No topo da lista, levo o sentido da vida. Os filhos. O crescido, que caminha para os 5 anos e o pequenino que ainda está na barriga. Os dois seres que me fazem crescer, reavaliar perspetivas de vida, melhorar enquanto pessoa, abdicar de alguns caprichos, ser mais exigente comigo mesma e me completam e estimulam como nada na vida. Levo deste ano um presente muito especial, um bebé sonhado e desejado para desembrulhar em 2018 e iniciar uma nova aventura. 


Em segundo lugar e completando o primeiro. As relações. A família, o amor, a amizade. O que me move e preenche os dias, as semanas, os meses, os anos. Os elementos que fazem com que os anos se tornem experiências. Os que estão sempre presentes e fazem acontecer a vida. Os que não nos podem faltar nunca, aqueles para quem desejamos o mesmo que para nós. Aqueles por quem mudamos planos para estar juntos, muitas vezes sem tempo. Aqueles que mesmo sem ser de sangue, estão no top da nossa árvore genealógica. 


Os laços e a partilha. As pessoas com quem me cruzo no dia a dia profissional e no blog. Os clientes, os colegas, as marcas, os seguidores, o núcleo que faz parte da minha esfera social e me desperta e desafia constantemente. Os laços que exigem a minha atenção e dedicação e me fazem ter de me multiplicar tantas vezes para conseguir responder de forma igual a tudo, mas que são essenciais à minha dose diária de estimulo e adrenalina. Não sei viver devagar, mas gostava. Não criei este blog com ambições (e talvez por isso, gosto de acreditar que sim, ele tenha crescido de forma transparente). Criei o blog porque gosto deste fluxo de partilhas, de ensinar e aprender, de mostrar e receber e sobretudo de dar mais de mim. Para uns é trabalho, para mim é terapia vir aqui deixar mais um texto, um desabafo, um estado de alma, um passeio giro, uma actividade em família, uma marca que se destaca, um hotel ou uma viagem.  



A vontade de me desprender e simplificar a vida. De preconceitos, de justificações, de obrigações, das coisas que me chateiam, das aparências, dos compromissos fixos. Não aplico filtros na minha vida, apresento-me como sou, a Raquel trintona trapalhona, cuidadosa do lar e que gosta de perfeição, mas que também tem a sala caótica todas as noites com brinquedos, maker, sempre à procura de ideias para se renovar, ativa, mas que também gosta de uns minutos de sossego, mãe carinhosa, mas com defeitos, mulher, mas teimosa, filha despassarada que nem sempre liga todos os dias aos pais, insegura de si, mas sempre firme perante todos, dona de casa e cozinheira, mas que não gosta de loiça suja. A Raquel ansiosa, mas que não se deixa derrotar. A Raquel que ainda não aprendeu a dizer “não” com medo de parecer mal ou sem dar demasiadas justificações. É aqui que reside a minha vontade de me desprender e ser capaz de simplificar a vida e as situações. 


A transformação pessoal e a realização. Os projetos e desafios, tão importantes para o meu bem-estar e para um balanço positivo de 2017. Gosto de agarrar o que a vida me apresenta e transformar no melhor que consigo.  


A aceitação. A aceitar a minha condição enquanto pessoa ansiosa e que tem uma batalha para a vida, a do Transtorno de Ansiedade Generalizado (TAG), mas que ano após ano tenho conseguido superar e cada passo em frente é uma vitória e um aumento na % da confiança. 2017 foi o ano em que consegui voltar a largar a medicação e entregar o meu corpo novamente ao estado “normal”, sem químicos e sem crises de pânico incontroláveis. Tudo se alcança com perseverança, é duro, mas consegue-se.


Em 2018 sei que tenho um grande desafio pela frente, o da maternidade e do desgaste físico que ela aporta, no meio de todas as coisas maravilhosas que compreende. Tenho algum receio de como vou fazer a gestão da casa, dos afetos, dos amigos, do trabalho e do blog com dois filhos pequenos, mas vejo a força das outras mulheres e a sua capacidade de multiplicação e acredito também eu que serei capaz.  
 
