Não é a primeira vez que aqui falo desta marca de que sou fã desde que sou mãe - a Pisamonas - um site online de calçado bom, variado e em conta. 

É de lá que mando vir sempre 2 ou 3 pares de calçado para o Duarte todas as mudanças de estação e agora é ainda mais fácil comprar pois abriu este mês a primeira sapataria Pisamonas em Lisboa, no Centro Comercial Continente de Telheiras. 

O site tem como grande vantagem as entregas serem rápidas e dar para trocar o tamanho em caso de número errado de forma muito simples, recebemos o número correto logo no ato de devolução do par errado à transportadora. A loja tem como grande vantagem a experimentação e compra imediata. Quantas vezes temos aquele evento mais especial e procuramos calçado em conta em cima da hora?
No verão chego a mandar vir duas fornadas de calçado para o Duarte pois como o pé cresce sempre 1 número durante a praia e temos calor até outubro, já é certo e sabido que temos que renovar pelo menos 1 par de calçado até terminar a estação quente. Não me parece que vá ser diferente com o Xavier por este andar.

Tenho modelos preferidos, como os ténis de lona que são um clássico must have da marca, dá vontade de comprar em todas as cores - este ano não resisti ao mostarda. Além disso cheiram a gomas e mesmo quando vão à máquina de lavar o cheiro perdura. Sou fã das alpargatas e este ano arrisquei mandar vir umas menorquinas em camel para o Duarte. É sempre difícil encontrar sandálias giras para rapaz que protejam os dedos e o meu é perito em cair e aleijar-se. Há muitos mais modelos, o sonho era um par de cada, mas estas foram as minhas escolhas para este verão:



Existem promoções sazonais que valem a pena, por isso a minha dica é inscreverem-se na newsletter para receberem as novidades e aproveitar as melhores oportunidades - smart shopping é comigo. Um detalhe fofinho a que os miúdos não ficam indiferentes: incluem sempre balões de oferta na caixinha dos sapatos e desta vez, calhou-nos uma bola insuflável, mesmo a tempo da praia.



Espero que, para quem ainda não conhecia, tenha sido útil.

Beijos,
  


E se vou e... não corre bem?
E se vou e... desisto a meio?
E se vou e viro... as costas e fujo?
E se vou e... não tenho coragem de dar mais um passo?
E se vou e... fico aflita?
E se vou... e tenho medo de estar sozinha?
E se vou... e tenho de largar tudo e vir embora?


"E SE...?"

Esta tem sido a interrogação que corre em loop na minha cabeça desde que vivo com ansiedade.  Já lá vão 10 anos. 10 anos em faço scan de todos os passos que dou. Desde os mais simples aos que envolvem mais logística. Desde a ida para o trabalho de manhã, às compras no supermercado, à saída à rua sozinha com os meus filhos, às viagens em família, ao convite para o evento que aceito ir. Viver com ansiedade é assim. Estamos sempre a dar tiros no escuro sempre que decidimos algo porque nunca sabemos se vai correr muito bem e o dia é uma vitória ou se vamos ficar em stand by por mais uma crise. Viver com pânico é estar no meio campo de um derby empatado, cujo resultado só se conclui na última jogada. Como o dia em que decidimos saltar de pára quedas e até corre bem ou o dia em que decidimos enfrentar uma multidão numa maratona e percebemos que contrariamente às probabilidades até foi libertador?  

Quando me perguntam se não tenho medo de ser mãe? Se a maternidade não agrava a ansiedade? Se a ansiedade não estraga a minha relação? Se não tenho medo de sair sozinha com o bebé? Como faço com o ginásio e a ansiedade? 

Medo tenho. Mas já tive mais. Já vivi com medo de demasiadas coisas. Mas felizmente não sou de me prender. 

A gaiola da ansiedade não é suficientemente forte para me fazer desistir desta coisa bem melhor que é viver. Ela já me travou muitas vezes, já me fez virar o volante para a berma, já me impediu de andar a mais de 40, já me estendeu no sofá, já me tirou noites, mas nunca me parou. 

E mesmo quando me fez estacionar no hospital, não me impediu de continuar. Porque sempre que continuo estou em processo de cura. E o que sei hoje é que quanto mais prossigo a minha vida, mais confiante estou. 
 
