Já ia escrever aqui sobre o tema e nem de propósito a semana passada assinalou-se a Semana Mundial do Aleitamento Materno, por isso, faz ainda mais sentido vir aqui passar o meu testemunho e tentar ajudar quem vai passar pelo mesmo desafio.   


Na consulta de rotina dos 4 meses a pediatra do Xavier desafiou-me a fazer amamentação exclusiva até aos 6 meses, como recomenda a OMS (Organização Mundial de Saúde) mesmo indo trabalhar já agora quando ele completar 5 meses. O que significa que vamos tentar manter o leite materno até aos 6 meses como única fonte de alimento e só depois vamos introduzir as sopas e posteriormente as frutas e papas nos intervalos das mamadas. O Xavier está no percentil 85 de peso e a pediatra não vê necessidade de começar já a comer papas cheias de açúcares - concordei. 

Sou pro amamentação, mas não sou fundamentalista, cada mãe deve ter liberdade para decidir até onde quer ir. Durante a gravidez até achei que provavelmente não ia amamentar muito tempo o Xavier devido à experiência com o Duarte não ter sido famosa (embora bem sucedida, mas cheia de ameaças de mastite). Mas estando a correr bem so far, não vejo razão para não fazer um esforço extra para cumprir esta primeira meta tão importante para os bebés. Os benefícios são conhecidos e tenho muita pena que a lei laboral nacional não proteja este principio como fazem muitos outros países. Ainda assim, não aceitei o "é impossível" e vou tentar. Estou otimista.


"Amamentar em exclusivo durante os primeiros seis meses de vida protege contra a subnutrição, não só nos países em desenvolvimento, mas também nos países industrializados (...) 
o aleitamento materno diminui o risco de infeções gastrointestinais, diminui o risco de obesidade nas crianças e adolescentes, melhora o desempenho escolar e reduz o risco de cancro da mama e do ovário na mãe" 
refere a OMS. 

Esta é para mim uma experiência totalmente diferente da que tive com o Duarte, que com a mesma pediatra, introduziu as papas aos 4 meses e manteve a amamentação nos intervalos das refeições. Contava que ia ser tudo igual com o Xavier, mas o desafio foi lançado e agora não há volta a dar. Por isso, durante este mês estou a tirar leite para deixar em stock para o mês do pai. Uma semana antes de ir trabalhar vou começar a habituá-lo ao biberão. Tenho partilhado algumas dicas pelo instagram e são tantas as meninas na mesma situação a pedir mais informação sobre o tema que achei melhor passar para "papel".



RESALVA: AS DICAS ABAIXO NÃO SÃO A BÍBLIA SAGRADA DA AMAMENTAÇÃO, NÃO SOU CONSELHEIRA DE AMAMENTAÇÃO NEM TENHO EXPERIÊNCIA NA ÁREA DA SAÚDE. SÃO COM BASE NA MINHA EXPERIÊNCIA COMO MÃE E COM INFORMAÇÃO ABSORVIDA FRUTO DA PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS COM MUITAS OUTRAS MÃES. 



PROLONGAR A AMAMENTAÇÃO 


AUMENTAR A PRODUÇÃO - TIRAR LEITE - FAZER STOCK


1. Em primeiro lugar, arranjei uma bomba extratora de leite elétrica, por experiência pessoal anterior, sei que só consigo extrair dessa forma (as manuais comigo não resultam) e sacos de congelação de leite materno para começar a fazer stock em casa. Após testar a bomba percebi que não conseguia tirar muito leite de cada vez (é normal que aconteça) e decidi voltar a estimular a produção de leite com algumas ajudas.




2. Voltei a tomar Promil (suplemento de amamentação) e voltei a beber mais líquidos, incluindo o chá de cardo mariano (à venda no celeiro) que é conhecido por ter propriedades que ajudam a produzir mais leite, o próprio Promil tem na sua composição cardo mariano. Mas regra geral, ajuda bastante beber muita água, podem intercalar o chá de cardo mariano com camomila, erva príncipe, cidreira, etc. Se tiverem dúvidas quanto aos chás serem seguros, consultem o E.Lactancia.  




