E eis que o Xavier ditou que chegou a hora de abrandar o ritmo. 
Esta semana, deixei, a custo, o local de trabalho e vim para casa descansar.
Estamos bem, só não queremos um parto prematuro (embora o meu gordinho já tenha 2.500kg).
Não foi fácil aceitar a decisão da médica. Chorei por ter que abrandar. Mas acima de tudo estamos nós dois dois.  

Tinha definido uma meta mental, a de chegar às 36 semanas (fazemos amanhã 35), tal como foi do Duarte, mas acho que me posso dar por feliz por ter tido duas gravidezes tranquilas (esta não tanto), que me deixaram ser ativa profissionalmente até quase ao fim. 

Mentiria se dissesse que foi tudo fácil nesta segunda gravidez, tive semanas pelo meio que me fizeram por tudo em causa. Tive sangramentos entre as 21 e as 26 semanas (tenho ao que parece um colo hiper sensível), tenho uma pubalgia desde as 18 semanas que às vezes não me deixa sequer levantar um pé do chão para me calçar (e que vai ser chata no parto), ciática todas as noites, anemia e outras coisas que precisavam de muitos filtros para ser relatadas. Coisas de grávidas. Coisas que escapam ao estado de graça que só as outras pessoas conseguem ver. Mas como sou uma pessoa persistente (e nada colocava em causa a saúde do bebé) mantive-me com forças até agora, a levar cada dia de uma vez, tal como levo a vida. Nuns dias chorava ao chegar a casa e tombava para o sofá, noutros chegava com a minha energia habitual. Não estou armada em super mulher, nem a apontar o dedo a quem não consegue trabalhar até ao fim. Nada disso. Cada gravidez é diferente. Mas com motivos para vir para casa mais cedo, apenas sei que devo tudo o que faço à minha persistência, tivesse eu de paciência tudo o que tenho de força de vontade. É uma coisa que felizmente pertence às mulheres da família. Não nos conformamos. 

Muitas mamãs pedem-me dicas de como lidar com a ansiedade na gravidez, eu própria acho que nunca vou saber lidar com a minha a 100%, não existem fórmulas mágicas para ela não surgir e sem medicação sinto-me mais vulnerável,  mas uma coisa é certa, manter-me ativa ajuda muito. O trabalho ajuda, o blog ajuda, os hacks de decoração que vou fazendo em casa ajudam, cozinha ajuda, ler ajuda, é importante estimular a mente e não cair no comodismo. Devemos alimentá-la para não deixar a ansiedade dominar o vazio.

 Esta semana tenho tentado encontrar um caminho para manter as rotinas de sono, alimentação e descanso, pois parece que nem sei bem o que é estar em casa e não quero descambar mais no peso do que já descambei. Estava habituada às tarefas rotineiras e à gestão do tempo sem tempo, agora ando à procura de um equilíbrio de tempo que só vai durar umas semanas, até chegar o Xavier e mudar tudo novamente. Mas, mal posso esperar :)

Quanto ao trabalho, não consigo dizer que foi fácil, gosto do que faço e fica sempre aquele aperto no peito por deixarmos as nossas coisas entregues a outra pessoa. Pomos a carreira em "pause" e sentimos medo de sair da nossa esfera profissional. E, por favor, não me julguem ou achem egoísta ou má mãe por pensar assim, simplesmente preciso de todo este "bolo" na minha vida. Não dispenso a fatia da maternidade, como não dispenso a fatia da carreia, a da família, a do blog, a do exercício físico, a dos DIY, todas elas compõem a construção do meu ser. Se às vezes gostava de ter uma vida mais calma e não estar sempre conectada, gostava, mas já experimentei e fiquei em tédio. 

Por outro lado, senti que esta semana me virei mais para mim, para a família e para os cuidados com a barriga e tive menos vontade de escrever e mais vontade de me isolar. Cansaço mental, preocupação com as semanas futuras ou pura e simplesmente preguiça de grávida mas vou tentar andar por aqui até o Xavier permitir.

E por aí, como andam as minhas grávidas?