Por fim, não parto para 2018 com inúmeras expectativas porque já tenho o melhor projeto dentro de mim e porque não sonho com mais do que aquilo que posso ter. Gosto muito do lema “deixar fluir” e não tenho pressa de nada, não corro atrás de nada nem nenhuma ambição. Quero que seja um ano de quietude, amor e saúde, para registar e aproveitar cada momento da nova vida que estou a gerar. 


Resta-me manifestar o meu agradecimento a todas as leitoras, seguidoras, amigos, marcas, parceiros e agências que confiaram em mim e que se mantiveram desse lado. Estou e sou grata por tudo. Fiquem por aí! 

Um Feliz 2018 a todos!  


Aguentei firme até agora sem grandes consumismos para o enxoval do Xavier (e olhem que isto para uma mãe é equivalente a uma prova de resistência fisica). Primeiro porque não era urgente comprar roupa (apesar da tentação constante), ele só nasce em março e em segundo porque já tinha os saldos em mente para aproveitar para comprar a maioria das coisas que fazem falta (incluindo roupa de cama, interiores, elementos de decoração para o quartinho que ando a renovar e algumas roupinhas para os primeiros tempos para ele não usar apenas coisas herdadas do Duarte, ele também tem direito à sua individualidade). E, se há época feliz para uma pré-mamã é esta dos saldos, sabe tão bem pagar menos por aquelas coisinhas que já andavam debaixo de olho! Deixo algumas sugestões de 2€ a 15€, super em conta, para menino e para menina! 

Sales 2

Sales 3

Sales 4

Fonte: Zippy online & Kiabi online.

Boas comprinhas!



Nunca bebi tanta água gaseificada na vida como nesta gravidez, já gostava bastante, mas agora é fundamental para o meu bem-estar diário, por isso, quando fui contactada para experimentar a Sodastream, não hesitei, gasto rios de dinheiro em águas e desconhecia por completo esta máquina. Além disso, cá em casa é muito raro existirem sumos ou refrigerantes (às vezes até tenho vergonha de não ter nada para oferecer às visitas), mas é um habito nosso, no frigorífico só temos leite,  água e sumos naturais, por isso, ficámos também com mais uma solução para reinventar as bebidas.

A Sodastream é uma máquina versátil que prepara bebidas de forma muitooo fácil e saudável através de um processo simples que transforma a água da torneira em água gaseificada e que permite preparar uma grande variedade de bebidas sem ir ao supermercado encher o carrinho. Por exemplo: água gaseificada simples ou com sabores à escolha, um refresco de frutos vermelhos, uma limonada ou até um vinho frisante. Todas estas bebidas e muito mais são possíveis com a Sodastream, que funciona como a nossa mini fábrica pessoal de bebidas, permitindo saciar a sede como quisermos. 

Outra característica que me despertou atenção e que até me fez ir à caixa duas vezes para “chekar” se vinha completa foi o facto de não funcionar a eletricidade, ou seja, além de ecológica é também económica (já para não falar da vantagem de a podermos colocar onde quisermos e até levar para casa da família no Natal ou Passagem de Ano). O sistema natural dela funciona através da inclusão de um pequeno cilindro Sodastream com gás para gerar litros e litros de bebida gaseificada. Além disso, no caso das bebidas com sabores garantimos que o sabor é o mais fiel possível ao original (adeus corantes) e que os níveis de açúcar são para lá de baixos.

“A opção saudável, ecológica e prática para preparar bebidas variadas em casa”

A juntar a estes benefícios, a máquina tem um design tão moderno e clean que optei por a deixar na sala de jantar, estilo bar de bebidas para quando recebemos os amigos em casa. Em segundos fazemos 1 litro de água com a quantidade de gás que quisermos ou preparamos um Gin para welcome drink, sem termos que nos preocupar em ir às compras previamente. Confesso que para mim até ponho mais do que é habitual, porque gosto mesmo dela com bastante gás para os dias menos bons da gravidez, bastam uns segundos e já está!




