Texto: Raquel Rodrigues
Colaboração: Irina Vaz Mestre, Psicóloga e Autora do Blog Voltar à Estaca Zero

Imprimam e recortem aqui para por no vosso frigorífico ou secretária: https://mab.to/8h8ULGjKz


Os pais educam – e mandam. Os filhos obedecem. É este o modelo hierárquico a que fomos habituados, mas esta não é a forma mais acertada de exercer a parentalidade. A família tem de crescer em conjunto”.

Shefali Tsabary, Psicóloga Clínica pela Universidade de Columbia


Somos os pais do séc. XXI que cresceram na geração de “os pais mandam, os filhos obedecem”, “eu sou teu pai eu é que mando”, “come a sopa ou levas uma palmada” e não é preciso pensarmos muito para percebermos que esse não é o modelo mais funcional, nem o que cultiva mais conexãoFelizmente, sabemos hoje em dia que não estamos a educar robôts mas sim os seres humanos do amanhã com a sua própria individualidade. Não existem fórmulas certas nem mágicas para educar filhos perfeitos, é preciso crescermos em conjunto e fazê-lo passo a passo. É preciso saber escutá-los, questionar os comportamentos, conhecê-los e orientá-los. 

E porque uma das Palavras do Ano de 2016, da Porto Editora, cuja votação ainda está a decorrer, é #Parentalidade, eu e a Irina Vaz Mestre, duas mães reais com a experiência real da maternidade e os seus desafios, decidimos que o nosso Manifesto de Ano Novo seria dedicado a pais e filhos, por uma Parentalidade mais Consciente. Se quiserem, podem votar aqui

Mas afinal o que é a Parentalidade consciente?

Para os que acham que é “só mais uma” corrente educacional, a parentalidade consciente é, como o nome indica, uma forma de estar conhecedora perante a educação, começando em primeiro lugar pelo autoconhecimento. Não nascemos ensinados nem preparados para ser pais, vamos adquirindo skills pelo caminho e conhecermo-nos faz parte do processo. 

Todos temos ideias pré-concebidas antes de sermos pais, “não vou permitir que gritem no restaurante”, “os meus filhos não vão fazer birras no supermercado”, “as crianças gritam porque não têm educação em casa”, etc.  Esqueçam, a maternidade é feita de fases e descobertas, desde que nascem até aos os terrible two, ao autoritarismo dos 3 anos, até às crises de adolescência e por ai em diante, e nós como pais temos que as acompanhar e o desafio é fazê-lo da forma mais consciente possível, levando-nos a uma maior felicidade e ligeireza na arte de educar.

Parentalidade Consciente é reconhecer que não somos pais perfeitos, mas que podemos agir enquanto educadores de forma alinhada com os nossos valores essenciais.  Um bom exercício para perceber se estamos a agir de forma correta com os nossos filhos no dia a dia e se os educamos de acordo com os nossos valores é, por exemplo, analisar se a nossa forma de educar está alinhada com a nossa intenção enquanto pais (mãe/pai).

Parentalidade Consciente é estarmos abertos a trabalhar a presença e cultivar a conexão com os nossos filhos. É questionarmos-nos sobre o porquê dos seus comportamentos, é orientar em vez de mandar para o canto da sala pensar, é ouvir e falar ao invés de bater para parar más atitudes. É termos consciência de que nós somos o seu maior exemplo.

E porque, como a maioria, ainda estou em fase de autoconhecimento e a dar os primeiros passos, pedi ajuda à Irina, que tem feito formação nesta área, para juntamente com este Manifesto para 2017, nos deixar dicas e estratégias para lidar com tudo aquilo com que os pais e as famílias reais se deparam.

(Irina, a palavra agora é tua)

Quais os benefícios da parentalidade consciente?

Na minha opinião, o maior benefício da Parentalidade Consciente assenta na conexão que conseguimos estabelecer com os nossos filhos, porque o que se pretende acima de tudo é olhar para a criança em todas as suas vertentes (emoções, opiniões, necessidades e desejos) e não apenas para o seu comportamento e para a forma como o podemos corrigir. Focamo-nos em entender e não em corrigir comportamentos, e isso leva a que se desenvolvam relações fortes, que promovem o desenvolvimento saudável de todos os que estão envolvidos neste caminho. 

