Vamos ser honestas, não há mulher que não tenha vaidade em si e uma peça nova ou um acessório levantam sempre o ego, seja no Dia da Mãe seja em qualquer dia do mês. A maternidade tornou-me mais ponderada na decisão de compra, até porque existe um outro ser para alimentar e vestir, mas não me tirou a autoestima e todas gostamos de ser mimadas, verdade? Quantas vezes não nos sentimos mais confiantes com aquela peça de roupa nova? Quantas de nós não gostam de estrear um fato de banho novo cada ano? Hoje deixo-vos algumas novidades em modo sugestão para o Dia da Mãe. Sejam quais forem os planos, mimem-se! (link para todas as sugestões na legenda)


1. Cool Tempations | 2. Houndstich  | 3. Cia. Marítima (o preferido dos preferidos) | 4. Magnolia| 5. Gosh | 6. UGG | 7. UGG | 8. SKUNKFUNK | 9. SportZone Deeply | 10. Gosh | 11. Mon Guerlain | 12. Sport Zone | 13. Mango | 14. Mango| 15. Gioseppo | 16. Merrel | 17. Zara | 18. Mango


Porque nunca se recusa um bom copo de vinho nem uma boa refeição de gastronomia regional encerro este capítulo com sugestões de locais para comer em Mértola e arredores. 

Antes disso, tenho que ser honesta e fazer uma ressalva, não conheço muitos restaurantes na zona porque ir ao Alentejo significa juntar a família à mesa da sala de estar e saborear os pratos tradicionais feitos pelas melhores cozinheiras que conheço, a minha mãe, tia e avó, que confecionam os sabores alentejanos com a sabedoria de gerações (toda a minha família é alentejana)! Por isso, normalmente quando saímos até é para ir comer algo não tradicional. 
Destaco a pizzaria O Forno, em Almodôvar, que tem as melhores pizzas de forno de lenha que conheço. Também existe outra muito boa no Monte Corvos - A Paragem - que está sempre cheia e convém ir cedo, pois são muitos os apreciadores das pizzas de massa caseira que lá vão parar. Adoro sair das Minas de São Domingos depois de um dia de praia e ir buscar uma pizza. Em ambos os espaços podem escolher outros menus, com pratos tradicionais e em conta. Um bitoque (bem servido) para o Duarte custou-nos somente 5€ na pizzaria o Forno. 
E, agora pela Páscoa, descobri o Espaço Casa Amarela, em Mértola, que além de ter uma localização privilegiada com vista panorãmica sobre o Rio Guadiana, funciona como restaurante de dia e à noite como bar de vinho e tapas, com música ao vivo. Um local perfeito para descontrair, beber um bom vinho e apreciar os pratos tradicionais que chegam à mesa com uma apresentação gourmet, sem descurar os sabores da região. Rendi-me às migas com espargos e secretos de porco com ananás, divinais! O preço é acima da média e o atendimento podia ser mais rápido, mas como éramos um grupo grande, não quero estar a ser injusta. Pela vista e pela refeição, valeu muito a pena. Resta-me voltar à noite para apreciar um bom cocktail à beira rio e sob o céu estrelado da "minha" Vila Museu.



Beijos

« Procura-se! Raffy, O Coelho Ladrão de Livros »

O Duarte recebeu este livro nos anos e desde então que é um dos nossos preferidos para os momentos de leitura pela história e pelo simbolismo da prenda. Quem o deu (uma amiga minha) sabe que o meu petiz gosta muito de livros e parece que foi escolhido a dedo para ele. Não tenho um ladrão de livros em casa, mas tenho o menino que gosta de levar 1 ou 2 para a escola quase todos os dias e que pede um livro novo sempre que vamos a um supermercado (socorro!).

Ultimamente quando me pedem sugestões de livros para oferecer refiro este pois foi uma bela surpresa cá por casa. Finalmente tive tempo para o fotografar e partilhar aqui o feedback.

E agora vamos à história. O Raffy é um coelho diferente, que só pensa em livros em vez de alfaces fofas e cenouras crocantes. Ele é procurado por suspeita das seguintes infrações: fugir sorrateiramente com álbuns ilustrados, furtar livros de receitas, deitar a mão a dicionários, surripiar romances e desviar poesia. 

