Não é segredo por aqui que não estou no peso ideal (para mim e para a gravidez) e que o meu corpo já sofreu uma grande transformação desde o positivo até às 25 semanas em que nos encontramos. Não somos moldes perfeitos nem temos genéticas iguais. Nem todas alcançamos os mesmos resultados com a mesma alimentação e estilo de vida. É um facto. Esta semana recebi muitas mensagens no Instagram a incentivar a alimentação saudável que partilhei, mas deixem-me dizer-vos que não estou a fazer nenhum esforço extra para comer melhor ou menos, nem iniciei nenhuma dieta, aquilo que mostro é mesmo a minha alimentação habitual durante a gravidez, sem excessos, nem quantidades a dobrar e com opções saudáveis. De vez em quando lá apetece um pecado ou outro, mas nada demais.  

"E se ao inicio batalhei muito com a balança e acumulei frustrações por não estar a conseguir cumprir um plano de peso, até porque habitualmente sou magra sem esforço, neste 2º trimestre, apesar de bem maior, já estou completamente serena quanto a isso e quanto mais a barriga cresce, mais a namoro e mais gosto dela - não existe fase mais bonita na vida de uma mulher. Isto é agarrar a "cauda" do arco-íris ou chegar ao cofre do tesouro na ilha perdida. Não há vivência igual nem comparável."

A barriga está oficialmente de fora, assim como o umbigo, mais cedo do que na gravidez anterior, por isso, nada melhor do que orgulhosamente exibir o meu amor por ela e aceitar as novas formas que me vão acompanhar por mais uns meses. Após a gravidez do Duarte até tive saudades da barriga.
 

Claro que com o aumento de peso tenho sido obrigada a uma ginástica maior para reinventar outfits com peças já existentes e a investir na renovação do guarda-roupa com opções mais práticas. A gravidez pede conforto dos pés à cabeça. Não há nada mais incomodo do que passar um dia com roupa apertada ou calçado desconfortável. Por isso, e porque ainda estou no ativo, ultimamente tenho adotado alguns truques para me sentir bem em todas as ocasiões, como definir ao fim de semana os looks da semana, de acordo com a agenda (se vou ter reuniões ou se posso ir mais informal), para evitar atrasos matinais. 


A maior mudança que senti foi nas calças, já quase só consigo usar jeans pré-mamã com suporte na barriga, pois ela já me pesa e alguns modelos ditos normais com elástico na cintura, como as que estou a usar neste look. No que toda a partes de cima, tenho investido bastante nestas camisolas bi-matéria, com efeito camiseiro por baixo pois são mais largas e servem na perfeição para armazenar a barriga, sem terem necessariamente que ser roupa de grávida. 

Em relação ao calçado, aboli os saltos e só uso rasos. A semana passada fiz o melhor achado da estação no que toca a calçado, fui à Aerosoles do Colombo e trouxe uns botins que parecem verdadeiras luvas para os pés. Nunca mais os larguei. Têm uma forma ergonômica e uma palmilha interior soft que lhe confere uma dose extra de conforto e são perfeitos para a vida agitada que ainda levo, com pouco tempo livre. E eu sou do tipo de pessoa que acha que mau calçado atrapalha a mobilidade, por isso, tudo o que me possa facilitar as deslocações urbanas é perfeito para mim. 

Sei que a Aerosoles não costuma ser a primeira loja que nos lembramos para procurar calçado e, por isso, desafio-vos a irem espreitar a coleção. Esta marca é conhecida por aliar o design à qualidade dos materiais, o calçado é feito para durar e tem opções para todas as faixas etárias das mulheres. No meu dia-a-dia, o calçado que mais uso são de facto botins rasos e ténis, por isso, não podia estar mais satisfeita com a minha escolha.  





Biker, Top, Calças e Shopper - Stradivarius | Gorro - C&A | Shoes - Aerosoles 


Beijos,

       
Entre compras de presentes, almoços e jantares de Natal, há que aproveitar o lado bom desta época com os mais pequenos. E se há altura do ano em que não faltam programa giros para fazer é esta, por isso, hoje deixo-vos aqui algumas sugestões para fazer render o fim de semana e passar bons momentos em família. Por aqui vão haver algumas compras de Natal (as primeiras) e uma ida à Popota ao Vivo, o resto logo se decide, mas todas as hipóteses abaixo me agradam! 
 


Beijos,

Para quem gosta de nos acompanhar lá no canal, há mais um vídeo no ar, onde o Duarte voltou a tomar de assalto o início deste vídeo com uma informação útil para todas as mães e donas de casa deste país (vejam!) e eu tento mostrar-vos como estou aos poucos a entrar nesta nova era de universo azul, e quando digo aos poucos é mesmo aos poucos porque tudo o que mostro no vídeo é "só" o que ainda tenho! Lá para as 30 semanas começo a panicar com os preparativos!  

Há coisa mais fofa do que preparar o enxoval de um bebé?