Por isso, seja como opção para as jantaradas ou para ter sempre em casa como solução diária (a garrafa tem a medida perfeita para estar sempre á mão na porta do frigorífico), a Sodastream permite ter sempre bebidas refrescantes e criativas à mão, com a comodidade de só precisarmos de um aparelho para preparar tudo. Além disso é super económica, pois cada litro de água custa nada mais nada menos do que 0,25€.

Dica: se têm o vicio dos refrigerantes, que tal aposta numa Sodastream para começar a reduzir os açucares e adotar um estilo de vida mais saudável em 2018? 

Todas as máquinas, garrafas, botijas e acessórios estão disponíveis em várias superfícies comerciais. Podem ver mais informação aqui: www.sodastream.pt. 

Fiquem atentos porque em breve vamos ter uma surpresa Babytime x Sodastream por aqui! 

Beijos


Então e o Reveillon?
Já há planos para uma festa rija ou nem por isso?

Por aqui, costumamos ser os anfitriões de uma festa caseirinha e divertida onde juntamos os amigos. Mas, este ano, aqui a grávida não se sente com a mesma pedalada e empenho para os preparativos, por isso, os planos vão ser outros, vamos ser recebidos ao invés de receber. Se pudesse ficava de pijama em casa a ver um filme ou trash TV é neste modo que me encontro (bem me diziam que a segunda gravidez não é igual à primeira, do Duarte, grávida de 37 semanas aguentei-me até às 4h da manhã).

Posto isto, e já que vou ter que sair de casa, a pessoa gosta de se embelezar um bocadinho não é? Por isso, hoje deixo às "minhas grávidas" duas sugestões do looks já com um olhinho nos saldos!


Reveilllon



MANGO €19 | H&M Maternity €29 | Brincos Forever 21 €7,50 | Bandana H&M €6,73 | Botas Cortefiel 79€ (saldos) | Botas Zara €39,90 | Zara CAMISA OVERSIZE 22.90€
Beijos


Poderão achar este post um pouco ambiguo, até porque o Natal está à porta e é um tema que abordo com frequência aqui no blog. Sei até que aos olhos de quem está desse lado pareço uma pessoal "normal" (e sou), mas com algumas particularidades.
Nunca tive Natal. Sou a menina que cresceu noutra religião, a dos pais, e que foi educada segundo a sua fé. Umas vezes íamos para a terra e estávamos com toda a família, pelo simples facto de que era a altura em que conseguíamos estar todos reunidos (eram dias simples e bons), outras vezes ficávamos por casa a fazer vida normal. Não os culpo por nada, respeito-os até por serem tão fieis à sua fé. 

"Não existia árvore de Natal, troca de prendas, compras de Natal, listas de presentes, histórias de natal, decorações, globos de neve, passeios... O Natal só era Natal porque o via na TV e nas montras, mas ainda assim, nada comparado com o presente. E, como nunca tive Natal, nunca me fez falta. Não podemos sentir falta daquilo que nunca tivemos e não sabemos como é. Parece estranho, mas é a mais pura verdade."

Cresci, por isso, com uma relação nula com esta quadra e só quando me tornei mãe comecei a olhar para o Natal, mas sem saber bem onde me situar. Como não tive educação católica, não me fazia sentido começar a encher a casa de Natal e contar a história universal do menino Jesus, cuja versão nem é a que me foi ensinada. Por outro lado, não queria que o Diogo se sentisse sozinho na missão de dar um Natal ao Duarte e comecei a criar aos poucos a nossa versão do Natal, que para mim passa por torná-lo especial para ele, através de passeios, momentos em família e atividades, como as outras famílias fazem. 
Passaram quase 5 anos e a verdade é que já adotei quase todas as tradições, como montar a árvore (nos primeiros anos essa parte pertenceu ao pai), decorar a casa, fazer bolachas, criar um calendário do advento, este ano, pela primeira vez, até fiz um personalizado cheio de pequenas atividades para o Duarte. Mas continuo a sentir que ele não me pertençe, porque nunca foi meu e nunca me foi enraizado. Consigo, no entanto, sentir alguma magia, até porque sou particularmente dada a trabalhos manuais e à decoração (coisas que me estiumulam). Mas continuo e vou continuar sempre a ter uma relação de amor - odio com o Natal.  
Não lido bem com o consumismo levado ao extremo, com a "obrigação de dar", com as listas intermináveis de presentes para toda a família, como se fosse obrigatório termos capacidade de só dar bons presentes, daqueles que enchem o olho. As pessoas perdem-se no Natal e exageram no "espírito". E eu cá ando, ano após ano, a procurar o meu lugar, a fazer contas, a planear listas, a reduzir listas e a limitar despesas para fazer cumprir o Natal. E sinto que a rotina é a mesma todos os anos e às vezes cansa-me. É claro que gosto de dar e receber presentes, também os recebi na infância (nunca me faltou nada), mas vinham de forma espontânea e sem anuncio prévio. Gosto de dar boas prendas sempre que posso, gosto de poder cumprir alguns desejos do Duarte, mas não gosto da obrigatoriedade da época e da sensação que deixa nas crianças de que é obrigatório receberem prendas. Causa-me alguma ansiedade esta época. Um misto de felicidade por saber que o Duarte vai delirar com algumas prendas com um misto de angustia por pensar "e se algum dia eu não puder dar e o desiludir?".
 