3. Para não condicionar demasiado as minhas rotinas nem virar escrava da bomba, tiro leite duas a três vezes ao dia, enquanto ele mama. Ofereço uma mama e faço extração na outra em simultâneo (não é a manobra mais fácil do mundo, mas consegue-se). 


4. A altura do dia em que extraio mais leite é no período da manhã, por isso aconselho a fazerem o mesmo, comecem logo na primeira mamada do dia.


5. Comecei com um total diário de 120ml (tirado em alturas diferentes pois só conseguia uns míseros 40ml de cada vez) e neste momento 100ml é o que consigo tirar de uma mama de manhã (altura em que tenho mais produção) e no resto do dia tiro mais 50ml ou 100ml de ambas.  

[Contas feitas, estou a armazenar um total de 200 ml/dia que distribuo por sacos de 100ml e de 50ml. O objetivo com o Promil e com o chá é aumentar estas quantidades (há quem tire muito mais de uma vez), mas para já, aceito o que tenho como o possível.]

6. O leite extraído de manhã vai para o frigorífico e quando volto a tirar junto ao mesmo (não devemos juntar leites de dias diferentes, apenas "o" do dia). Após as 3 extrações diárias congelo. Se quiserem saber mais sobre o armanezamento x validade, sugiro este artigo.




7. Uma dica preciosa que me deram foi a de não desanimar se ao inicio sair pouco leite (parece que é comum) e com o tempo e estímulo vamos conseguindo aumentar (eu já noto resultados em tão pouco tempo). Assim como noto menos produção se beber menos água, por isso, façam dos líquidos uma regra.

8. Vou, sempre que possível, amamentar o bebé na hora de almoço ou extrair leite de ambas não só para aliviar a subida de leite como para armazenar mais, como referi acima.

9. Não entrem em stress se chegar o dia do bebé ficar com o pai e não terem ainda leite suficiente para todas as refeições necessárias, vão retirar mais durante a hora de almoço no trabalho, por isso o stock vai ser reposto. Esta experiência tem sido partilhada comigo por muitas meninas, por isso, confio que assim seja.

10. Sejam positivas, confiem no processo. Há quem diga que extrair leite a ver fotos ou vídeos dos pequenos ajuda a ter mais produção, por isso, não desistam no primeiro obstáculo.


A bomba que estou a usar é o modelo Bomba Elétrica Simples da Lansinoh, faço estimulação do peito 1 a 2 minutos (ferramenta da própria bomba) e depois inicio a extração. Começo com sução moderada e vou aumentando gradualmente até ao máximo. Deixo aqui um vídeo.


Quem mais está neste desafio?

Quem mais em countdown para o regresso ao trabalho?

    

Mudámos de carrinho mesmo antes de ir de férias e não podia estar mais contente com a escolha. 
Já tinha aqui manifestado a vontade de mudar de carrinho pois o nosso tornou-se volumoso para as tralhas de dois filhos, sobretudo porque o Duarte não prescinde da bicicleta e eu não sei viajar sem levar uma casa às costas. Além disso o nosso já tinha uns anos e o sistema de fecho estava a acusar desgaste. Fez muitos km de passeio!

Inicialmente estava inclinada para um Quinny Zapp (que acho super compacto) e é uma marca que sempre gostei, mas a escolha acabou por ser um Bebéconfort Laika. É um novo modelo que não conhecia e onde, após muitas pesquisas online, encontrei todas as características que procurava: conforto, dimensão reduzida, peso leve, ser compatível com o babycoque, reclinável e o que mais gostei: ser um misto de carrinho urbano x carrinho bengala, ou seja, é um carrinho com visão de futuro, para usar na boa até aos 3.5 anos (não terei que comprar mais nenhum para mais tarde). Além de que se abre e fecha tipo leque com apenas um click. É acima de tudo prático e isso combina comigo! Encontrar um carrinho que "casa" com o nosso lifestyle é meio caminho andado para o sucesso.