Encaro os dias como uma estatística de 50/50, onde parar é "não viver" e ir é tentar. E o ir pode ser uma decisão tão simples quanto ir ao pão sozinha ou todas as coisas que disse anteriormente. Na outra semana encorajei uma menina com ansiedade a enfrentar o medo e ir finalmente fazer aquela aula de Pilates que tanto lhe apetecia mas tinha medo. Sabem que mais? Ela foi e já repetiu mais duas vezes. Eu também fui à minha e cheguei lá com os lábios a tremer, mas empurrei a porta e entrei na sala. Quando sai da aula já nem me lembrava como tinha entrado. Esqueci. Acumulei mais autoconfiança para combater a próxima ameaça...e a próxima e a próxima.  


E se vou e... não corre bem adoro lá estar?
E se vou e... desisto a meio encontro paz?
E se vou e viro... as costas e fujo fã da aula?
E se vou e... não tenho coragem de dar mais um passo voou mais alto?
E se vou e... fico aflita feliz como nunca?
E se vou... e tenho medo de estar sozinha? tenho um dia memorável com os meus filhos? 
E se vou... e tenho de largar tudo e vir embora  encontro paz?
E se... tiver um bebé e não conseguir lidar tiver um bebé e correr bem?
E se... tiver dois bebés e correr bem?
E se... a maternidade me assustar a maternidade me realizar mais do que tudo?


E se... um dia ela já não me assustar mais? 



Ter um irmão era um desejo que o Duarte vinha a manifestar em várias ocasiões desde os 3 anos. Aliás, já me disse que quando o Xavier tiver um ano quer mais um [ como se isto fosse ir ali ao supermercado comprar um exemplar e já está ].

Acho piada a este lado "paternal" dele. Por um lado sempre tão cabeça no ar, por outro tão zeloso pela família e pelos seus. Ele é de facto um miúdo reservado com terceiros mas no que toca à família adora ter a casa cheia. Talvez por isso tenha este desejo pré concebido de ter muitos "maninhos".

Mas por mais estranho ou até mesmo parvinho que possa parecer tive alguns sentimentos ambíguos em relação à gravidez e ao facto dele ir deixar de ser filho único. Por um lado, sentia aquele conforto no coração por saber que não há melhor presente na vida do que dar-lhe um irmão, por outro, um receio perante a mudança e com ele os pensamentos "será que vou conseguir dar atenção a dois?", "será que ele se vai sentir secundário?", "será que ele vai sentir traído por mim?" ou achar "que o troquei pelo bebé?". Acho que todas as mães de segunda viagem se cruzam em algum momento da gravidez com estes pensamentos contraditórios, como se estivéssemos a trair o primeiro filho por ir passar a partilhar o colo da mãe com outro (mãezices é o que é, tomara eu, filha única, ter a sorte dele e ter uma irmã para partilhar a vida).

Quem já tem filhos sabe bem quão cansativos e limitados podem ser os dias após a chegada de um recém nascido e por isso é importante gerir o processo desde a gravidez para minimizar o impacto dos possíveis ciumes da criança existente associados à chegada de um bebé.

Há muitas coisas podemos adiar para "quando houver tempo" mas um filho já existente não. É preciso garantir o equilíbrio do que existia antes de chegar o bebé com a nova vida pós chegada do bebe à família.

O que resultou cá por casa:

* Reforços positivos durante toda a gravidez com frases incentivadoras à mudança "vais ensinar o mano a chutar à bola", "o mano bebé vai gostar muito de ti", "vão ser muito amigos";

* Incluir o mais velho nas novas rotinas: banho do bebé (deixa-lo aplicar o creme hidratante), na mudança da fralda (pedir ajuda para dar a fralda), deixar pegar ao colo com monitorização se a criança mais velha pedir, etc;

* Relembrar a família e amigos na hora das visitas de falar sempre ao mais velho e dar-lhe também atenção;

* Se tiverem confiança com as pessoas, pedir para incluir no presente de boas vindas ao bebé 
um miminho para o mais velho (pode ser um balão, uma saqueta de cromos, não tem que ser uma prenda cara, os miudos ligam ao gesto em si);
* Fazer troca de prendas entre manos (um plus para o mano mais velho)!


A troca de prendas dos (nossos) manos:


(Documentámos a nossa troca de prendas mas só agora as passei para o PC. Foram tiradas na primeira semana de vida do Xavier por isso não estranhem a roupa quente de inverno e os meus kg extra. Mas tendo em conta a presente metereologia de junho, até nem parecem tão desajustadas, verdade?). 


