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Em regresso à normalidade e às rotinas "quase" normais. Quase porque o colégio só abre dia 1 e esta semana é daquelas em que avós, tios, tias-avós e amigos são bem-vindos para cuidar do traquina, a nossa sugestão é:

«501 Coisas para Descobrir»


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O porquê da escolha? É um bom livro para estimular o cérebro dos os nossos pequenos exploradores enquanto são desafiados a ter que encontrar peixes, bolos, piratas, borboletas, animais da selva, notas musicais e muito mais... afinal de contas são 501 coisas para descobrir. Além disso, também os incentiva a contar, pois em cada página existem dezenas de descobertas para registar. Um bom passatempo para estes últimos dias de férias e para quem os quer manter entretidos.


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Editor: Girassol Edições

Onde comprar: Wook

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O Pequeno Livro da Amizade - www.wook.pt
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Se sabe que a sua mulher luta contra a ansiedade, então pode considerar que o seu casamento está em boa forma. Possivelmente ela escondeu durante muito tempo o seu segredo mais profundo. Demorei cerca de quatro anos para finalmente permitir que o meu marido percebesse que sofria de ansiedade.


Se ela for corajosa o suficiente para deixá-lo conhecer que vive com ansiedade, então isso significa que ela se sente suficientemente segura ao pé de si para se deixar ser vulnerável. Por isso, por favor, seja grato por ela confiar em si. Quando as pessoas permitem ser expostas nos seus relacionamentos alcançam uma maior cumplicidade. E, por mais confusa que a ansiedade dela lhe possa parecer, espero que encontre alguma paz no facto de saber que ela existe.


A publicação Psychology Today descreve a ansiedade como"... uma reação normal a situações de stress. Mas em alguns casos, pode torna-se excessivo." É importante ter em mente que uma pessoa não cria a sua própria ansiedade. Se ela vive com ansiedade, então deve perceber que ela luta contra algo muito mais sério e grave do que os “simples” nervos que já sentiu provavelmente antes de um exame, uma apresentação ou uma reunião de trabalho.


Não vai ser fácil assistir à batalha dela contra a ansiedade e provavelmente vai-se sentir impotente. Vai sentir que não a consegue corrigir, principalmente porque não há nada para corrigir. Há, no entanto, algumas coisas que pode fazer enquanto parceiro para a ajudar a superar a ansiedade.


A ansiedade manifesta-se de forma diferente em cada pessoa. Regra geral, as pessoas que sofrem de ansiedade parecem ser totalmente normais, mas por dentro elas sentem que estão com o mundo fora de controle. Cada pessoa tem um gatilho diferente que desperta a sua ansiedade. Preste atenção à sua mulher, trabalhe com ela para entender quais são os seus gatilhos e depois faça o que puder para ajudá-la a suaviza-los.


Se a ansiedade dela se inicia sempre que ela tem uma agenda stressante, ajude-a durante esses dias loucos. Faça a lista de compras. Ofereça-se para cozinhar. Vá buscar as crianças à creche. Reagende a consulta do dentista das crianças para uma semana em que ela terá mais tempo livre. Em alguns casos a ansiedade é desencadeada por falta de sono. Se isso acontecer com a sua mulher, tente ajudá-la a dormir melhor. A chave é conhece-la ao máximo para conseguir ajuda-a (não é fazer tudo por ela).


Haverá momentos em que simplesmente não vai entender a ansiedade dela. Ela própria não consegue compreende-la. Vai ser frustrante, mas por favor, não grite com ela, não a menospreze. Em vez disso, ofereça-lhe um lugar seguro e fique ao lado dela. Mostre-lhe que se importa e esteja presente para ela.


A ansiedade pode ser humilhante e confusa para quem sofre dela. E ela não escolheu viver assim. Fazê-la sentir-se mal só vai aprofundar ainda mais o problema e gerar tensão no casal. O seu apoio vai certamente ajudá-la, mas ele nunca será um substituto de um médico. Se necessário, incentive-a a procurar um terapeuta. Ela pode precisar de tempo para analisar essa ideia. Portanto, seja paciente. Dê-lhe tempo para aceitar ajuda, da mesma maneira que você precisaria de tempo para aceitar o mesmo tipo de ajuda.


Isto não estava escrito nas vossas promessas de amor. Da mesma forma, que a ansiedade não foi algo que ela escolheu. A ansiedade não é uma escolha. A única escolha é saber como lidar com ela. Podem permitir que ela defina ou destrua o vosso relacionamento, ou podem escrever uma nova história, onde a ansiedade não é a personagem principal mas sim o vínculo entre duas pessoas.