Beijos,    


A data do amor está à porta e este é para muitos o "Natal" dos apaixonados
O momento do ano em que investem verdadeiramente num momento especial a dois para a relação. Certo? Lá em casa o natal é para a familia e mais novos.

Seja uma fuga romântica, uma ida a um restaurante  de autor, um concerto, uma sessão de cinema Vip ou simplesmente o dia em que se oferece aquela prenda que a cara metade tanto queria. Ideias não faltam, não deixem é de assinalar a data, nem que seja com uma caixa de bombons! 

Abaixo deixo algumas sugestões para Eles:

[cliquem nas imagens para informação de preço]



Apontamentos de Carnaval a bom preço para assinalar a data com os mais novos. Por ai já está tudo escolhido? Por aqui vamos ter um palhaço, a pedido da escola, mas se a escolha fosse livre, provavelmente seria um pirata, o super mário ou um dragão! 

(cliquem nas imagens para informação de preço)



Beijos, 

Faz frio e chove, mas também faz sol e o inverno não tem que ser cinzento nem aborrecido para os miúdos. Por isso, e reciclando um post mais antigo mas muito atual, hoje deixo-vos  
sugestões para programas giros em família e, não menos importante, para todas 
as carteiras e condições meteorológicas. 

Quem é amiga, quem é?

Vejam a nossa passagem pela Aldeia do Sobreiro aqui. Se não quiserem fazer tantos km ou forem de fora de Lisboa um passeio de bicicleta no Parque da Cidade da vossa zona é sempre bem-vindo e com diversão garantida para todos.  

Preparem uma toalha e uma cesta de pic-nic e vão descobrir a Mata de Alvalade, tem mesas, grelhadores, um café com uma esplanada muito simpática (onde fiz o pic nic dos meus 33 anos) um parque infantil e um circuito de manutenção. Além disso, é dos parques mais sossegados da cidade. Se o Duarte fizesse anos no verão, era lá que apostava numa festa estilo gipsy. Outro local que ainda não visitámos com o Duarte é o centenário Aquário Vasco da Gama (crianças até 3 anos grátis, >4 - 2.50€ / Adultos - 5€).  


Com mais investimento sugiro estes passeios que ficam na memória. Quem não tem a famosa foto em criança a entrar no Jardim Zoológico de Lisboa (eu tenho uma entrada triunfal em que fui apanhada a tirar macacos do nariz, um mimo!). Vamos a contas? Crianças até 2 anos grátis, >4 - 14.50€ / Adultos - 16€. Do Badoca Safari Park (crianças até 2 anos grátis, >4 - 15.90€ / Adultos - 17.90€) já somos repetentes, vejam a nossa última passagem por lá aqui. Só nos falta mesmo realizar a Hippo Trip (25€ adultos, 15€ crianças).  

Ora aqui estão dois programas ideais para quando está mesmo mau, chove a potes e não apetece sair do aconchego do lar. Que tal ir à arrecadação ou garagem procurar caixas de papelão, pegar numa tesoura, fita cola e um marcador e criar uma cozinha, um carro, uma garagem improvisada ou uma  falssa TV para os mais pequenos brincarem? Ou então pegar num lençol branco e colocá-lo num sitio estratégico e com mais iluminação e dar asas à imaginação para uma sessão de fotos caseira? 

 


Teatro e cinema são sempre apostas seguras para dias de inverno, além disso, têm a capacidade de prender a atenção dos miúdos. O ano passado vimos o Capitão Miau Miau, que está novamente em cena na Teatroesfera e recomendo. Crianças com menos de 3 anos não pagam, deverão ficar ao colo, >4 e adultos 7.50€. 

E, como não podia deixar de ser, mais um programa com animais, ou não fossemos nós uma pet family, o Oceanário de Lisboa é sempre um lugar mágico a visitar. Já fomos duas vezes com o Duarte aos concertos para bebés (preço: 25€ - inclui a entrada de 2 adultos + bebé e visita livre ao Oceanário a seguir ao concerto) e já foi este inverno pelo colégio outra vez, adora sempre! Se a vossa área for o norte, não deixem de ir conhecer o Sea Life, com bilhetes a partir dos 7€. 