Quais são as principais armadilhas da educação? 

Acho verdadeiramente que a principal armadilha da educação, e enuncio-a porque também eu já caí nesta armadilha (e confesso que ainda tropeço nela, em momentos mais desafiantes da minha maternidade), é a procura de técnicas e métodos que funcionem. Queremos encontrar o método eficaz para corrigir os comportamentos desafiantes dos nossos filhos. E ocupamos o nosso tempo a aplicá-los. E quando aplicamos métodos, focamo-nos no método e nos seus procedimentos e não na criança. E esta é, sem dúvida, a maior armadilha: focarmo-nos no comportamento a eliminar em detrimento de nos focarmos na criança que está a manifestar o comportamento.

Como podemos começar a aplicar a parentalidade consciente em nossa casa?

Em todos os acompanhamentos que faço, seja acompanhamentos individuais ou workshops, oriento sempre os pais a definirem, em primeiro lugar, as suas intenções. Ajudo-os a pensarem na forma como querem assumir o seu papel de mãe ou pai. Refletir sobre as nossas intenções é o principal ponto de partida para uma Parentalidade Consciente. As intenções servem de guia quando temos dúvidas na forma de agir. Quando estamos inseguros, podemos sempre voltar às nossas intenções e interrogarmo-nos se o que estamos a fazer está alinhado com o que definimos.  A resposta a esta pergunta reorienta-nos no caminho que queremos seguir.

Desejamos a todo(a)s um Feliz 2017, repleto de amor e de atos e palavras conscientes.

Beijos nossos,

Tinha jurado a mim mesma que não ia ser mais um blog a fazer “o ano em revista”, mas ontem quando liguei a TV e comecei a ver a retrospectiva de 2016 comecei, inevitavelmente, a fazer o mesmo exercício mental e cheguei a isto: 

O BOM:

  • Fomos campeões Europeus de Futebol (não me lembro do que está para trás a não ser que o Duarte fez 3 anos numa festa super gira);
  • Tivemos saúde;
  • Não apanhámos piolhos;
  • O Duarte safou-se pela milésima vez das viroses de varicela, escarlatina e síndrome de mão, pé e boca no colégio;
  • Tornei-me mais ativa e menos sedentária aqui;
  • Adotámos um cão, um gato e uma tartaruga, tenho uma amiga que me diz que os animais me escolhem (começo a acreditar nisso, mas não há margem para mais adopções em 2017 ok?);
  • Passámos férias cá dentro e lá fora muito boas;
  • Estreei-me no Meo Sudoeste e consequentemente acampei à séria pela primeira vez (e sobrevivi);
  • Descobri praias novas e repeti sítios que adoro, a norte e a sul;
  • Fiz surf novamente e estreei-me no skateboard (nunca é tarde para aprender);
  • Foi inaugurado o MAAT, em Lisboa;
  • O Benfica foi Campeão Nacional;
  • António Guterres foi eleito Secretário-geral da ONU; 
  • Continuámos a cultivar a leitura;
  • O Duarte fez o baptismo de Voo;
  • Fomos felizes com o que a vida nos deu todos os dias;
  • Vamos ter grandes festivais de verão em 2017!

O MAU

  • Continuamos na luta pelo desfralde noturno;
  • A ansiedade continua a morar em mim;
  • A minha avó materna continua acamada devido a um AVC;
  • Perdemos grandes ícones da música (Prince, Davide Bowie e mais subitamente o George Michael);
  • A nível nacional, perdemos o grande Nicolau Breyner;
  • O terrorismo em Paris, a onda de refugiados e a guerra da Síria continuam a atormentar-nos;
  • Donald Trump foi eleito Presidente dos EUA;
  • A TVI continua a apostar na Casa dos Segredos;
  • Vi o filme dos Cars e da Frozen vezes sem conta;
  • Ainda não tenho nenhum bilhete para os festivais de verão de 2017!