Percebo bem a missão complicada que os pais têm para encontrar o carrinho ideal (been there) e quando me perguntam que carrinho escolhi a verdade é que não consigo despejar apenas a marca e o modelo pois dentro da mesma marca pode haver um modelo mais adequado para o estilo de vida que pretendem fazer com o bebé. Com base na minha experiência de mãe, gosto de fazer perceber que há muitos factores a ter em conta e por isso resolvi partilhar este meu achado e aproveitar para deixar algumas dicas para quem está neste momento à procura do carrinho ideal. Muitas vezes olhamos só para o design (que se quer giro) mas esquecemo-nos do resto.



DICAS PARA A ESCOLHA DO CARRINHO CERTO:


1. Budget: definir um orçamento é o passo base para começarem a procurar.

 
2. Espaço: analisar o espaço disponível para transportar/arrumar o carrinho, quer em casa quer na mala do carro (onde ele vai andar muitas vezes).


3. Utilização: perceber se a utilização vai ser mais citadina ou rural. Para o meio cosmopolita um carrinho com rodas pequenas e duras serve na perfeição, porém se viverem no campo ou se pretendem fazer muitos passeios ou caminhadas, talvez seja melhor optarem por um carrinho de rodas grandes com câmara de ar.  


4. Peso: o peso do carrinho é um factor muito importante, sobretudo para as mamãs que o vão carregar mais vezes pois são quem acaba por estar mais tempo com os bebés nos primeiros meses de vida. Um carrinho pesado pode dar umas valentes dor de costas.


5. Ver vídeos: vejo sempre reviews e opiniões antes de escolher, um bem haja ao Youtube.


6. Lifestyle: escolher o carrinho de acordo com o nosso lifestyle é para mim a dica mais importante de todas e a mais difícil pois antes de sermos mães não fazemos ideia de como é a experiência de utilização de um carrinho, fazemos a escolha com base em suposições. Por isso, a minha sugestão é que ponderem bem todos os aspectos acima antes de avançar. Eu saio quase todos os dias com o Xavier, para mim é impensável ter um carrinho pesado e que requer muitas manobras para montar/desmontar, procuro sempre uma solução prática e leve e foi o que encontrei com este modelo.


Aproveito para vos deixar um vídeo onde podem ver todos os pormenores:



Espero que vos tenha sido útil!

Beijos 
 


Neste segundo filho estou a conseguir viver as coisas de outra forma e o facto de já ter passado pela experiência da maternidade anteriormente tem-me ajudado a ter mais calma perante os desafios que vão surgindo. O primeiro após o parto e um dos maiores e mais exigentes da fase new born é sem dúvida a amamentação. Um caminho que escolhi tal como no primeiro filho e onde já somo 4 meses de sucesso.  


No primeiro filho, apesar de ter feito um breve curso de preparação para o parto, não procurei muita informação sobre o tema amamentação pois pensava eu que se amamentar é uma coisa natural, não devia ser assim tão complicado enfiar a criança ao peito e esperar que ela se alimentasse. Devia ser assim tão fácil, mas não é. Exige alguma preparação e resiliência.


Basicamente quando o Duarte nasceu fui atirada aos leões, em poucos dias tinha os mamilos gretados e em sangue. Corriam-me as lágrimas sempre que ele mamava e ficava nervosa sempre que se aproximava a hora dele comer. A pessoa parece que vai cumprir castigo por todas as formigas que pisou em criança ou pelos lápis de cor fanados no infantário só para conseguir encher o estômago-tamanho-de-uma-ervilha do bebé. São uns dias bem tramados ali taco a taco com os baby blues.