Beijos e bons passeios!


Janeiro e fevereiro são os meses dos bebés. Ou melhor, das feiras dos bebés. A do Continente terminou há dias, a do E.leclerc já foi, o Lidl fez a semana passada uma boa campanha, a well´s está com 30% de desconto direto em produtos e o Jumbo também acaba de lançar uma campanha especial dedicada aos mais novos e às moms to be. 

Da primeira vez não pescava nada disto, desta vez fiquei sentadinha à espera destes meses para fazer as primeiras compras "à séria" e fazer stock de fraldas e toalhitas e da panóplia de tantas outras coisas que compem um enxoval. Algo que não fiz na primeira gravidez por desconhecimento de causa e que dão um jeitão à carteira. 

Por isso, se estão à espera de bebé, ou têm crianças em casa, há coisas que são de aproveitar para comprar agora e usufruir mais tarde: sobretudo cremes, que são sempre dispendiosos. Mas também há brinquedos didáticos, kits de higiene, banheiras, almofadas, esterilizadores, luzes de presença, cremes, soro fisiológico, biberons e por aí fora. 

Deixo-vos abaixo algumas sugestões de bem-estar, para as mamãs e bebés (basta clicar em cada na imagem para informação de preço): 
E aqui algumas sugestões de brinquedos, até para oferecer àquela amiga ou familiar grávida pela altura nascimento, assim poupam tempo e dinheiro na hora de ir conhecer o bebé:
Beijos,




Vivemos numa sociedade de julgamentos fáceis e constantes. Faz parte de nós. É feio, mas inevitavelmente faz.

E o que acontece é que muitas vezes achamos que somos diferentes dos "outros" e que não somos esse tipo de pessoa, mas somos. É difícil admitirmos que julgamos, mas a verdade é que mais facilmente julgamos alguém do que nos posicionamos do outro lado para analisar perspetivas. E fazemo-lo todos os dias - ao olhar para aquele vizinho que nunca sorri, na caixa do supermercado com a empregada sisuda, ao ler o jornal e comentar determinada pessoa, a ver a pessoa x na rede social, etc. 

Acaba por ser contraditório, pois não gostamos que nos façam a nós, mas é como se tivéssemos uma arma carregada sempre pronta a usar quando alguma atitude foge dos nossos padrões. 

Houve uma situação a semana passada que me fez pensar mais a fundo neste tema. Podem achar uma comparação ridícula, mas para mim é válida, pois fez-me refletir. Veio parar aqui à nossa rua um cão abandonado de grande porte, jovem, com alguma agressividade e muito medo. fez vários estragos nos jardins dos vizinhos ao invadir as propriedades e destruir tudo o que encontrava pela frente, desde tapetes, a plantas, mangueiras, etc.
 
Não sendo de ninguém das redondezas e depois de publicado um anúncio para tentar encontrar o dono, as entidades competentes foram contactadas. E começou ai um sacudir da água do capote. 

Percebi infelizmente que existem de facto muitos canis e associações voluntárias, mas ninguém com disponibilidade e capacidade imediata par dar resposta, atuar e ajudar. Desconhecia totalmente esta realidade. 

O Canil Municipal X chutou para o Canil Municipal Y, alegando não ter espaço, a associação voluntaria A da zona (a que acredito ter mais dificuldades) idem aspas e a polícia, que nada pode fazer, mandou-nos voltar à casa de partida: o canil municipal do concelho, que a custo lá disse que "quanto muito podemos ir ver se tem chip, mas trazê-lo não". 

E nós fazemos o que? Ficamos a vê-lo morrer à sede e à fome? Nenhuma instituição se mostrou disponível ou recetiva a ajudar, como se assim de repente fossemos forçados  a ter que adotar mais um cão ou como se fosse culpa nossa ele ter vindo aqui parar e não dos supostos donos que o abandonaram. E é aqui que queria chegar. Todos assumimos que foi abandonado, até pelo comportamento de medo, mas, será que não o andam a procurar desesperadamente porque fugiu? Não sabemos. A verdade é essa. Nunca sabemos. 