TOP OF MIND 2016:

Os passeios mais giros -  Aquashow e Badoca Park!
Os melhores turismos - Pé no Monte e Bungallows de Mira
O melhor destino - Suiça
O artigo mais lido - Ansiedade, é preciso falar sobre nós!

Podia alongar-me mais, foram 365 dias em cheio, sempre com a sensação que 24h não chegam, mas já estamos todo(a)s com a cabeça em 2017 não é? Termino com a minha foto preferida do ano, a que nem precisa de descrição sobre o quão feliz sou no papel de mãe e a que dá a cara a este blog, que também ganhou, aqui, uma nova morada em 2016.

Venha 2017, que seja FELIZ a todos os níveis para todos!


Não foi bem a lotaria, mas para uma pessoa como eu que não joga em nada, e cuja sorte sai sempre ao lado, posso afirmar que esta foi a ida ao cinema mais rentável de sempre. Até porque precisava meeeesmo de um aspirador novo! 

A história do meu novo aspirador da Rowenta pode ser vista aqui e aqui, não é segredo.  Como as idas ao cinema começam a ser cada vez mais apreciadas pelo aprendiz aceitei o convite para uma ida ao cinema no Auditório do Jardim Zoológico para conhecer a nova campanha da marca, onde o Scrat, o famoso esquilo da “Idade do Gelo” encontra nos aspiradores mais um obstáculo na incansável busca pela bolota (podem ver aqui e aqui os spots divertidos da campanha).

Achei - e bem - que o local emblemático (quem não gosta de ir ao Zoo?) e o filme “A Idade do Gelo – Big Bang” se adequavam à idade do Duarte e aproveitei a ocasião para levar também a minha “sobrinha” emprestada, da mesma idade dele, para uma manhã divertida. Não se tratava da estreia, mas sim do lançamento do DVD em Portugal, o que para eles não interessa nada pois só agora estão a apurar o gosto pela sétima arte. E assim foi, entre pipocas, segredinhos na sala de cinema e risadas, convivemos os 4 num programa diferente onde os anfitriões foram os 3 novos aspiradores da Rowenta, que têm em comum a combinação perfeita de silêncio e performance (tudo o que as mães desejam pois é durante as sestas que entramos em modo multitasking não é?). 

Para mim, o verdadeiro Big Bang deu-se no final da sessão, quando saí vencedora de um dos modelos, o -  ROWENTA AIR FORCE EXTREME VISION PRO 25.2V - um aspirador vertical sem fios e sem saco, ahhh tãoo perfeito para quem tem dois pisos para limpar e alombava até agora com um aspirador pesadão para o piso superior. 


[entraram em delírio por ir comigo ao palco]

Já o testei no Natal e esta semana vai ser o meu ombro amigo para preparar a casa para a Passagem de Ano – cuja festa vai ser caseira e de arromba. Sei que sou suspeita, mas é verdadeiramente prático e funcional, a bateria de lítio tem autonomia até 65 minutos, o que dá perfeitamente para aspirar toda a casa sem ter que interromper as lides para o recarregar e imaginem…  tem uma escova Delta Vision com LED, o que para uma mãe com 4 dioptrias dá um jeitaço para deixar os cantos mais escuros num mimo e permite detetar sujidade com mais precisão do que os aspiradores convencionais. Além disso, vem equipado com tecnologia ciclónica, para garantir uma aspiração perfeita das partículas de pó, e é pequeno, o que faz com que se arrume bem em qualquer canto, fazendo jus ao seu mote “performance sempre á mão”. Já dei por mim a exclamar “como é que nunca tinha procurado um aspirador destes antes?!”. Adeus dores de costas, olá conveniência e rapidez!