Nota: este texto não foi escrito por mim. Foi adaptado por mim com base nas minhas pesquisas e leituras sobre o tema. O texto original pode ser visto aqui.


Foto credits: Google


Mary Lauren, 28 anos, uma filha do mundo e da natureza, já viveu em 22 casas diferentes e actualmente vive em S. Diego com o marido e o filho Ezra. Tem umas das contas de Instagram mais seguidas e mais inspiradoras. Retrata a simplicidade da vida a três e tem uma forma de estar na vida encantadora.


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#Rumo a sul

25 agosto 2016

Esta tarde rumamos a sul, para uma aventura diferente do convencional (depois conto-vos tudo) e só de olhar para as imagens já consigo sentir o vento quente na cara e aquele cheiro que só pertence ao Alentejo. Curiosos? Não mais do que eu! Vamos lá terminar estas férias em grande.


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As férias estão a chegar ao fim e setembro é altura de renovar o guarda-roupa e adicionar mais stock de peças práticas para a escola.  E, enquanto aproveito estes dias livres, já andei namorar algumas peças online. Este ano estou virada para os cinzas, os amarelos torrados e os padrões: xadrezes e camuflados têm-me despertado atenção em detrimento dos azuis. Gosto de arriscar e criar conjuntos com vida, que avivam a personalidade alegre que ele tem. Quanto ao estilo mantenho-me fiel ao mix surfer vs skater.
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A leitura desta semana foi-me recomenda pela madrinha do Duarte, que é mãe de uma menina da mesma idade e também tem um olhar atendo a estas coisas. Por, isso esta é a nossa sugestão:



"As boas maneiras"


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Este livro, "As Boas Maneiras" na realidade não é novidade lá em cada, já o temos à algum tempo e é daqueles que a leitura não se esgota. É um dicionário sim, mas é tudo menos maçador. Está repleto de ilustrações com momentos do quotidiano de qualquer criança e frases associadas às boas maneiras que devemos fomentar no dia-a-dia: na creche, no autocarro, no supermercado, em casa, no jardim. Por ser tão ilustrativo, o Duarte perde-se a vê-lo e enche-me de perguntas. É um livro muito apelativo para os 3 anos e uma maneira simples e cativante de lhes dar a conhecer o mundo que os rodeia, através de imagens e textos curtos.


Autor: Émilie Beaumont , Swlvie Michelet


Onde comprar: Wook,

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Porque é final de agosto, estou de férias, e estamos em plena silly season, não resisto a partilhar umas trivialidades sobre nós, as mães portuguesas. E em plena época balnear, o ponto 17 é dos mais realistas!


1.


Quanto contas a uma mãe normal que começaste a namorar, ela vai-te fazer perguntas sobre ele, a família e vai querer saber de onde é.

A MÃE PORTUGUESA faz exatamente todas essas mesmas questões, mas em público, e à medida que vocês forem ficando sozinhos, ela vai aproveitar para te dar todos os conselhos grátis e não solicitados sobre sexo. Afinal de contas, quanto mais os filhos se divertirem, maiores serão as probabilidades dela se tornar avó.


2. 


A mãe normal vai referir-se aos filhos tratando-os pelo nome próprio.

A MÃE PORTUGUESA vai concordar com a expressão “os filhos não nos pertencem”, mas ainda assim, vai continuar a referir-se aos dela utilizado sempre o pronome possessivo “meu” antes do nome: ex:“o meu João”, “a minha Maria”.


3.


A mãe normal cozinha refeições em proporções normais para a família.

A MÃE PORTUGUESA cozinha refeições abundantes de Bacalhau à Brás, suficientes para alimentar os vizinhos do lado e os púpilos do exercito.


4.


A mãe normal avisa os filhos para não falarem com estranhos.

A MÃE PORTUGUESA também vai dizer "não fales com estranhos", mas ela vai ser a primeira a falar com estranhos no supermercado, no cabeleireiro, na estação de comboio e no metro, já para não mencionar a senhora velhota no bando da rua e o senhor que anda a passear os cães.


5.


A mãe normal dá os parabéns aos filhos pelas boas notas na escola.

A MÃE PORTUGUESA não só espera que tenham boas notas na escola como pede que se superem no próximo ano.


6.


Quando anuncias a uma mãe normal que vais mudar de país ela deseja-te boa sorte e pede para manterem contacto regular.

A MÃE PORTUGUESA vai dramaticamente soltar a frase “aí meu rico filho,” vai beliscar-lhe as bochechas, lembrá-lo que tem de comer bem, lembrá-lo das suas alergias e beija-lo como se fosse a última vez.