É uma espécie de policial infantil, onde o crime é gostar de livros e cujo culpado responde pelo nome de Ralfy (quase sempre!) e é uma personagem deliciosa que deixa os mais novos literalmente presos ao desenrolar dos acontecimentos e com muita vontade de explorar as páginas seguintes. Para mim, enquanto mãe, o aspecto mais positivo deste livro é, sem dúvida alguma, conseguir promover o gosto por literatura juntos dos mais novos.  

Cá por casa, o Raffy podia ser o Duarte que também tem uma biblioteca e que se perde com livros. Será que o Raffy vai ser apanhado? 

RECOMENDO! 



Livro aqui | Cubos com nome Saguim & Rato
Porque se aproxima um fim de semana grande e porque prometido é devido, hoje deixo-vos os melhores hotéis rurais para ficar em Mértola e arredores. Assinalei os que são mesmo em Mértola e os que são mais afastados, mas que ficam num raio de 30m de carro e que permitem de igual forma ir visitar os pontos turísticos da "minha" vila museu. Se ficarem pelas Minas de S. Domingos têm praia fluvial garantida com água morna, se forem para a Almodôvar, além de um turismo rural pacifico e rodeado de natureza, podem ainda ir até às piscinas municipais que são muito boas e que recomendo. Feliz é quem viaja! 








Ser mãe de um rapaz de 4 anos é ter dias tão imprevisíveis quanto o Benfica conseguir ganhar o campeonato este ano. É viver na corda bamba entre dias muito bons ou dias apocalíticos. É ter birras de efeito “caixinha de surpresa”, como se estivéssemos a assistir a um espetáculo de magia onde nunca sabemos se o mágico vai tirar uma pomba mansa da cartola ou uma lebre brava. Esta birras são uma espécie de versão melhorada dos terrible two com o vasto vocabulário adquirido durante os 3 anos e o plus do poder de argumentação dos 4 anos. 

Quem tem filhos nesta fase sabe certamente do que falo, uns dias são uns doces, enchem-nos de beijos e dizem frases carinhosas que nos deixam a babar por mais, outros dizem que somos más e batem o pé porque já não são nossos amigos. Recriam connosco os mesmos amuos que têm com os amigos da escola, como se de repente também tivéssemos 4 anos e quiséssemos muito ganhar a bicicleta. Tenho para mim que esta é mesmo a idade da pirraça, envolta numa tentativa de afirmação da personalidade, onde tudo é alvo de contestação (a temperatura do leite, a disposição dos brinquedos, a cor da escova de dentes, a mãe que acabou de comer a sopa primeiro, o pai que fez mais golos do que ele e por aí fora). E como é feita essa contestação? Com cara amuada 70% das vezes ou com pequenas crises de choro forçado dignas de uma aula de expressão dramática. 

E assim, para quem ainda não chegou lá, vou explicar resumidamente como são as birras dos 4 anos comparando-as a um mini teste de personalidade, sendo que todas as respostas são válidas e não existe um padrão fixo. A conclusão final é só uma: eles gostam de nos desafiar, fazendo pirraça! 

Na hora de…
Acordar:
A) Bem-disposto e falador
B) Zangado, de olhos franzidos e de mal com a vida
C) Acorda bem, mas o leite com chocolate tava mais para o quente ao invés de morno e é melhor chorar

Vestir:
A) A mãe veste e nem liga à roupa
B) Faz um drama porque a t-shirt pica
C) Quer levar a t-shirt da patrulha pata 5 dias da semana e como não pode, chora!

Comer:
A) Pede sopa e elogia dizendo que tava muito boa
B) Brinca com a comida durante 30m e diz que está cheio
C) Bate o pé para não ir para a mesa, vai para a mesa obrigado e chora enquanto decora quantos retângulos tem o tapete

Ficar na escola de manhã:
A) Corre para o melhor amigo e desatar a brincar
B) Amua no corredor porque não quer ficar na escola
C) Faz birra ao fim do dia porque não quer ir embora da escola

Brincar:
A) Pinta, escreve, joga futebol e canta enquanto se diverte sozinho
B) Chama mãe ou pai de minuto a minuto para confirmarmos que o lapis amarelo está mesmo a pintar amarelo 
C) Chora porque Blaze quer passar o dia todo a brincar e a mae e o pai têm outras tarefas

Tomar banho:
A) Nunca quer
B) Nunca quer
C) Nunca quer
D) Depois de estar na banheira chora porque não quer sair

Deitar:
A) Tem alergia crónica à cama e bate o pé na sala
B) Quer sempre brincar mais 5 minutos
C) Pede para ir para a cama em 1% das noites

Claro que, tirando estes pequenos grandes detalhes ou mesmo com todos estes grandes detalhes, continua a ser maravilhoso ser mãe deste aprendiz que ultimamente só quer escrever e fazer contas. Será para melhorar a argumentação nas birras? Temo que, com tanto gosto pela escrita, qualquer dia começe a colocá-las por escrito. 