De mãe real para mães reais, investir neste aspirador vale muito a pena! Se quiserem fazer mais perguntas sobre este modelo, estou por aqui :)

Beijos,
Já sabemos que os saldos não passam ao lado de nenhuma mulher e se há ocasião em que vale a pena caprichar no look é na Passagem de Ano. Gosto muito desta moda dos últimos anos dos saldos terem início logo após o Natal, dá-nos margem na carteira para preparamos a entrada em 2017 ao melhor estilo, seja em casa, seja numa festa com amigos, seja num hotel 5* ou até no meio a rua a ver o fogo de artificio e de champanhe na mão. Mulher que é feminina gosta de estar gira na noite mais longa do ano e pronta para a festa! A Mango já entrou em saldos, a Zara entra amanhã, entre outras... eu já andei a espreitar alguns looks que partilho convosco abaixo :) Cheers 2017!


Reveillon

Beijos,


1

Como Mãe, este Natal, o que quero dar é amor.

2

Quero dar tempo e dedicação, porque mais importante que o conteúdo das embalagens é o tempo que vamos ter juntos a desfrutá-las.

3

Quero ensinar como se fazem as bolachas caseiras, mesmo que, para isso, o forno trabalhe mais horas, as bolachas saiam deformadas e a cozinha se transforme num depósito de farinha.

4

Quero dar abraços e sussurrar amo-te ao ouvido, este Natal, hoje e sempre. Porque só assim o amor e a gentileza são cultivados.

5

Quero que recebas todas as prendas a que tens direito (com conta e medida) porque sei que isso te vai deixar loucamente feliz. Mas acima de tudo, quero que percebas que é igualmente bom dar.

6

Quero que te lambuzes em chocolates, gomas ou rabanadas, porque só se é criança uma vez e um dia não são dias.

7

Quero que esqueças o relógio e as regras e te deites tarde, vencido pelo cansaço da brincadeira e do riso.

8

Acima de tudo, quero que aprendas que é no calor da família que está a maior riqueza da vida.

Entrámos em contagem decrescente para o Natal e este fim de semana fui reler o manifesto que escrevi o ano passado. Sabem que mais? Não lhe retiro uma frase. Contínuo fiel a mim mesma e à minha forma de estar na maternidade, cada vez mais consciente e tranquila em relação ao ser humano que estou a ajudar a construir, mas sempre atenta a tudo. A maternidade não me ofuscou, pelo contrário, abriu-me ainda mais os olhos perante a vida e os comportamentos que temos que analisar, observar, elogiar ou corrigir. Este ano, com o Duarte prestes a fazer 4 anos, tive medo que a consciência dele de que esta época é uma porta aberta para receber muitos brinquedos o tornasse uma criança insatisfeita no futuro, pensei muito sobre o tema, li artigos, estudos publicados no estrangeiro e cheguei a escrever um post que depois decidi não publicar (abaixo vão ver porquê). 


Procuro no tempo que passo com ele perceber como ele vê o mundo que o rodeia e quando tenho um filho que me pede “brinquedos baratos” percebo que continuo no bom caminho, não há deslumbramento, só a pequena sabedoria de que irá receber algumas coisas do homem das barbas brancas e que esta é uma época especial que acontece uma vez no ano. Ainda assim, reduzimos o número de presentes, mas mantivemos toda a magia em casa: o calendário do advento já é tradição, fiz com ele pela a primeira casinha de Gengibre, participou nas prendas handmade para a família (bolachinhas e licor de chocolate), enfeitámos a casa, montámos uma pista de comboios à volta da árvore e o Natal chegou inclusivamente até o quarto dele. Este ano, ele pediu se podia ter renas e luzes no quarto, fiz-lhe a vontade. Fui à Primark e criei-lhe um cenário inspirador porque a decoração não tem que ser obrigatória à sala e porque esta época é essencialmente das crianças. 


Já eu, como em todos os anos anteriores, dispenso presentes, tenho todo o ano para me mimar e gerir o meu dinheiro, por isso, o meu (nosso) presente principal é estar presente(s) para ele. E como não fomos fazer nenhuma sessão de Natal a estúdio, resolvi aproveitar este nosso cantinho amoroso para servir de cenário para estas fotos a dois para mais tarde recordar. Sou fã destas pequenas ideias que transmitem grandes valores e eternizam os melhores momentos da vida. Ah, e esta será a roupa que o Duarte irá usar no dia 25, está desvendado o look. Gostaram?