7.


Quando visitas uma mãe normal ela oferece-te algo para beber.

A MÃE PORTUGUESA vai bradar “estás tão magrinho” e imediatamente entrar na cozinha e começar a preparar um “welcome home buffet” que inclui arroz de tomate, janquizinhos, salada e arroz doce — ignorando por completo que tens o mesmo peso há 10 anos.


8.


Quando telefonas a uma mãe normal ela resume como foi a semana.

A MÃE PORTUGUESA dá um relatório completo e detalhado sobre tudo o que fez nos últimos dias – desde a consulta no médico aos disparates do gato do vizinho, quantas horas esteve a passar a ferro e as três ultimas refeições que comeu. E depois, vai terminar a conversa perguntando “o que tens hoje para jantar?”


9.


No dia de aniversário, a mãe normal beija o filho, abraça-o, entrega um presente e pergunta se quer convidar amigos para cantar os parabéns.

A MÃE PORTUGUESA vai partilhar publicamente as suas memórias contigo – desde os detalhes de como foste concebido até ao dia em que vieste ao mundo.


10.


A mãe normal é moderadamente pontual para sair de casa.

A MÃE PORTUGUESA diz sempre “ainda me falta lavar a loiça,” quando a família se está a preparar para sair. Depois, ela vai verificar se cada canto da casa está limpo - porque “nunca se sabe se podemos ter visitas”. No entanto, sempre que alguém chega atrasado a história é outra.


11.


A mãe normal é tolerante com a bagunça no quarto dos filhos.

A MÃE PORTUGUESA chama os filhos a gritar pelos dois nomes e deixa que todos os que passam na rua fiquem a saber que tinhas os sapatos em cima da cama.


12.


A mãe normal dá medicação aos filhos quando está doente.

A MÃE PORTUGUESA dá medicação, faz uma miraculosa canja de galinha, e inclui chá de ervas, leite com mel, pão de leite e outras iguarias para ajudar na recuperação. E ninguém se aproxime da comida preparada para o filho!


13.


Na véspera de natal, a mãe normal certifica-se de que tem tudo o que é necessário para o dia seguinte.

A MÃE PORTUGUESA faz bacalhau, batatas e couve portuguesa da horta do seu pai ou da dos seus vizinhos para aquela noite. E vai verificar se ninguém se esqueceu de comprar pão da padaria do lado e se o peru é grande o suficiente.


14.


A mãe normal vai ao supermercado comprar limões quando fica sem stock.
A MÃE PORTUGUESA vai buscar à árvore da vizinha.

15.


A mãe normal conta histórias antigas sobre a família.

A MÃE PORTUGUESA convida a família aos domingos e cozinha aquela receita da avó para todos.


16.


A mãe normal fica tranquila se o filho decidir ficar por casa.

A MÃE PORTUGUESA vai ficar doente ao vê-lo em casa e manda-o arranjar ocupação.


17.


A mãe normal prepara sandwiches para passar o dia na praia.

A MÃE PORTUGUESA leva pão caseiro, um frango assado, uma garrafa de água, dois pacotes de sumo, 6 laranjas, 4 maçãs, 1 kg de uvas, 1 melância ou melão inteiros e vai repetir várias vezes que se esqueceu de algo.


18.


A mãe normal compra compota no supermercado.

A MÃE PORTUGUESA faz o melhor doce de tomate do mundo e armazena-o em quantidades suficientes para dar para o inverno.


19.


A mãe normal sugere que o filho coma algo leve quando chega tarde do trabalho.

A MÃE PORTUGUESA prepara uma sopa quente, aquece sobras de bacalhau, e lembra-o várias vezes que há frutas no cesto.


20.


A mãe normal compreende que o filho só tem tempo para comer uma sandwich ao almoço.
A MÃE PORTUGUESA exclama "onde é que já se viu?" e fica preocupada por o filho estar com o ordenado no fim e por isso não se andar a alimentar bem e aposta que isso é a razão para a sua palidez. Prepara-lhe imediatamente uma marmita para o dia seguinte para que não desmaie de fraqueza.


Texto original aqui: http://matadornetwork.com/life/20-differences-normal-mother-portuguese-mother/ publicado pela Matarou Travel Media School

Esta mãe vive muito longe de nós e tem uma daquelas histórias de amor que nos deixa presas ao ecrã do smart phone a fazer scroll down no feed do Instragram. 2 gravidezes, 4 filhos. 1 menino de 3 anos e trigêmeos (1 menina e 2 meninos). Por aqui, podem acompanhar as aventuras de uma família numerosa com 4 crianças pequenas e um golden retriver.