Após a chegada do Xavier a casa (à quem o faça na maternidade) escolhemos a manhã seguinte para fazer a troca de prendas entre os manos. no quarto que vai ser dos dois. O Duarte ofereceu um brinquedo ao Xavier e vice-versa. Este momento para o bebé não tem grande importância no imediato mas para o mais velho é um gesto que fica guardado na caixinha da memória. E mais tarde, também o Xavier vai poder ver estas fotos :)








Assim, o Duarte ofereceu ao Xavier um brinquedo 0+, uma caixa de som do Mickey, para começar a usar desde o nascimento (ajudou na hora das cólicas) e o Xavier presenteou o mano com um daqueles brinquedos que lhe estavam na mira desde o Natal: um Robot programável com música, sons, mensagens de voz e expressões faciais, com que ambos vão poder brincar mais tarde, pois um Robot não passa de moda. Verdade? 

 
É um momento especial para a criança mais velha que é válido com um brinquedo de qualquer valor, cada um dá o que pode. Isto nunca deve ser encarado como um suborno ao mais velho mas sim como uma ação de charme do bebé para o mais crescido, fazendo-o perceber o lugar importante que tem na família.


E depois, qual o miúdo que não delira com um Robot programável e telecomandado que até apanha objetos? Pensando bem, se calhar é por isso que quer já outro irmão!


Quanto ao Xavier, atualmente tem como brinquedo inseparável outro Mickey também da Clementoni (somos fãs, os jogos de tabuleiro em Inglês são muito bons para os mais velhos), faz um som semelhante a um dream cactcher e ele adora. Esta fase do inicio dos barulinhos e das descobertas é das mais giras dos bebés. 

Beijos


Uma passagem rápida por aqui para deixar o testemunho da segunda consulta de osteopatia pediátrica que cumprimos esta semana para combater o refluxo. Para quem só chegou agora aqui, relembro-vos o primeiro post.

Posso dizer-vos que após a primeira consulta, que gostei bastante, ainda dei o beneficio da dúvida ao facto de ele ter ficado muito calmo e com menos refluxo (achava que podia podia ter sido coincidência), mas desta vez tirei a prova dos nove e de facto atribuo a tranquilidade dele à consulta, sem sombra de dúvidas.

Esta segunda consulta correu ainda melhor do que a primeira, com zero choro. Noto que ele se sente muito tranquilo com o alívio das "lesões osteopáticas" e fica um bebé super calmo quer durante a consulta quer nas horas seguintes, o que associo a sentir um maior nível de conforto e por isso descansa (ele e nós).  

Nos dias seguintes às consultas (aconteceu das duas vezes) fica sempre um pouco agitado mas é normal, fui devidamente avisada que ao ser mexido podia haver necessidade de dar ben-u-ron, como quando levam as vacinas. Nada do outro mundo, até porque já expliquei anteriormente que não precisamos temer os movimentos. A osteopatia infantil não é como a dos adultos. Em toda a consulta o bebé está posicionado numa almofada e os movimentos são muito softs, exercendo apenas pressão em algumas zonas. Não há estalos nos ossos, nem braços e pernas a mexer. Se for esse o vosso medo (confesso que era o meu) podem ficar de coração descansado.  

Quanto ao refluxo demos pulo salto gigante, presentemente é um bebé que bolsa após as mamadas dentro da normalidade e os sinais incómodos do refluxo: o choro, o dar às pernas irritado, bolsar após 1h da mamada e os barulhos de indisposição durante o sono desapareceram. Nem imaginam a diferença que notei nas noites, além de que dorme mais e durante mais tempo. E isto com penas duas consultas. Agora só voltamos lá daqui a um mês para reavaliação ou caso alguma coisa mude.

Por prevenção, como faço amamentação exclusiva, continuo sem consumir lacticínios de vaca (como iogurtes e queijo de cabra) e mantemos todas as medidas anti-refluxo em casa: berço inclinado, dorme de lado, não o deitamos logo após as mamadas e muito babywearing. 

Por isso, se estão a passar pelo mesmo ou se têm um bebé com sintomas candidatos a passar pela avaliação de um osteopata (cólicas, sono perturbado, dificuldades na amamentação/sucção, plagiocefalia, etc) recomendo que o façam pois podem mesmo encontrar muitos benefícios ao nível do alívio do desconforto do bebé que a medicina geral não consegue.  