Fotos: Canon M10 | Look Duarte: Zippy 

(não sei a idade desta relíquia, mas vou tentar saber)

Nasci numa família humilde, proveniente do baixo Alentejo onde os mais velhos se dedicavam à agricultura e as mulheres à única atividade existente na região para além do trabalho no campo - a costura. A minha avó materna costurava, a minha mãe e a minha tia aprenderam a mesma arte com ela e já a entrar na fase adulta especializaram-se com um curso de costura. O próprio sogro da minha tia era Alfaiate e dedicou a vida a fazer fatos por medida. Toda a vida as máquinas, os botões, as agulhas, os cones de linhas, os moldes, a fita métrica, o giz para marcar o corte e as tesouras fizeram parte de mim. Não tenho dúvida alguma de que a minha vontade de estar constantemente a criar algo, a escrever, a fotografar ou a fazer DIY´s provém dai. Quando era pequena aproveitava as sobras de tecido para fazer saias e tops para as Barbies e pregava-lhes botões no meio para enfeitar.

E, se por um lado a figura do Alfaiate sempre foi vista como uma profissão nobre, dirigida a nichos e bem paga, a figura da costureira esteve sempre mais à margem e ainda hoje é encarada como a da empregada fabril e modesta que não teve sorte na vida. Mas todos temos vaidade e todos compramos roupa feita por estas artistas invisíveis. Cada uma das mulheres batalhadoras que me educaram virou-se com melhor que sabia fazer e de acordo com as oportunidades que foram surgindo. Nunca passamos dificuldades, nunca fomos pobres, mas também nunca fomos ricos. Uma coisa é certa, não venho de um berço de ouro, mas tive uma educação de ouro. E, se há área que conheço por dentro e sei que é subvalorizada é exatamente a da costura, poucas sabem fazer bem, poucas seguem hoje em dia essa arte de criar de raiz ou de fazer arranjos e mesmo quando havia muita mão de obra, era mal paga. Acompanhei anos a fio a vida da minha mãe em fábricas de costura a produzir peças de raiz aos magodes para boas marcas por preços unitários tão baixos quanto um café hoje em dia.

Mais tarde e já com maior perceção das coisas, recordo-me muito bem de ver a minha mãe, que atualmente trabalha numa loja de arranjos e com melhores condições (é curioso, as pessoas pagam mais por um arranjo do que uma costureira fábril recebe por fazer uma peça), a fazer peças inteiras por uns míseros 250 escudos. Calças com vinco, blazers com pregas, vestidos com feitio, saias, com forro, sem forro, com botões, com etiquetas, com passagem a ferro, a terem um custo unitário muito pouco justo para a mão de obra envolvida. É uma economia que exige produção em massa e muitas vezes horas extraordinárias para gerar lucro. E em nada justa. Durante os primeiros anos da minha infância a minha mãe trabalhou numa fábrica onde tinha 2 minutos contados para ir à casa de banho sob o olhar atento e implacável da chefe de produção. Uma condição impensável hoje em dia, ou não, visto que ainda em 2013 o edifício Rana Plaza no Banglash colapcou e causou a morte de 1.138 pessoas e 2.500 feridos, tornando-se o quarto maior desastre industrial da história. Ou seja, um total de 3.638 pessoas que trabalhavam em condições precárias de produção.


