Existe uma altura no ano em que é preciso desligar o botão, largar as rotinas, o despertador, a agenda, a vida social e fazer reset a tudo. Não sei quanto a vocês mas a minha profissão exige escrita diária, contactos diários, emails constantes o que faz com que a tecnologia seja uma variável 7 dias por semana. A vista fica cansada, o cérebro precisa respirar, o corpo precisa alongar. 

Por isso, nestas férias decidi que o PC não vai connosco. Vamos aproveitar a vida mais desconectados e andar por aí, por onde calhar, por onde der para explorar. O primeiro destino é rumo a sul e depois logo se vê, não vamos ser exigentes com os planos, vamos só viver. Estou em fase de desmame da medicação para a ansiedade e nada me vai deixar mais descontraída do que não ter obrigatoriedades, horários, tarefas do lar e todas as exigências do dia a dia. Preciso desta terapia natural para vencer. Preciso de tempo de qualidade. Preciso de despoluir.

Mas não se preocupem, a desconexão não vai ser total, levo a máquina fotográfica para explorar esta minha paixão e para quem nos quiser continuar a acompanhar, vamos estar a deixar rasto pelo instagram.  

Voltamos em setembro, com baterias recarregadas e férias para contar!

Até breve!


Não é novidade e provavelmente alguns de vós já conhecem, mas continuo a achar este um dos melhores Ikea hacks de sempre!

Os designers Andreas Bhend e Samuel Bernier conseguiram criar a partir de dois bancos FROSTA uma bicicleta para criança, à qual chamaram Draisienne bicycle. Com uma criatividade surpreendente e peças extra em 3D, este é o resultado final:


E para quem se quiser aventurar, existe inclusivamente livro de instruções que pode ser consultado aqui.
Alguém motivado a fazer uma bicicleta?
Link original aqui.


Em véspera de ir de férias, deixo-vos um miminho de partida. Aqui ficam os 3 felizardos que acabaram de ganhar 1 jogo didático da Clementoni, em parceira com o blog:


Vencedor jogo Aprendo Inglês (5-7 anos)Aureni Oliveira
Vencedor jogo As primeiras palavras (3-5 anos) - Conceição Maria
Vencedor jogo Os números (3-5 anos) - Tânia Ferreira

Parabéns a todos!

Obrigado pela participação!


Digam-me lá de vossa justiça: acham exagerado viajar com todo um kit de enfermaria atrás ou também são do gang das prevenidas? 

Seja para passar 1 noite fora nos avós ou para uma temporada de férias a "mochila SOS" do Duarte vai sempre a acompanhá-lo! Não consigo viajar sem ela, como se se tratasse de um escudo protetor. Manias de mãe. Estou a ficar tão igual à minha!!

Para nunca me esquecer dela e garantir que levo sempre o essencial até adotei uma estratégia: o sítio dos medicamentos dele cá em casa é dentro dela, no armário da despensa, assim, sempre que estamos de partida, é só pegar nela e enfia-la no carro. Prefiro pecar por excesso do que ser apanhada desprevenida longe dos serviços habituais de saúde.

É claro que não levo uma farmácia inteira, mas quase que. Levo Benuron e Brufen (os básicos da febre), soro para o nariz entupido, tesoura corta unhas, termómetro de infravermelhos para o smartphone (falei-vos dele há uns tempos), bálsamo reparador para os lábios, pensos rápidos, gel para as aftas para adultos e crianças (para ele e para mim, basta comer algo mais salgado que é certinho), água termal para as picadas dos insetos e alergia ao sol (cá por casa resulta muito bem) e medicação para a conjuntivite, já que não só costuma ter quando faz praia como este ano até já vai viajar com ela – hoje acordou com o olho direito inchado e colado. O ano passado por precaução até pedi uma receita à pediatra para levantar caso surgisse alguma maleita nos olhos. Já diz o ditado “mais vale prevenir…”. 

Com esta panóplia de medicação até parece que tenho um puto problemático. Nada disso. Felizmente ele é um puto com saúde, as febres contam-se pelos dedos de uma mão, nunca tomou um anti-histamínico em 4 anos, mas como o imprevisto surge sempre nas piores alturas só me sinto segura a viajar assim, de farmácia às costas. E se há coisa que não abdico nas férias é do nosso bem-estar em família que pode ser posto em causa por uma dor inesperada ou uma simples areia no olho. Exagerada ou não, a maternidade toldou-me assim – prevenida por defeito. 

E por aí, também viajam com o vosso kit SOS? Levam menos ou mais coisas? Já estou no nível das hipocondriacas ou ainda estou no nível normal? 

Beijos,

Sou uma pessoa de ideias e de projetos para a casa, grandes ou pequenos, não importa. Gosto da adrenalina da mudança e daquele arrepio leve na espinha que sentimos quando estamos a fazer uma coisa nova. Podia ser uma questão de consumismo, de querer sempre mais e melhor, mas não é, pois as ideias gosto de por em prática têm como pressuposto serem low cost ou serem reaproveitamentos de materiais, não sou de extravagâncias, gosto mesmo é de executar e dar vida às coisas. 