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Já conhecem estas minhas andanças, volta e meia tenho que meter a mão na massa e criar algo com um cunho pessoal. Está-me no sangue, faz parte de mim e é o meu anti-stress.

E porque sei que nem sempre é fácil pensar em algo diferente para oferecer às educadoras no final de ano decidi partilhar convosco o nosso presente. Pessoalmente gosto de retribuir da mesma forma que durante o ano as educadoras nos vão presenteando, com miminhos pessoais e handmade feitos pelos nossos pequenos, têm muito mais significado.

A ideia original surgiu daqui e daqui e o plano A era a oferta da andorinha dentro de um ninho de madeira com uma mensagem inserida na ranhura circular, ao estilo de caixa de correio, mas infelizmente a lojinha local onde comprei o material não conseguiu que chegassem a tempo.

Tive que partir para o plano B e fiquei igualmente contente com o resultado e com todo o simbolismo que as andorinhas carregam. Sendo que a mensagem principal foi "Obrigado por me ensinares a voar".

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As andorinhas foram pintadas à mão por mim.
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Fizemos o decalque da mão do Duarte na tampa da caixa para sentirem o envolvimento dele neste presente.

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Utilizei o editor Canva para compor a mensagem das educadoras, imprimi e plastifiquei.

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Coloquei um pouco de ráfia a preencher o fundo da caixa para manter a ideia de ninho.


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Este crochet adesivo é da Tiger e dá sempre um toque artesanal aos sacos, adoro-o.

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O aprendiz todo contente com os presentes finalizados!

Espero que tenham gostado!

 Beijos

Raquel

Em passagem por Peniche e ando tentada a ir às Berlengas com o Duarte. Já lá fui há muitos anos e sei que é uma ilha maravilhosa e como ele nunca andou de barco, era um dois em um. Mas, ao mesmo tempo que esta ideia ganha forma, surgem-me dúvidas: será que ele vai enjoar no barco? Será que vou eu enjoar? Como vamos fazer a caminhada pela ilha com um puto às costas? Sim, ele ainda pede muito colinho e eu não vou às cegas, sei bem as encostas que subi quando lá fui. Não me apetece ir para ficar apenas na praia, queria ver o forte, no fundo dar um passeio maior pela ilha. Já alguém foi com miúdos de 3 anos? Dicas? Contem-me tudo!

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Vir de férias é sinónimo de trazer uma biblioteca atrás, que inclui livros de toda a natureza, leitura, actividades, pintura e descobertas. Por isso, a nossa proposta da semana é:


« O Bolinha vai à praia »


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Esta coleção é uma delicia e lá em casa já são 4 os títulos do clássico Bolinha. Mas em plena época de praia é este o que queremos destacar hoje. O Duarte adora estes livros que envolvem mistério e descoberta de objetos escondidos, é coisa para o entreter bons minutos e quando acaba um, parte para outro. E, se nos restantes livros é a mãe do Bolinha  que está em destaque, neste é o pai que surge pela primeira vez e assume o protagonismo para umas descobertas na praia, um pouco como na vida real, pelo menos por cá, é o pai do Duarte quem comanda a maioria das brincadeiras na praia!

Onde comprar: Wook

Autor: Eric Hill

Boa praia e boas leituras :)

Este é o cantinho inspirador da Héléne, uma mãe francesa de dois filhos, um rapaz e uma rapariga. O seu feed tem um estilo candy, remete-me para uma loja de doces e sonhos azuis e cor-de-rosa, com menta à mistura. O quarto dos miúdos é num estilo momö vs montessori com um sentido muito prático. Se forem curiosas como eu e a quiserem acompanhar, deixo-vos aqui o endereço.


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Estou quase a entrar de férias e faço parte da percentagem de pessoas que adoram viajar mas odeiam fazer malas. Mesmo que o motivo seja bom e sejam férias, detesto ter que planear o que levar, fazer a triagem da quantidade do que posso levar vs o que é exagero, conseguir arranjar espaço numa só mala para roupa de praia, roupa de dia, agasalhos para a noite, calçado, maquilhagem, cremes, toalha de praia (ocupa sempre aquele espaço que ainda fazia falta para um último casaco), medicação diária, medicação de prevenção não-vá-o-diabo-tecelas, livros, ipad, carregadores, e... quando a minha já está terminada ter que repetir o processo com a do Duarte. Canso-me só de pensar. Fazer a mala é como planear no dia anterior o que se vai vestir para o trabalho, multiplicado por 15 dias, dividido por roupa de campo, praia e noite, subtraído pelo essencial. No caso do Duarte é definir uma muda de roupa por dia e colocar tudo a dobrar (x2) porque ele é perito em atrair nódoas. Em seguida, arrumar livros, brinquedos, puzzles, para que ele se sinta o mais em casa possível, dentro do contexto férias. Uma catrefada de coisas, por isso, não me venham cá dizer que é giro fazer malas. Giro é andar de balão!