Antes de ir para o Alentejo vi uma notícia sobre a Fashion Revolution Week, que está a decorrer em Portugal até dia 24, e enquanto vasculhava as coisas antigas da minha avó, como a máquina Singer da primeira foto, ou a maleta da marca Oliva que encontrei cheia de cartas da adolescência da minha mãe e tia, dei por mim a refletir sobre o quão desajustada é a industria da moda. Todos queremos comprar bom e barato, e contra mim falo, ando sempre à procura de boas escolhas, e quase nunca nos preocupamos em perceber o processo de produção embora todos saibamos que existe exploração por trás. Esta tomada de consciência é ainda mais grave no meu caso pois acompanhei de perto como funcionam alguns processos de produção e talvez por isso viva num paralelismo sempre que vou às compras 1º acho as peças caras tendo em conta que sei que o custo de produção é mísero, 2º sei notar bem quando as peças estão mal finalizadas e 3º compro quase sempre o mais em conta tendo em conta a primeira premissa, mas essa decisão pode estar longe de ser a mais justa a nível global. Ou seja, se é mais barato para mim é porque a marca está a lucrar o mesmo que as restantes e talvez implique um processo de produção ainda mais mal pago.


A Fashion Revolution Week que desconhecia até agora, mas que não é novidade e já vai na terceira edição nacional, tem como objetivo sensibilizar o sistema da moda para uma maior proteção das economias locais e dignidade dos seus trabalhadores. Uma das formas em que podemos contribuir para melhorar este ecossistema é apenas com a exigência da transparência no processo de fabrico, da mesma forma como gostamos de saber que o leite que bebemos vem de uma fábrica que cumpre as normas de higiene e segurança, também nos devemos tornar mais exigentes com a origem da cadeia produtiva das nossas roupas. A verdade é que as marcas já estão a trabalhar nesse sentido fruto de consumidores mais informados, e sem dúvida que “saber quem faz as nossas roupas e qual a sua origem é o primeiro passo” para tornar a indústria mais honesta e humanitariamente justa.

Fotos: Canon M10



No fim de semana passado fugi com os meus (cães incluidos) para o meu cantinho preferido - a casa de família no Alentejo - localizada numa aldeia pequenina nos arredores de Mértola onde passei as melhores férias da minha infância a brincar às escondidas, a apanhar bichos na rua, a jogar ao pé coxinho, à cabra cega, onde os dias pareciam mais longos e as noites se prolongavam com brincadeiras na rua sob a lua cheia e a brisa quente típica do Baixo Alentejo. 
Eram os melhores férias do ano inteiro. Os 15 dias em que tinha verdadeira liberdade. Os únicos carros que circulavam eram a carrinha do pão ou do peixe, que vinha todas as semanas, ou a do senhor que vendia queijos porta a porta, uma tradição que até hoje se mantém, por isso, a minha avó deixava-me andar sempre na rua. É um monte muito isolado, com casas caiadas de branco e barra azul, como manda a tradição, onde os mais velhos viviam do trabalho no campo e de onde os mais novos, os da geração da minha mãe, partiram em busca de melhores condições. Hoje é um monte cheio de história a cada porta fechada e apesar de ainda ter alguns habitantes, só ganha vida nestas alturas festivas em que os filhos da terra regressam e por momentos parece que voltei aos dias da minha infância.
Sempre gostei muito do Alentejo, é lá que mora o meu verdadeiro sentimento de pertença, e apesar do "meu" monte estar cada vez mais isolado, o turismo está a mover a região e são cada vez mais e melhores as opções que se podem encontrar para um fim de semana em família nos arredores de Mértola, longe da vida frenética da cidade e onde se respira paz e tranquilidade. 
Nos últimos dias recebi mensagens de  algumas pessoas a pedir sugestões de programas e alojamento na região e por isso, resolvi compilar alguma informação sobre o que podem fazer pela zona. Sobre os alojamentos falarei num próximo post. 

1 - Visitar o Castelo de Mértola

O símbolo da vila. Assente em estruturas muito antigas na colina mais alta da vila e com uma vista deslumbrante sob o Rio Guadiana, o Castelo de Mértola foi edificado na época cristã. A Torre de Menagem construída em 1292 por ordem de Dom João Fernandes, Mestre da Ordem de Santiago, alberga um núcleo museológico e é um local privilegiado para observação da vila e do território envolvente. Está classificado como monumento nacional desde 1943.