  Beijinhos

Imagem: Google

Babywearing significa nada mais nada menos do que transportar e ter o bebé ao nosso colo, mas mantendo as mãos livres.

Tentei no primeiro filho com uma mochila (à qual não me adaptei e sei pelas mensagens privadas que recebo que já muitas passaram pelo mesmo) e acabei por desistir prematuramente. Acreditem que é possível, com o acessório certo e informação, correr muito bem.  

Existem várias marcas e acessórios no mercado que permitem fazer Babywearing: mochilas ergonómicas, slings, slings de argola, mei-tai; panos elásticos, panos semi-elásticos, entre outros. Cada opção é válida para carregar o nosso bebé, basta que nos sintamos bem e que seja adequada para a idade da criança, mas exige alguma pesquisa e até experimentação.

O meu interesse pelo babywearing só (re)começou depois do Xavier nascer. Por ser um bebé que exigia muito colo sentia-me limitada nas tarefas do dia a dia e comecei a tentar perceber quais eram as melhores soluções para usar a partir do nascimento (pois nem todas dão). Além disso, tenho outro filho para dar atenção. Precisava urgentemente de um solução válida e confortável. 

 Entretanto emprestaram-me um pano semi-elástico e percebi que o Xavier se sentia bem e que adormecia quase forma instantânea. Penso que não existe melhor barómetro que esse! E foi assim que cheguei à aquisição de um pano wrap semi-elástico da marca Pulguinhas, que dá desde o nascimento (é otimo para começar) até aos 9 kg. Ou seja, é uma boa solução (para mim a melhor que encontrei) para usar no primeiro ano de vida do bebé. O material macio aconchega o corpo do bebé ao corpo da mãe fazendo com que se sintam tranquilos. 

Basta vermos alguns vídeos para aprender a usar e depois a prática faz o resto. Sabiam que até é possível dar de mamar em pé com o bebé no pano? Na foto acima é isso que estou a fazer tal e qual uma pro (que não sou).
 
E assim aos poucos comecei a conseguir criar rotinas para as tarefas do dia dia com ele no meu sling wrap (desde fazer torradas, arranjar legumes, ir ao supermercado, etc). Por outro lado, o babywearing tornou-se também um aliado para combater o refluxo, pois como já referi aqui no blog uma das recomendações de prevenção é precisamente manter o bebé 40 minutos na vertical após a mamada (o que é possível com o sling wrap) e era uma das coisas que me dificultava o regresso às rotinas pois cada mamada demorava muito tempo.  

Entretanto, além do lado prático, eu própria comecei a ganhar o gosto de o ter próximo de mim com este "kit mãos livres" e acho que esta relação com o babywearing vai ser duradoura.

Espero que vos tenha sido útil pois sei que surgem muitas dúvidas quando começamos a pesquisar sobre o tema. 

E entretanto fiquem atentas ao Instagram pois vamos ter novidades :)

Beijinhos!

 



Cá em casa não seguimos nenhuma dieta alimentar específica nem rígida mas procuramos fazer escolhas saudáveis no dia a dia. No fundo, a única regra é essa, mas de vez em quando fazemos o gosto ao dente. Por isso tanto é normal que em algumas ocasiões possam encontrar por aqui uma receita de bolo de chocolate convencional como noutras ocasiões possam encontrar experiências com um foco healthy. É o chamado equilíbrio ou se quiserem modernizar a coisa, somos flexitaristas, a tendência alimentar que ganhou expressão em 2017 e que inclui as pessoas se regem por uma alimentação cuidada com uma base vegetariana mas que também comem carne e peixe em determinadas ocasiões. Nós somos essas pessoas, que optam pelo saudável, mas que também gostam de comer e testar sabores. 


A semana passada fiz este bolo e tenho recebido algumas mensagens a pedir a receita, por isso, aqui vai. O Duarte gostou, não adorou porque não sabe a Ovo Kinder, mas gostou, o que para um crítico gastronómico de 5 anos não é mau. Eu gostei, não preciso de mais para adoçar a boca. Acho que resulta muito bem como bolo para lanches ocasionais para oferecer às crianças quando querem um doce sobretudo porque não leva açúcar refinado, nem ovos nem leite (apto para intolerantes à lactose). Além disso é muito fácil de fazer. Peço desculpa pelas fotos básicas, mas quando o fiz não tinha como ideia partilhar aqui. 

