seja com uma caixa de bombons! 

Abaixo deixo algumas sugestões para Eles:

[cliquem nas imagens para informação de preço]



Apontamentos de Carnaval a bom preço para assinalar a data com os mais novos. Por ai já está tudo escolhido? Por aqui vamos ter um palhaço, a pedido da escola, mas se a escolha fosse livre, provavelmente seria um pirata, o super mário ou um dragão! 

(cliquem nas imagens para informação de preço)



Beijos, 

Faz frio e chove, mas também faz sol e o inverno não tem que ser cinzento nem aborrecido para os miúdos. Por isso, e reciclando um post mais antigo mas muito atual, hoje deixo-vos  
sugestões para programas giros em família e, não menos importante, para todas 
as carteiras e condições meteorológicas. 

Quem é amiga, quem é?

Vejam a nossa passagem pela Aldeia do Sobreiro aqui. Se não quiserem fazer tantos km ou forem de fora de Lisboa um passeio de bicicleta no Parque da Cidade da vossa zona é sempre bem-vindo e com diversão garantida para todos.  

Preparem uma toalha e uma cesta de pic-nic e vão descobrir a Mata de Alvalade, tem mesas, grelhadores, um café com uma esplanada muito simpática (onde fiz o pic nic dos meus 33 anos) um parque infantil e um circuito de manutenção. Além disso, é dos parques mais sossegados da cidade. Se o Duarte fizesse anos no verão, era lá que apostava numa festa estilo gipsy. Outro local que ainda não visitámos com o Duarte é o centenário Aquário Vasco da Gama (crianças até 3 anos grátis, >4 - 2.50€ / Adultos - 5€).  


Com mais investimento sugiro estes passeios que ficam na memória. Quem não tem a famosa foto em criança a entrar no Jardim Zoológico de Lisboa (eu tenho uma entrada triunfal em que fui apanhada a tirar macacos do nariz, um mimo!). Vamos a contas? Crianças até 2 anos grátis, >4 - 14.50€ / Adultos - 16€. Do Badoca Safari Park (crianças até 2 anos grátis, >4 - 15.90€ / Adultos - 17.90€) já somos repetentes, vejam a nossa última passagem por lá aqui. Só nos falta mesmo realizar a Hippo Trip (25€ adultos, 15€ crianças).  

Ora aqui estão dois programas ideais para quando está mesmo mau, chove a potes e não apetece sair do aconchego do lar. Que tal ir à arrecadação ou garagem procurar caixas de papelão, pegar numa tesoura, fita cola e um marcador e criar uma cozinha, um carro, uma garagem improvisada ou uma  falssa TV para os mais pequenos brincarem? Ou então pegar num lençol branco e colocá-lo num sitio estratégico e com mais iluminação e dar asas à imaginação para uma sessão de fotos caseira? 

 


Teatro e cinema são sempre apostas seguras para dias de inverno, além disso, têm a capacidade de prender a atenção dos miúdos. O ano passado vimos o Capitão Miau Miau, que está novamente em cena na Teatroesfera e recomendo. Crianças com menos de 3 anos não pagam, deverão ficar ao colo, >4 e adultos 7.50€. 

E, como não podia deixar de ser, mais um programa com animais, ou não fossemos nós uma pet family, o Oceanário de Lisboa é sempre um lugar mágico a visitar. Já fomos duas vezes com o Duarte aos concertos para bebés (preço: 25€ - inclui a entrada de 2 adultos + bebé e visita livre ao Oceanário a seguir ao concerto) e já foi este inverno pelo colégio outra vez, adora sempre! Se a vossa área for o norte, não deixem de ir conhecer o Sea Life, com bilhetes a partir dos 7€. 

Beijos e bons passeios!


Janeiro e fevereiro são os meses dos bebés. Ou melhor, das feiras dos bebés. A do Continente terminou há dias, a do E.leclerc já foi, o Lidl fez a semana passada uma boa campanha, a well´s está com 30% de desconto direto em produtos e o Jumbo também acaba de lançar uma campanha especial dedicada aos mais novos e às moms to be. 

Da primeira vez não pescava nada disto, desta vez fiquei sentadinha à espera destes meses para fazer as primeiras compras "à séria" e fazer stock de fraldas e toalhitas e da panóplia de tantas outras coisas que compem um enxoval. Algo que não fiz na primeira gravidez por desconhecimento de causa e que dão um jeitão à carteira. 

Por isso, se estão à espera de bebé, ou têm crianças em casa, há coisas que são de aproveitar para comprar agora e usufruir mais tarde: sobretudo cremes, que são sempre dispendiosos. Mas também há brinquedos didáticos, kits de higiene, banheiras, almofadas, esterilizadores, luzes de presença, cremes, soro fisiológico, biberons e por aí fora. 

Deixo-vos abaixo algumas sugestões de bem-estar, para as mamãs e bebés (basta clicar em cada na imagem para informação de preço): 
E aqui algumas sugestões de brinquedos, até para oferecer àquela amiga ou familiar grávida pela altura nascimento, assim poupam tempo e dinheiro na hora de ir conhecer o bebé:
Beijos,