Aqui já vivem 5, portanto seria um perfeito disparate ficar com mais um, além de ser imprudente (os meus machos não iam aceitar) e não ter capacidade para alojar mais um sem comprometer as condições dos meus. Acabou por ser um vizinho a apanhá-lo em desespero e levá-lo para a porta do canil. Se o fez de forma feliz? Não. Se o fez sem remorsos? Não. Mas a situação não foi gerada por nós e as entidades responsáveis existem por algum motivo.  Mas sabem o que aconteceu? Quando o levou, teve medo de ser visto e ser julgado por estar a abandonar um animal na via publica. Até eu teria. 

Vejamos este cenário: ele abre o porta bagagens do carro, retira um cão jovem de grande porte e deixa-o à porta do canil. Todas as pessoas nesta situação vão apontar o dedo e julgar "o cão cresceu e agora desfazem-se dele, que vergonha". E o individuo x fica julgado dessa forma para todo o sempre. Porquê? Porque nunca ninguém vai sequer imaginar o verdadeiro cenário, tendemos a ir logo para a pior das hipóteses. E é sempre mais fácil partir para o julgamento imediato.

Há uns tempos todos vimos um vídeo de um senhor a atirar um gato para um jardim, foi criticado severamente na TV por estar a praticar o abandono. Será que estava? Ou será que se estava apenas a tentar livrar-se de um "problema" depois de lhe ter sido negada ajuda em todas as portas? Ele até pode ser o lobo mau desta história e ter praticado mesmo um abandono, mas deu-me que pensar. Nunca vamos saber a outra versão da história senão perguntarmos.

Não queria voltar ao Super Nanny, que até já está em stand bye (ainda bem!), mas voltando levemente ao tema, todos julgámos aquela mãe e apontámos o dedo nos dias seguintes, inclusive eu coloquei em causa se ela saberia bem ao que ia ou se até o fez por dinheiro. E os motivos que desconhecemos? Estará a passar por sérias dificuldades financeiras? Só ela sabe o que a motivou, só ela sabe verdadeiramente a qual a face certa da moeda.
 
Outra situação frequente que sinto nesta fase da vida quando vou ao supermercado é o julgamento fácil que se lê no olhar das pessoas "se está boa para vir às compras, está boa para esperar na fila". Passamos a vida nisto. Somos bons apontadores e maus analistas, porque nos contentamos sempre só com um dos lados da moeda. 

O julgamento tende a anular a nossa reflexão. Uma coisa são juízos de valor, outra são juízos de facto, quando sabemos claramente o que se passa, como na ciência. Tenho a certeza que já todos nos sentimos julgados de forma equivocada, por uma resposta que demos que foi mal interpretada, por uma atitude mais estranha, por um comportamento que sai do padrão, etc e nos sentimos injustiçados. Por isso, vamos tentar julgar menos e respeitar mais? 

A nossa perspetiva das coisas não é única. Nunca conhecemos uma história completa quando julgamos alguém.


Fica para refletir! 

Beijos e continuação de boa semana!






Em dezembro tirei uns dias de férias, pela altura do Natal, numa altura em que me estava a sentir um pouco em baixo de forma a nível físico e psicológico. Era sobretudo psicológico. 

Foi quando de uma semana para a outra comecei a hiperventilar por achar que tinha todos os preparativos para o bebé super atrasados devido aos contratempos desta gravidez e comecei a interiorizar que já não ia ter tempo (e pedalada) para fazer quase nada para preparar a chegada do Xavier. Instalou-se em mim uma ansiedade inconsciente e exagerada que precisava de acalmar. Afinal de contas ainda tinha tempo de sobra, mas as grávidas por vezes sentem estes sufocos repentinos de precisar de ter tudo pronto ou pelo menos começar a ver avanços.