 
E a subida do leite em casa? Terrível! Peito sempre em pedra, duches de água quente para aliviar, bomba para tirar o excesso de leite, ameaças de mastite constantes. Quando não estava a cuidar do bebé estava a cuidar do peito e sempre em modo nem-sei-bem-mais-que-lhe-fazer! Mesmo assim o Duarte ainda mamou meses a fio, fruto da minha persistência, mas demorei muito tempo a estabelecer a amamentação e a encontrar conforto.


Felizmente não somos todas iguais e há mulheres a quem até não custa nada, mas tenho para mim que há muitas recém mamãs a penar como eu penei por falta de preparação. E outras tantas a desistir na primeira semana e a passar logo para o suplemento ou LA (se estiverem num grupinho de mamãs do Facebook) porque chega a ser uma prova de fogo. Não as condeno. 


Desta vez fiz tudo diferente. Adotei uma atitude preventiva com recurso a vários produtos disponíveis no mercado para as mamãs que me ajudaram bastante. Não foi tudo fácil, também tive os meus momentos de "vou desistir que isto é uma tortura" mas foi bem mais soft em comparação com a primeira experiência e em menos tempo (muito menos!!) a amamentação ficou estabelecida e sem traumas.




DICAS PARA TER SUCESSO A AMAMENTAR (OU O QUE RESULTOU POR CÁ):


1. 
Amamentar em livre demanda, esqueçam a regra das 3h em 3h, o bebé mama quando quer. E se a maminha da mãe já estiver prestes a estourar é por o bebé a aliviar (que é como quem diz, dar-lhe maminha). 


2. 
Se o bebé mamar e mesmo assim o peito continuar cheio podem usar a bomba extratora de leite para aliviar, mas não aconselho a tirarem muito leite pois pode provocar a produção excessiva. Desta vez nem toquei na bomba na fase de subida, vou usá-la a partir de agora para fazer stock de leite para quando for trabalhar. 

[por outro lado, se tiverem pouco leite, coloquem o bebé a mamar mais vezes e podem estimular com a bomba para aumentar a produção. Cada caso é um caso.] 


3.
Usar logo na maternidade as conchas de leite, mesmo que ainda não sintam dor.  Porquê? Para evitar que os mamilos rocem no tecido do soutien ou camisa de noite e fiquem assados. Os mamilos devem estar ao ar o maior tempo possível e com visitas a entrar e sair esta é a forma mais discreta e prática.
 
 
4. 
Usar também desde a maternidade um creme protetor/cicatrizante de mamilos, o da Lansinoh é o meu preferido, encontram em qualquer farmácia.


5.
Sempre que aplicam o creme, colocar por cima as conchas de leite ou (quando já doem) os discos de hidrogel (estes foram os preferidos), são lifesavers e vão evitar que fiquem em sangue (safei-me graças a eles).
 
[Dica: como são caros, só duram 24h cada e vão precisar de pelo menos duas embalagens, cortem-nos em 4 de forma a taparem só o bico ferido e não todo o mamilo (pois não é necessário) e desta forma estão a multiplicar as utilizações. Outra dica: existe película nas duas faces, rentabilizem e usem as duas faces (assim duram 48h).] 


6.
Se viverem num local isolado ou tiverem um cantinho escondido com entrada de luz natural, coloquem o peito 15 minutos ao sol. Sim estou a falar de topless mesmo, ajuda bastante a cicatrizar.


7.
Se não conseguirem evitar o surgimento de gretas, experimentem amamentar com recurso a bicos de silicone, usei com o Duarte e aliviam bastante a dor.


8.
Quando o bebé mamar e mesmo assim a mama continuar quente e cheia (às vezes parece que temos uma sensação de febre interna), coloquem compressas quente/frio reutilizáveis para aliviar, neste caso frias para acalmar. Se o peito tiver encaroçado utilizem em versão quente e posteriormente massajem com óleo de amêndoas doces para quebrar os caroços. Cheguei a dormir com as compressas em versão terapia fria colocadas no intervalo das mamadas para evitar acordar com elas em pedra. Resulta.