2 - Mergulhar nas Minas de São Domingos

Com uma beleza e uma paz únicas, a praia fluvial das Minas de São Domingos é a maior de duas albufeiras de água doce criadas pela empresa Mason & Barry durante o século XIX para fornecer água para o processamento de minerais de baixo teor. com a cessação da atividade das Minas, em 2000 a zona da Tapada Grande foi transformada em zona balnear e durante o verão é possível fazer-se vários desportos náuticos, com canoagem, stand up paddle ou até alugar uma gaivota para ir explorar a zona com os mais pequenos. Além disso, a água ronda sempre os 20 graus ou mais (e não estou a exagerar). No fim do dia o bar convida a petiscos e imperial.



 3 - Uma avntura até à Cascata do Pulo do Lobo

A mais alta cascata do sul de Portugal, o Pulo do Lobo é formada pelas águas do rio Guadiana, a montante da cidade de Mértola, tem águas claras e cristalinas que se precipitam de uma queda de mais de 20 m de altura perdendo-se num mar de espuma pelo meio de uma garganta rochosa de donde desaguam depois para dar lugar a um lago de águas serenas. As margens neste local apresentam-se altas e pedregosas, e tão apertadas que deram origem a uma lenda que afirma que um lobo em caça as transpunha com um salto. Um programa para os mais corajosos. Eu já lá fui e tive vertigens. Mas não deixa de ser lindíssimo.

4 - Passear nas margens do Pomarão

O Pomarão é uma pequena aldeia alentejana com muito pouca população que faz fronteira com Espanha e fica situada na encosta, na margem esquerda do rio Guadiana, com uma localização geográfica digna das melhores fotos. Entre 1859 e 1860, a empresa proprietária da antiga Mina de São Domingos construiu no Pomarão uma povoação, armazéns, depósitos de mineral, terminal ferroviário e dois cais de embarque, onde atracavam os navios mineraleiros à vela e a vapor que subiam o Guadiana desde a foz. Dali partiam os navios carregados com o minério para varios pontos do país. Hoje a zona é conhecida por organizar o Festival gastronómico anual do Peixe do Rio, em abril. 

5 - Fazer um piquenique nas Azenhas do Guadiana 

As Azenhas do Guadiana são constituídas por duas azenhas e três moinhos de rodete à beira rio. Na maré baixa é possível passar a pé do moinho da margem direita para o que se situa no meio do rio. As Azenhas de Mértola têm uma envolvência de grande beleza paisagística sendo, atualmente uma importante zona de lazer que no calor do verão constitui ponto de encontro e estão dotadas de mesas e bancos de piquenique.
Vale a pena a visita para ver a paisagem das azenhas, mas o local não é seguro para tomar banho. O objetivo da autarquia é candidatar as Azenhas do Guadiana a praia fluvial, tal como as Minas de São Domingos.

6 - Explorar o Museu Arqueológico 

Mértola, a vila Museu, é como a descrição indica uma vila com um passado muito importante, que a coloca desde há alguns anos num patamar de destaque nacional e internacional ao nível da riqueza arqueologica. O Museu de Mértola foi criado pela Câmara Municipal de Mértola em 2004 e é composto por vários núcleos que se encontram dispersos geograficamente por todo o Centro Histórico de Mértola. Tem sido a sua função estudar, inventariar, tratar, conservar e divulgar todo o espólio que, ao longo dos últimos 30 anos, foi sendo descoberto nas inúmeras intervenções patrimoniais e arqueológicas. 

7 - Observar Veados e Burros

Entre os montes Corvos e Corte de Sines está localizada uma reserva natural de preservação da espécie onde é possível observar diariamente a partir da berma da estrada Veados em ambiente natural. Não é possível interagir com os animais, mas a maioria já perdeu o medo e é possivel fotografar e observar sem que fujam. Uns km mais à frente, na freguesia de São João dos Caldeireiros ,existe uma zona de preservação de Burros, onde é possível interagir um pouco com os animais.

8 - Não resistir à Gastronomia 

desde os queijos aos enchidos produzidos de forma artesanal até ao pão cozido em forno de lenha, às costas de Gila, ao mel, à manteiga de ovelha, passando pelas comidas tradicionais como as migas com espargos, a açorda ou o gaspacho, Mértola tem vários restaurantes com vista rio e lojinhas locais com produtos da região onde podem encontrar os melhores sabores da região. No centro da vila existe uma loja gourmet que vale a pena visitar e que recebe diariamente pão caseiro. 
(o nosso forno de lenha, em tempos era de lá que saia o melhor pão que já comi)
Fotos: Canon M10
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