Por outro lado, sou o posto no que toca a desfazê-las, não me chateia nada desfazer malas, separar o que é para lavar, arrumar o que não foi usado, trato sempre disso mal ponho os pés em casa, sem dramas, sem sofrimento, sem bradar aos céus. Já para as fazer, tenho várias fazes:




  • A fase do empate:


    sei que tenho que a fazer e que se a fizer com antecedência é melhor para mim, mas deixo-me estar no sofá mais uma noite;



  • A fase resmungona:


    a véspera, o dia em que tenho mesmo que fazer a mala e todos os motivos servem para resmungar pelo facto de ter que a ir fazer;


  • A fase "ou fazes ou vais nua":


    o relógio está a contar e agora é que são elas, a mala tem que aparecer feita nas próximas horas, rendo-me às evidências e dou corda aos pezinhos. Dobro roupa, refilo, escolho bikinis, bufo, experimento bikinis, expiro, passo peças a ferro à pressa, resmungo e enfio todo o calçado e acessórios que cabem na mala. Fecho-a e respiro de alívio. Repito o processo com a do Duarte, deixo-a para o fim porque é mais prática e porque ele não é exigente com o que quer levar (ao contrário de mim). Se existisse a profissão de "arrumador de malas" juro que contratava alguém. 

E agora? Continuo aqui a refilar ou vou começar a fazer as malas?





Não, ainda não foi desta que fiz glamping. Este fim-de-semana fiz campismo à séria, do bom, do verdadeiro, com cheiro a pinheiros e caruma no chão. De mochila às costas e hawainas nos pés, nada me deixa mais em paz do que o contacto com a natureza.

Na sexta-feira, rumámos a sul para uns dias maravilhosos num local que me surpreendeu positivamente pela qualidade. O motivo da viagem deveu-se à decisão de aproveitarmos o meu aniversário para irmos pela primeira vez ao MEO SW. Precisávamos por isso de encontrar um sitio com preços acessíveis em tempo record, uma amiga falou-me no Parque de Campismo de S.Miguel, pedi informação e não demorámos nada a marcar.


1.


O PARQUE:






  • Tem tendas próprias para alugar que incluiem um kit de campismo (saco cama, almofada, toalhas). Optimo para casais como nós que não temos tenda nem qualquer tipo de equipamento de campismo;

  • Higiene dos sanitários (com papel higiénico sempre reposto, quem faz campismo sabe o que isto significa);

  • Lavatórios com opção de água quente e fria;

  • Duches espaçosos;

  • Ambiente familiar -  para ir com o Duarte certamente!

  • Piscina de adultos e mini piscina de crianças;

  • Pequeno-almoço (não incluído na estadia) mas com um sortido vasto de frutas da época, bolos caseiros, sumos naturais, pão alentejano, ovos mexidos com bacon... uma manjar delicioso para um parque de campismo;

  • Estacionamento próprio;

  • Preços e sem dúvida, a localização.

Este sítio é para repetir, sem sombra de dúvidas, com o Duarte, que ainda nunca fez campismo de natureza. Aconselho vivamente a que experimentem ir com os vossos filhos.


2.


ALI PERTO:

PRAIA DE ODECEIXE
A 7km de carro do parque de campismo a nossa escolha para sábado foi a praia de Odeceixe, que apesar de estarmos em agosto, mantêm-se calminha e com gente q.b.








PRAIA DO CARVALHAL

No domingo e após uma grande noite de SW embalada ao som de Sia, a escolha recaiu para a praia do Carvalhal, a mais ou menos 12m de carro. Um paraíso.








3.


COMER

CAFÉ CENTRAL - BREJÃO
Esta paragem é obrigatória, se querem petiscos, bom peixe e marisco é aqui. O único conselho é ir cedo, pois não fazem reservas e a afluência é muita. Para começar, optámos por pedir salada de polvo, acompanhada de pão alentejano (aquele que só os alentejanos como eu sentem até o cheiro do fermento) e depois pedimos o arroz de marisco, há anos que não comia um tão bom, e não, não estou a exagerar.









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