Beijos


Nunca me deu para fazer uma rúbrica dedicada a brinquedos como a que tenho regularmente com livros, mas a verdade é que não era mal pensado - pelo menos para mim seria uma ajuda poder ler reviews escritos por pais, com conhecimento de causa sobre se aquilo onde pretendemos investir realmente entretém e se ensina alguma coisa ou não. Quantas vezes já trouxemos brinquedos para casa que se revelaram um flop? Tiram-se da caixa, abrem-se e "ahhh é assim, pensava que fazia/trazia mais coisas". E quantos outros talvez com mais potencial já deixámos de lado na prateleira do supermercado por não serem tão apelativos? 


(Já agora, alguém que me diga se o camião da Patrulha Pata vale os 99€ que custa? E se trás, no mínimo, todas as personagens? É que o miúdo incluiu na carta ao Pai Natal pelo segundo ano e acho dificiiiil que o venha a ter!)


A verdade é que quando chega o Natal ou sempre que temos uma festa de anos de crianças ficamos perdidas sem saber bem o que dar. E se forem como eu, não gostam de dar qualquer coisa só por dar e ficar bem na fotografia. Gostamos de ar algo com conteúdo, verdade? Como mãe de rapaz sinto-me confortável q.b no mundo azul (e mesmo assim acima dos 7 anos já navego na maionese) e no que fiz respeito a miúdas tento sempre lembrar-me das conversas que tenho com as minhas amigas para perceber como elas andam de gostos, para fazer as escolhas mais acertadas.   

Por isso, e espero que em boa hora, dada a proximidade com o Natal, hoje vou dar inicio a esta espécie de rubrica de "TOP TOYS" e destacar um brinquedo que tem sido um verdadeiro sucesso cá em casa - o DOC - o Robot educacional falante.


Faixa etária: 4 - 7 Anos
Marca: Clementoni
Preço: 39.99€ (já vi a 29.90€, depende do comerciante)



É nada mais do que um jogo de tabuleiro (de duas faces, ou seja, existem dois cenários de jogo e níveis de dificuldade) que tem como principal elemento o Robot DOC, um robot programável falante que desafia os miúdos a criar caminhos e estratégias para concluir um desafio. No topo da cabeça o DOC tem comandos simples que são acionados pelos miúdos, numa iniciação à programação e raciocínio lógico, ou seja, eles têm que clicar nos botões para definir qual será o caminho que ele vai fazer para cumprir as regras e movimentar-se no tapete.


Assim, sempre que abre o jogo a criança é desafiada pelo amigo DOC a seguir um percurso e evitar determinados obstáculos para completar uma nova missão - e ele é muito esperto - nunca sai do tabuleiro do jogo, mesmo que o tentem enganar!


O Duarte tem passado horas com o DOC porque não só se sente desafiado e estimulado, como também de certa forma se sente acompanhado por ele. O DOC não tem diálogo como devem calcular, mas está programado de forma a apresentar várias respostas no decorrer do jogo, o que cativa a atenção do Duarte e acredito que de outros miúdos também.


O principal objetivo do DOC é ajudar as crianças no pensamento lógico e na resolução de problemas através da metodologia STEM, que estimula as competências no âmbito da Ciência (S), Tecnologia (T), Engenharia (E) e Matemática (M).


O DOC estimula:

*Capacidades lógicas e de observação
*Conhecimento e compreensão do mundo
*Autonomia
*Memória criatividade e fantasia
*Sociabilidade
*Habilidades Manuais

Deixo-vos algumas fotos caseirinhas para terminar este meu review:







Gostaram da dica?
Se tiverem sugestões de brinquedos deixem por aqui nos comentários!
Beijos,


OH OH OH

E saem mais quatro presentes do sapatinho!

Bem sei que este passatempo só terminava dia 6, mas por questões logísticas com a organização do festival tive que o terminar mais cedo (culpa minha pessoas queridas, que achei que podia prolongar até quase à véspera), não reclamem com a Popota porque ela não tem culpa.

Ressalvas feitas, vamos à parte boa, vamos?

E os 4 felizes vencedores que vão ver A Popota ao Vivo e acabaram de ganhar 1 bilhete duplo para dia 10, ás 15h, são: 

Paula Cardoso 
Esperança Romão
Ricardo Filipe Marques Martins Lima
Luísa Vale

Parabéns a todos!

Vão ser contactados via email com mais detalhes para o levantamento dos bilhetes!



 

Caminhamos para os 5 anos... 

Acabou-se o "mãe, mãe, mãe" e instalou-se o "pai, pai, pai"!!!

Primeiro respirei fundo de alívio, agora bufo com...c i ú m e s ! 

Sabia que não esperava pela demora, que se a maternidade é feita aos pares é para alguma coisa, em fases de desgaste físico cheguei secretamente a desejar esta fase, sem nunca o admitir em voz alta - jamais dar parte fraca - mas agora que perdi a minha queen position, começo a temer que ela nunca mais volte. 