9.
Optem por soutiens sem enchimento, só vão atrapalhar na hora de desviar o tecido para por o bebé a mama e são desconfortáveis. 


10.
Se precisarem de uma bomba extratora de leite, optem por uma eléctrica, as manuais são um 31, quando já estamos a ficar sem pulso é que finalmente começamos a extrair qualquer coisa mais substancial. Em breve falarei da minha aqui no blog. 


11.
Para aumentar a produção de leite (além de pôr o bebé à mama em livre demanda) podem optar por tomar sumplementação, aqui tomei Promil no primeiro mês e beber chás que estimulam a produção, como o chá de Cardo Mariano que encontram à venda no Celeiro (beber 1l por dia) e muita água nos restantes intervalos.


12.
Last but not least...não desistir à primeira. 
[mas se não correr bem também não façam disso o fim do mundo, deram o vosso melhor, ok?]
Os primeiros 15 dias ou mesmo o primeiro mês é o mais complicado até a amamentação estabelecer, a partir daí tudo muda e fica mais fácil. 

 Continuo a amamentar em exclusivo e em livre demanda durante o dia sempre que ele pede, o que dá uma média de mamadas de 2h em 2h e no intervalo da sesta maior 4h. Durante a noite já nem sempre dou pois ele já faz algumas noites completas (embora não tenha isto como um dado adquirido pois o Duarte voltou a mamar de noite com a introdução das papas  existe sempre a famosa regressão do sono que acontece por volta dos 4 meses). A maternidade vive-se um dia de cada vez. 

Espero que vos tenha sido útil e perdoem se foi demasiado longo e descritivo!


Beijos




Planear o restyling do quartinho para receber o segundo filho foi talvez o maior desafio dentro do separador "preparativos da gravidez" que encontrei. Tinha muita coisa para fazer caber num só quartinho (assim que soubemos que era outro menino decidimos logo que iam partilhar o quarto) e estava perdida quanto à disposição da mobília: não conseguia encontrar um fio condutor (e olhem que até gosto de decoração). Além disso, é um quarto de sótão, com áreas baixas, o que elevava ainda mais o desafio. 


Desafio esse que entreguei mais uma vez às mãos da Kátia (madrinha do Duarte) e da Miriam da This Little Room, um atelier de decoração especializado em quartinhos infantis. A versão anterior do quarto do Duarte, que simplesmente adorava com as riscas azuis no tecto (podem ver aqui) também já tinha sido projetada por elas. E é como dizem: em equipa vencedora não se mexe.


Estivemos reunidas para discutir ideias e basicamente deixei a batata quente do lado delas. O resultado maravilhoso está à vista. O único pedido que fiz foi o de aproveitarem a maioria do mobiliário existente pois não queria investir para já em novo, alterar a paleta de cores e encontrar uma alternativa para substituir o papel de parede que escolhemos em conjunto. Mal chegou o 3D fiquei logo in love e com vontade de mudar na hora!!! Adoro mudanças!


Porquê recorrer a um Atelier de Decoração?


Acredito que ainda existe algum desconhecimento sobre este tipo de trabalho misturado com algum receio de se contratar um atelier de decoração e se pagar um balúrdio, por isso, vou tentar explicar como as coisas funcionam e que vantagens encontro pois existem aspectos que acabam por se tornar compensadores (aposto que já todas comprámos aquela peça ou móvel errado que depois não liga com nada certo?).


Em primeiro lugar acho importante explicar (pois também era uma dúvida minha) que este tipo de trabalho pode ser feito de várias formas, pode ir desde um trabalho mais simples de consultoria on-line (em que recebem um mood board com sugestão do tipo decoração com base no espaço) ou até mesmo uma planta com ambientes 3D online (sem deslocação da equipa à vossa casa) a um trabalho mais completo - como o do quarto do Duarte e Xavier - que inclui visita ao espaço para medições e  projeto entregue em planta e ambientes 3D à escala, uma ajuda preciosa para se ter uma ideia real do que cabe no espaço e fiel ao resultado final. 