Mãe Irrequieta: camisola Primark | calças e gorro H&M | botins Zara 
O Aprendiz: camisola e jeans Primark, Botas Pisamonas
Decoração: Estrela luminosa, árvore de natal luminosa, urso, grinalda de luzes veados e almofada com pompons: Primark 
 Cabeça de Veado: Casashop | Grinalda Cotton Balls: This Little Room 


No Natal e no final do ano lectivo gosto sempre de dar uma lembrança às educadoras do Duarte, partilhei aqui as últimas que fiz. Afinal de contas são parte integrante e imprescindível da vida diária dele, e da nossa! Este ano, não foram handmade como têm sido as últimas, mas foram igualmente personalizadas.

Escrevi uma história... bom, escrevi um postal de Natal em formato de história encantada inspirada na sala dele - a sala Rosa do colégio - onde ele está a fazer o primeiro ano pré-escolar. Entreguei-a dentro de um bloco de notas prateado (para apontamentos pessoais ou escolares) e juntei-lhe uma caneta rosa (fofiiiinha) em formato de unicórnio, alusiva ao mundo infantil com os nossos votos de Feliz Natal. Não convencional, mas feminino, doce e com utilidade!







Bloco de Notas: Primark (3.50€) | Caneta: Primark (1.50€)

Total: 5€

Um miminho low cost e fofinho! Gostaram? 

Ui ui!
Eu ando!
Este ano não antecipei presentes, não tirei férias no Natal como é habitual e esta semana ando a aproveitar todos os furos na agenda para despachar presentes, típico português não é? Não vou dar muitos, mas os que dou gosto que façam sentido e tenham significado e nesse campo sou exigente. Quem me dera ser daquelas pessoas que entra numa loja e despacha todos de uma vez. 
Para quem também anda neste modo, aqui ficam mais umas sugestões:



Ontem foi “O DIA” em que consegui erger a minha primeira casa de Gengibre. O que para mim foi equivalente a concluir um módulo de um curso avançado de cake design e para uma cake designer deve ser igual a fazer uma simples bolacha. Mas não me estraguem o momento, estou feliz! Salvé!

A ideia ganhou forma o ano passado, comprei o kit do IKEA e achei que era peanuts: chegar a casa, fazer Royal Icing na Bimby e estava feita. Nada disso, vi-me em apuros, comecei a tentar unir as bolachas com o preparado mágico e chegou a desilusão. Conseguir manter as bolachas em pé e suportá-las enquanto a “cola” seca é muito mais difícil do que se pensa, tenho a certeza de que quem já tentou sabe do que falo. O telhado acabou por cair e partir, ainda tentei unir, partiu-se mais e mais e abandonei a ideia, ou melhor, coloquei-a em banho maria no meio de tantos outros preparativos.

Como não sou pessoa de desistir à primeira, nem à segunda, este ano mal vi as casinhas à venda no IKEA fiz-me à pista novamente. O truque? Não vou mentir, como a ideia cá por casa não era ser comestível, mas sim servir de decoração de Natal, fiz um molde de todas as partes em cartão, cortei-as com um x-ato e uni-as com cola (dica: fazer o molde ligeiramente mais pequeno do que as bolachas, já vão perceber porquê). Erguida a casa de papelão, comecei por unir as bolachas de gengibre com Royal Icing às mesmas. Não pensem que mesmo assim colam instantaneamente, fui colocando copos ao redor para as suportar enquanto a “cola” secava. No dia seguinte, unidas as paredes de gengibre, retirei o cartão do interior e acabei por não ter que utilizar o molde para o telhado pois como a base ficou firme coloquei o telhado à ultima e suportei-o igualmente com copos altos de cozinha (utilizem quanta "cola" necessária, não tenham medo de abusar). Ficou a secar mais uma noite. Ontem de manhã retirei os copos e tínhamos magia na cozinha, a casa estava em pé e até o Duarte exclamou feliz “olha mãe, conseguiste!”. 