Ingredientes:

Meia chávena de óleo de coco
1/2 chávena de açúcar de coco
1/3 chávena de cacau cru em pó (usei da Iswari)
1 1/2 chávena de farinha integral (usei marca Nacional)
1 chávena de água morna
1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio 
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1 colher de sopa de vinagre branco (ajuda o bolo a crescer)

Preparação: 

Numa taça, ou na Bimby ou numa misturadora, juntar todos os ingredientes secos e misturar bem. No fim, adicionar a água morna e o óleo de coco. Mexer bem até ter uma consistência homogénea. Untar uma forma pequena (o bolo não fica grande) com óleo de coco e farinha e levar ao forno a 180 graus durante 25 a 30 minutos ou até passar no teste do palito.

Cobertura:

1/3 de chocolate negro 70% cacau derretido 1 minuto no microondas com 1 colher de sopa de leite de arroz. Mexer vigorosamente até o chocolate derreter por completo e verter no topo do bolo. [Intolerantes à lactose podem optar por não cobrir o bolo].

Beijos




Quando engravidei do Duarte, a escolha do carrinho de bebé foi um dos temas que mais "luta" me deu. Assim de repente eram demasiados parâmetros a ter em conta: tamanho, estabilidade, preço, cor, material, marca, um trio, um duo... muitos detalhes para uma mãe sem experiência.

Depois de muita pesquisa e visualização de reviews no Youtube a escolha recaiu sobre um Quinny Buzz, que é o carrinho que o Xavier utiliza presentemente. Herdou-o do irmão. Escolhi-o por ser super fácil de montar/desmontar (facilita muito a logística das saídas com os bebés), é um carrinho muito estável quer para passeios citadinos quer para campo (já andou a fazer uns km em terra batida no Zmar). Por um lado é robusto o suficiente para todas as realidades de passeio, por outro tem um design que adoro e que não sai de moda. Para quem faz muita utilização, recomendo. Além disso, para quem planeia ter mais filhos, o material é fantástico, o nosso esteve armazenado 4 anos e está impecável. 

O único desafio agora tem sido arranjar espaço na bagageira para colocar o carrinho e a bicicleta do Duarte, com dois filhos, tudo se altera. Nem sei como vamos fazer nas férias pois ocupa algum volume agora que temos mais uma mala extra. Por isso, não está de parte a possibilidade de comprar um modelo mais compacto, como o Quinny Zapp Xtra ou o Flex, que considero os citadinos ideais para quem tem pouco espaço disponível e pretende um carrinho leve ou até mesmo para quem viaja bastante com crianças. 

Esta semana, a convite da marca, fui conhecer o novo Quinny Zapp Flex by Rachel Zoe, uma edição limitada da linha Luxe Sport resultante da segunda parceria entre a marca e a famosa designer americana e pude fazer um pequeno test drive. Que sonho de carrinho, super leve e fácil de conduzir, sem aquela sensação de peso nos braços (que as mães de 2a viagem entendem melhor pois existem carrinhos que são uns tratores). 

Projetado para pais modernos e ativos pelas razões que enumerei acima, é um mix de carro easy-to-go, muito leve, muito compacto, com linhas modernas e um estilo desportivo classy devido à mistura das cores preto e champanhe. Bem jogado Rachel, aqui esta Rachel ficou fã. 

Se andam na fase de escolha do carrinho, não deixem de ir espreitar este modelo lindo ou os outros modelos Zapp da marca, considero-os os mais uniformes em termos de qualidade x preço x características. 






O que mais gostei:

* É um carro muito leve
*Tem assento reversível: de frente para os pais ou de frente para o mundo
* O assento permite múltiplas posições
* O assento é reclinável para as sestas
* Fácil de guiar só com uma mão
* Tem rodas articuladas giratórias: altamente manobrável
* É muito compacto, requer pouco espaço para arrumação.

[ este modelo já está à venda nas lojas] 

Se optarem por este novo modelo, podem ainda adquirir a mala de maternidade da mesma coleção que além de gira, é espaçosa e muito elegante. É aquela mala que leva fraldas mas que podia muito bem ser a nossa mala do dia a dia cheia de pinta, não acham?



Se gostaram, fiquem atentas ao Instagram, pois vou ter novidades em breve!

Beijos