A semana passada deitei-me a pensar que o ano passado fizemos dois sofás de paletes para compor a casa do Alentejo (um para a cozinha, outro para a sala) e nunca cheguei a partilhar o quão barato esse projeto nos saiu. Nas minhas pesquisas pelo site do Ikea em busca de ideias (sim, gosto de fazer isso por hobby, confesso), reparei que os colchões para berços tinham a mesma medida que a maioria das paletes Euro (1,20m de comprimento), o que dava na perfeição para servir de assento sem termos que recorrer, por exemplo, a uma Polux para comprar espuma por medida, cujo m2 é mais caro do que um colchão de berço no Ikea (12.90€). Escusado será dizer que implementar o projeto foi peanuts.Pedimos ao empreiteiro para guardar algumas paletes do material que chegou com a obra, comprámos 2 colchões de berço e em abril, quando fomos passar a Páscoa, metemos as mãos à obra. 

Por sorte, as mulheres da família são costureiras e fizeram a forra para os colchões com tecidos a gosto, mas, para quem não tem essa facilidade, basta comprar uma capa de lençol colorida, como a que sugiro abaixo, e o resultado final é igualmente satisfatório. Alerto apenas que a palete tem 80 cm de largura e o colchão 60 cm, parece muito de excedente sem colchão, mas basta colocarem umas almofadas grandes a fazer de encosto que fica no ponto. Que tal aproveitarem as férias ou o regresso das férias para criar aquele cantinho no jardim ou na varanda que tanto andam a idealizar? Até outubro ainda vamos ter noites amenas.

Para quem tem piscina deixo outras dicas:

Se quiserem material impermeável para evitar ensopar o colchão sempre que dão um mergulho podem comprar uma cortina de duche e usar para forrar o colchão, sai muito mais barato do que comprar tecido impermeável. Ou então, basta comprar spray impermeabilizante e aplicar bastante sob qualquer tecido a gosto, foi isso que fiz no sofá cá de casa.  
  
Que tal? Mais barato impossível!


Beijos,



Diz que hoje faço anos.
Diz que são 30 + 3 desta miúda que não se importa de crescer.
Diz que está sol e que os amigos vão comparecer.
Diz que vai ser simples, tal como ela gosta de ser.
Tragam as velas, vamos fazer isto acontecer!


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#MEU A-GOSTO: RUMO AOS 33!

04 agosto 2017

“Que é meu sem o ter escolhido.
Que é meu porque me escolheu.”




Por mais anos que passem vou sempre sentir que este mês me pertence. Claro está, por ter nascido nele. Acho-o um mês feliz, o mês do sol, das férias, dos gelados, dos mergulhos, dos pés na areia, dos petiscos, das gargalhadas e da felicidade. Tudo parece ter outra forma de ser em agosto, o ritmo abranda, a agitação dá lugar ao slow living, as pessoas são mais pacientes, os horários são flexíveis, é o momento mais calmo do ano (pelo menos, assim o vejo). 

É engraçada esta características do ser humano que nos faz ter o mês preferido, o dia prefiro da semana, o número da sorte, a cor que favorece, por vezes sem qualquer explicação lógica, outras vezes pelo significado óbvio da nascença. Se calhar só eu o vejo assim, não sei. Mas deixem que continue a ser assim para mim. Não lhe tirem a magia. 

Este fim de semana completo 33 anos e vou recebe-los, tal como todos os que já ficaram para trás, com leveza de espirito, simplicidade, alegria e aquele nervoso miudinho da miúda tímida que não gosta muito que lhe cantem os parabéns em público e que ainda hoje não olha para as objetivas de frente, a não ser a pedido. Senão fosse pela família, pelo Duarte achar piada, a festa não se fazia, bastava uma ida à praia e uma bola de berlim. Todos os anos é assim, não é uma negação da idade a passar, felizmente lido muito bem com ela (até ao dia, não sei), mas nunca sinto falta de assinalar o momento com toda a poupa e circunstância. Para mim, o agosto simboliza a VIDA, e basta passar por ele (mais um ano) para o acto em si, já ser uma celebração. O ano passado completei 32 anos em pleno festival Meo Sudoeste, ninguém me cantou os parabéns em público, estive horas em pé a ouvir música, a cantar e a dançar e bastou isso – uma coincidência de datas. 

Este ano, para não me chamarem de bicho-do-mato optei, em cima da hora, por fazer uma coisa muito simples “só porque sim”, com as pessoas próximas, os meus “poucos e bons”. Em vez de ser um almoço normal de domingo, será a minha mini-festa. Ainda bem que eles já me conhecem e sabem lidar com o timing curto de convite/resposta, pois nunca será algo que eu vá conseguir definir com a antecedência (às vezes ridícula) com que me dedico aos outros aniversários da família.   

Esta sou eu e sempre serei: a miúda nascida a uma segunda-feira, dia 6 de agosto de 1984, na MAC, cuja mãe não sabia o sexo e chorou de alegria ao cumprir o desejo de ser mãe de uma menina. Que veio ao mundo às 5h20 da manhã com o nascer do sol à porta e disse olá ao mundo com um choro forte – ou não fosse eu faladora e irrequieta por defeito.

Por tudo isto e por nada, gosto muito do meu A-GOSTO! 


Quem mais pertence a este mês?