Um dos temas que ainda não tinha decidido era se ia fazer ou não um refresh à decoração do quarto do Duarte, para se tornar oficialmente o quarto dos manos. Não precisava de grandes mudanças, mas achava que parte da minha ansiedade vinha daí, da falta de criar uma zona na nossa casa para receber o Xavier. 

Apesar de gostar muito de decoração e passar algumas horas no Pinterest a namorar ideias, estava um pouco perdida e bloqueada com a reorganização do espaço, sobretudo porque é um quarto de sótão, com uma área esconsa e não conseguia projetar onde ia conseguir enfiar as duas camas e manter tudo o resto sem atafulhar o quarto (e sem ir para o caminho mais fácil, mas nada prático para os primeiro s anos do baby nº2, um beliche). 

Resolvi pedir ajuda à This Little Room, não é segredo que temos uma relação próxima, e já tinham sido elas a tratar do quartinho do Duarte. Levei umas ideias de papel de parede e estantes que andava a namorar, ouvi as sugestões que tinham para me dar, trocámos impressões e em poucos dias tinha a proposta de transformação do quartinho no meu email. Nada como aproveitar o know how de quem faz os quartos mais giros deste país.

A ideia base, que foi respeitada pelas meninas, foi aproveitar ao máximo os móveis já existentes lá em casa e fazer mudanças ao nível das cores e dos objetos para dar um novo ambiente e personalidade ao quarto. Nessa mesma semana disse adeus ao papel de parede listrado que existia no teto (tirei-o eu própria num misto de lagrimas e vontade de mudança) e o quarto deixou de ter paredes azuis e voltou ao branco original.

O espaço já está composto, mas ainda longe de estar terminado, por isso hoje só vos mostro uma parte. Pelo menos estou aliviada por já ter localização para o berço e para a cama do Duarte sem roubar espaço de brincadeira. As meninas da This Little Room conseguiram encontrar equilíbrio entre zonas de descanso e zonas de brincadeira e ainda manter a biblioteca que o Duarte tanto gosta. 

No fundo, para o Duarte foi um upgrade para um novo espaço e uma forma de se sentir ainda mais envolvido com a chegada do mano. Já nos está sempre a perguntar quando vão ficar os dois a dormir lá. 


Uma das coisas que queria mudar eram definitivamente as nuvens que existiam na parede (que eu própria pintei), já as sentia um pouco “abebezadas” para o Duarte, que com 5 anos, gosta é de super heróis e legos e precisava encontrar uma mood mais transversal às duas gerações que vão dormir no quartinho. Nem demasiado crescido, nem demasiado infantil.  
 

Se há algo que me enche o olho são paredes com personalidade. Queria por isso colocar algumas frases ou prints. Desenio veio salvar-me nesse aspecto! Tem um site super completo com posters para a casa, organizado por estilos, onde podem encontrar um mundo de inspiração para reciclar os vossos ambientes. 


Comecei pelo separador “cartazes para crianças” e terminei no “posters com texto”, onde encontrei 3 imagens que me enchiam as medidas e que davam o mood certo que queria para o quartinho. Gosto dos sentimentos que transmitem, é tudo aquilo que desejo para os meus filhos: a partilha e cumplicidade!










O “Togheter poster” transmite aquela sensação de brotherhood, o “Dream Big” a minha forma de educar, sem cortar as asas aos seus sonhos e o “Born to be wild” porque acredito que sendo mãe de dois rapazes, vou ter que alinhar em muitas mais aventuras. 

Não resisti e mandei vir também alguns para a sala, que em breve mostro. Em poucos dias, chegou tudo direitinho via transportadora e este fim de semana já deu para os pendurar.  

O que acham?

No site encontram também molduras nas mais diversas cores e tamanhos para todos os posters.

 
SURPRESA! 


CÓDIGO BABYTIME = 25% OFF


E porque esta minha parceria com a Desenio não acaba aqui, tenho também um super miminho para vocês: todas as compras efetuadas entre hoje e quinta-feira, dia 1 de fevereiro, (exepto handpicked/collaboration posters e molduras), podem usufruir de 25% de desconto se usarem o código "babytime". O complicado, agora, vai ser escolher!