Ao almoço comprei Royal Icing decorativo da Wilton e a noite foi dedicada à parte mais gira de todas, decorar a casinha livremente com efeitos de neve. Como sou fã de brancos, nem utilizei cor, gosto dela assim simples, ao estilo escandinavo e com uns pormenores extra ao redor que lhe deram um toque final: duas mini árvores de Natal da Tiger, gomas boneco de neve, polvilhei-a com açúcar em pó e finalizei com um Bambi da coleção de Animais do Zoo do Duarte. 






Gomas boneco de Neve Ikea | Royal Icing Decorativo Arterices Gulosas | Mini árvores de Natal Tiger

Passei no teste do “inventanço”? Gostam da casinha? Eu adoro-a mesmo com todos os defeitos de principiante!

Beijos,

0

#XMAS LOOKS

19 dezembro 2016


Contem-me tudo, já pensaram no look para dia 25? Ou são daquelas que deixam tudo para o fim e improvisam? Eu ainda não me situei bem este ano, não tenho nada comprado para o efeito, a não ser um pijama da Minnie da Primark, e não me parece que a família queira fazer uma Xmas Pajama´s Party. Por outro lado já tenho umas inspirações, mas ainda não avancei com a compra de nada. Por norma, a minha tendência é sempre mais para o casual, até porque é dia de "engorda" e convém levar roupa folgada, por outro, é um dia que merece um toque especial, nem que seja com esta saia bordeau da Zara que me anda debaixo de olho. Qual dos looks gostam mais?


Xmas





E a sortuda que acabou de ganhar o pack Natal recheado de coisas giras: 1 Calendário do Advento da Moo Free Chocolates + 1 Estufa de meloas da Science 4 You + 1 pack de velas da The Greatest Candle in the World + 1 conjunto de cubos personalizados da Saguim & Rato, foi:

Dulce Russo

Parabéns!



Em breve será contactada via e-mail. 


Texto: Raquel Rodrigues
Colaboração: Dra. Gisela Carrilho – Nutricionista

O Natal está à porta e sou daquelas que gosta de fazer miminhos para oferecer à família, educadoras, etc. O ano passado as nossas bolachas foram estas com base numa receita clássica de ovos, farinha, açúcar e manteiga. Este ano, para inovar na receita, recorri a quem sabe e solicitei a ajuda da Dra. Gisela para me dar umas dicas neste tema sem abusar demasiado nos açucares e das gorduras. O truque para o sucesso está em usar cortantes giros com formas natalícias (como os que mostro abaixo do Ikea) e receitas infalíveis pois não há tempo a perder no põe-no-forno-tira-do-forno
Fontes: 





Depois de 5 dias de engorda na Suíça com tudo a que tive direito: pretzels, chocolate suíço, glüwein (vinho quente), raclette e afins, e tudo isto sem treinar claro (apesar dos muitos passeios a pé) informo que… cheguei a Portugal com medo da balança! Sabem quando olhamos para ela e ficamos ali no vai não vai? No sobe não sobe? Não sou obcecada com o peso, alias até consigo estar meses a fio sem me pesar e perceber apenas pela roupa se algo está a mudar, mas agora que ando no ginásio estou mais atenda ao meu metabolismo e à forma como ele reage, é uma mistura de interesse com motivação. Ao fim do segundo dia de regresso a curiosidade falou mais alto, enchi o peito de coragem e subi para a maldita, resultado: mantive o peso (respirei de alívio).

Não quer dizer que não tenha perdido massa muscular e ganho gordura, o peso é apenas um indicador e eu não escondo que me considero uma falsa magra, estas ancas têm muito que trabalhar, mas é bom ir e voltar e sentir que os treinos têm produzido efeito a curto prazo. Esta semana já voltei aos treinos, uns dias sozinha, outros com a “minha” Iron Woman, a minha PT com ar doce, mas que me deixa K.O em 30m com um treino super slow e que me prefere mostrar resultados em vez de teorias. É assim que gosto das coisas, pão-pão, queijo-queijo e só eu sei os resultados que sinto durante e no pós-treino. Custa instalar e manter a rotina…. but i´m not a quitter!



Fotos: Virgin Active