O pai ri-se disto. Eu resmungo. Nos primeiros tempos somos tudo para os filhos, fonte de colo, fonte de alimento... babam-nos de amor... ninguém nos faz frente... e é inevitável que quando começam a andar e a falar chamem a mamã para tudo, apesar da presença constante do pai. E isto aguenta-se assim até aos 2.5 anos. Somos o sol e a lua deles. Tão bom. 
Depois começam a entrar na fase rapazolas, ficam mais curiosos com tudo e todos e lá se vai o nosso lugar no podium. O pai joga playstation, o pai faz a caderneta de cromos, o pai joga à bola, o pai vai buscar à escola e leva ao parque, o pai dá banho e deixa fazer disparates, o pai é do "team gajos" e a mãe não. 

"E a mãe? A mãe vai às compras, a mãe chateia para terminar de comer a sopa, a mãe refila com os brinquedos espalhados pela casa, a mãe diz que não a mais saquetas de cromos... e quando está no mood de brincadeira é mais dada a jogos de tabuleiro, plasticinas, apanhada, cocegas ou leitura de histórias. O que também é bom, mas falta o lado cool da coisa. As brincadeiras com o pai envolvem adrenalina!" 

Nos últimos tempos cheguei a ter crises internas desta especie de ciume materno, é claro que adoro que ele se dê bem com o pai, não desejaria que fosse de outro modo, mas incomoda-me um bocadinho ver aquele pirralho que só tinha olhos para mim agora ter dias em que quase me ignora. 
Desde que estou grávida e menos activa nas brincadeiras ainda pior, senti que houve um afastamento entre nós, que entretanto estou a conseguir recuperar finda a fase dos enjoos constantes em que so queria ficar sossegada e do sono intenso. Não posso dizer que não me deu jeito ter momentos de sossego em casa enquanto ele fazia a cabeça do pai em água, mas leoa que é leoa não gosta de perder território. 

E quanto o bebé nascer e eu tiver que multiplicar a atenção pelos dois? Será que vou estar à altura?!

Bem sei que é normal existirem estas fases de favoritismo por um dos pais, mas não quero nada perder o cordão umbilical com o meu bebé grande. Do que li sobre o tema, cabe aos pais em conjunto irem equilibrando a balança, ou seja, quando está na fase mãe, a mãe deve procurar chamar o pai para interagir nas brincadeiras e vive versa, para que nunca se perca o elo de ligação.  
E assim termina mais um "post desabafo" que também se podia chamar "coisas que inquietam uma mãe irrequieta".
Também sentiram estas mudanças nos vossos filhos com o aproximar dos 5 anos? 

Beijos,

 
 ❤
24 semanas de baby boy e o nome escolhido é:

X A V I E R

Não vou estar aqui com floreados e dar uma grande explicação sobre a escolha do nome ser inspirado nisto e naquilo porque a verdade é que não a há e não o é. Xavier foi o nome que os três gostámos após tantos outros que verbalizamos e que pareciam não encaixar e não nos fazer sentido. 
Xavier foi aquele que fez o click e que nos deu as certezas absolutas de qual seria o nome do nosso segundo filho. E é só o que basta: gostar do nome e achar que é perfeito para ele.

Isto da escolha dos nomes tem muito que se lhe diga, se eu achava que algum dia ia ser mãe de um Xavier? Não. De um Duarte? Também não. Nunca foram os nossos "top names", ambos foram nomes que surgiram após vermos os bebés nas ecografias. Parece haver uma quimica, um sentimento quentinho no coração que nos coloca um travão nos outros nomes e nos aponta a certeza para só um deles (expeto no caso dos meus pais que na dúvida entre um e outro me enfiaram os dois: Mónica Raquel, je suis).  De resto, sempre fomos assim na escolha dos nomes, quando há um que faz o click mais nenhum lhe tira o protagonismo. Mateus, Vasco, João Maria, Vicente estiveram na calha, mas não vingaram. 

 As reações ao nome:
Variam entre o "gosto, é diferente", "que giro, um nome antigo" ao "é nome de adulto", "é nome de velho", "é muito sério", "Xavier é sobrenome, não é nome". Do Duarte as reacções foram sempre muito boas e não me admira, é um nome que não é beto nem xunga está ali na zona neutra e não chateia ninguém. Xavier é um nome mais forte e as reaçoes são sempre uma incógnita, nunca sabemos o que vamos ouvir do lado de lá, embora isso não nos afecte, não é por isso que alguma vez iremos mudar o nome.   
E na família?
Uiiii...uiii... primeiro a familia estranhou e as reações foram contidas e nada efusivas! Já não bastava ser o cromo repetido (outro rapaz) e ainda por cima com nome que foge à normalidade "no meio de tantos nomes giros". Agora já o tratam pelo nome e estão mais do que convencidos. 

O que diz o nome (impossível não ter ido googlar isto)?

O nome Xavier denota uma personalidade ambiciosa e disciplinada. Sabe traçar os seus objetivos com assertividade e desenhar o caminho para os alcançar. Parece-me bem!
Desejosa de conhecer o meu Xavi boy!