Para quem não quer ter trabalho nenhum, podem optar por um projeto chave na mão, onde a equipa assegura a montagem integral do quartinho. Podem espreitar os diferentes serviços aqui

É caro recorrer a um Atelier de Decoração?

No fundo a ideia que vos quero transmitir é que um atelier de decoração como o da This Little Room está ao alcance de todas. Somos nós que decidimos até onde a nossa carteira permite ir e é uma grande ajuda quando andamos perdidas sobre como aproveitar o espaço da melhor forma e garantidamente ficamos com um quartinho de sonho! 

Vantagens de se recorrer a um Atelier de Decoração

A grande vantagem de recorrer a este tipo de ajuda é sem dúvida a consultoria, a experiência profissional e a projeção do espaço com harmonia entre o design e a praticidade. O olhar profissional é sempre melhor do que o nosso, conseguem apresentar soluções estudadas ao pormenor e de acordo com o valor que temos disponível para gastar na decoração em si do quarto, como podem ver pelo quarto do Duarte e do Xavier, muitas peças são Ikea.

E agora, deixo-vos o resultado final:




[ ao fundo, na parede, foi criada uma nova área de lazer para os manos ] 




[ Tapete estrela Vertbaudet ]




[ a biblioteca mudou de sitio para perto da janela, zona com mais luz natural e é um segundo local de lazer ]










[ Candeeiro Teepee Pineaple Company ]




Eu, o Xavier, a Kátia e sua a mini Francisca (minha afilhada linda) e o Duarte!

Gostaram?

Se quiserem saber mais alguma informação estou disponível.
Beijos

Quis testar uma receita de Nutella saudável e sem açúcar para os lanches do pequeno e quem acabou por ficar fã fui eu. O sabor e a consistência ficam óptimos e nada atrás da famosa Nutella, que é maravilhosa mas calórica-como-tudo e pouco interessante ao nível nutricional.

A receita está no blog da Health Coach Mafalda Antunes e conto repeti-la esta semana para adoçar a boca sem culpas no cartório, até porque esta recuperação pós-parto ainda vai a meio.

Na despensa vão precisar de ter avelãs, açúcar de coco, óleo de coco, leite vegetal e cacau cru em pó. Eis o que usei:







Fica de-li-ci-o-sa!



- Aaah tiveram mais um bebé?
- Sim!
- E o que é?
- É menino!
- Ah outro menino. Paciência. O que importa é que tenha muita saudinha!

Espera... Pa... Quê?


Ai sabem lá, eu juro que já o tentei dar, trocar, fazer uma permuta, vende-lo no ebay, regateá-lo no olx, sorteá-lo num giveaway para aumentar seguidores já que o Facebook anda a arrasar o alcance do blog à caça de publicidade, sei-lá-eu, tudo em troca de uma miúda, mas ninguém me fica com ele e agora tenho que o criar. Ainda por cima a trabalheira que foi carregá-lo 9 meses na barriga para depois me sair com uma pila. Uma injustiça! Tenho aqui um problema em mãos para a vida, bem sei. Todos os dias me ajoelho no milho por não ter sido capaz de fazer um casalinho e agora ter que criar dois machos.


NÃO. Não foi isto que respondi domingo ao "casal de conhecidos" com que nos cruzámos na rua mas podia muito bem ter sido de tantas as vezes que já ouvi estes disparates. Uma mãe chega a uma altura em que já enjoa e começa a apetecer dar umas respostas criativas só para testar reações. Calhando isto começava a mudar umas mentalidades. É que as pessoas até são capazes de reforçar estas maravilhosas expressões com aquele encolher de ombros que traduzido é igual a "coitados lá tentaram e saiu outro rapaz".


Juro que já tentei perder tempo a tentar perceber de onde vêm estas ideias pré-concebidas de que:

UM - as pessoas só vão ao segundo para ter um filho do sexo oposto! - ERRADO

DOIS - as pessoas ficam muito aborrecidas se acontecer ter dois filhos do mesmo sexo! - ERRADO

TRÊS - uma família que já tenha um casal não precisa ir ao terceiro porque já está "despachada" - ERRADO

QUATRO - quem tem dois meninos "ainda falta tentar a menina" - ERRADO

CINCO - quem tem duas meninas precisa do menino - ERRADO
SEIS - quem tem uma carrada de crias do mesmo sexo e porque está a tentar até à exaustão para ter o menino ou a menina - ERRADO


Para que isto fique bem claro, expressões como "paciência", "saudinha é que é preciso", "agora falta tentar a menina", "o casalinho é que era", "ainda vão à menina" são totalmente desnecessárias. A evitar por completo. Trocado por miúdos é como eu se fosse a pessoa mais azarada do mundo por ter sido mãe de dois meninos. Olha que esta.. só por isso um dia ainda mando vir mais um menino (ali perto dos 40 para ser o meu bebé até à velhice)!


É que ser mãe é só a melhor coisa do mundo, seja de um menino ou dois ou três e e vice versa para o feminino. O sexo das crianças é só o pormenor MENOS importante de tudo o que envolve a maternidade, mesmo que a pessoa tenha sonhado uma vida inteira ter uma menina (não foi o meu caso) e depois saia um menino. A partir do momento em que os temos na barriga o único desejo é que tudo corra bem.


Por isso, vamos lá arranjar umas expressões mais simpáticas, pode ser?



Comer bem fora de casa é sempre uma dificuldade, sobretudo quando em período de pós parto não queremos pisar a bola para ajudar o corpo a ir ao lugar, mas ao mesmo tempo sabe-nos pela vida uma refeição fora de casa para desanuviar. Não ando a seguir nenhuma dieta em particular, sou um bocado avessa ao rigor das dietas, mas tento sempre fazer boas escolhas para compensar os dias em que apetece sair da rotina do bom comportamento (normalmente acontece ao fim de semana). 

A semana passada tive um almoço de amigas na Despensa N.6, em Lisboa, que na verdade já conhecia e por isso a ideia pareceu-me perfeita. O Xavier até ajudou e dormiu um soninho bom por lá. Foi tudo o que estava a precisar, comida saudável acompanhada de boa conversa num sitio giro. Às vezes é preciso mesmo tão pouco para renovar o ar. A ideia de que estar em casa com os bebés é uma vida tranquila é completamente errada, existem dias claustrofóbicos em que temos que abrir a gaiola e sair.
  
A Despensa N.6  é conhecida por ser a primeira “healty pastry” de LX, onde todos os produtos são gluten & sugar free. Nesta pastelaria saudável, onde também há brunch, não entram ingredientes artificiais, não se recorre a trigo, milho, açúcares e óleos refinados. Uma excelente opção para celíacos, diabéticos, intolerantes alimentares, e amantes da comida em geral como eu!!!


UM DELICIOSO MENU DE VERÃO:
Optei pelo sumo de fruta do dia (banana e kiwi) e provei umas das novidades de verão - o wrap! Escolhi o de húmus (também há de atum ou frango). A massa tem qualquer coisa de diferente, é mais tenra que a habitual dos wraps, assemelhasse à dos crepes e fiquei surpreendida pela mistura positiva dos sabores. Uma refeição saudável, saciante e muito boa. 


Para a sobremesa deixei-me ir pela sugestão da casa que foi a maior surpresa: o gelado Paleo! Uma bowl de gelado de frutas com canela, topping de banana às rodelas, nozes e granola homemade. Uma combinação tão saborosa que voltava já hoje para repetir. 



Fica a dica para quando quiserem quebrar a rotina sem culpas. 

Se tiverem curiosidade, podem espreitar aqui mais informação.

Beijos