Do que gosto verdadeiramente no Natal e espero passar ao Duarte:
Gosto dos jantares com amigos, das reuniões familiares, das fotos caseiras, do cheiro a filhoses da minha avó, da lareira, das luzes nas ruas, do assador de castanhas, dos bombons com recheio de avelã, de fazer trabalhos manuais com o Duarte, do bolo rainha, do bacalhau, do tabuleiro de bolachas de gengibre no forno, das prendas caseiras que faço, das tardes de filmes e do pijama polar. Gosto de ver coisas bonitas e por isso gosto das formas, dos detalhes e da "estética" do Natal, e é nisso que me deixo levar. E apesar de ficar irritada com gastos supérfluos, gosto da parte de mimar e dar presentes homemade.  
  

Mentiria se disse-se que não tenho desejos materais e vontade de comprar coisas que gosto, partilho algumas por aqui pelo blog (todos temos desejos), mas sei que posso passar perfeitamente o Natal sem receber prendas que não me faz diferença, quando quero algo que gosto e posso comprar, compro, quando não posso fico só pela utopia. Prefiro que capitalizem as prendas para os meus, para o Duarte e para o bebé a caminho.  Os meus pais nunca me deixaram faltar nada, sempre tive acesso a tudo, sem datas e momentos "obrigatórios" e talvez por isso tenha esta espécie de “toca e foge” com o Natal. Gostava de sentir mais o espírito e menos a "obrigação". 

Por isso, vou continuar a apostar num natal mais minimalista e mais descomplicado, onde o "estar presente" é superior ao valor material das prendas entregues.
  
Para o bem e para o mal, esta sou eu, ano após ano a sobreviver ao Natal, a gostar um bocadinho mais de algumas coisas e cada vez menos de outras.
Beijos,

Então, alguém aproveitou as minhas dicas do post anterior para alguma coisa?
Fizeram as fotos de família aí num cantinho fofinho da casa?
Já imprimiram para os avós mostrarem às vizinhas?
Espero bem que sim! 

Ora prometido é devido e aqui vai também o resultado da nossa sessão de Natal de improviso. Coroa feita por mim com cedros apanhados aqui na rua e tudo o resto já existia cá em casa à exeção do sinal de Stop que custou 1€ (sim, leram bem, "um êro", na Tiger, a loja que safa tudo). 

Algumas dicas amadoras para amadores desse lado: para as fotos ficarem assim com mais luz e não se notarem tanto as imperfeições da parede, utilizei o modo manual AV (prioridade da abertura) da minha máquina (Canon 750D) e apliquei uma abertura ampla, de 3.5 (o modo que permite que a foto fique clara e iluminada). Nunca fotografo em modo automático, se têm uma máquina em casa, comecem a explora-la e a estar várias possibilidades, vão ver que conseguem otimizar os resultados. Depois editei-as na app Snapseed (uma espécie de photoshop para bananas). Não estão perfeitas, mas safam-se não safam? Digam lá de vossa justiça!
 






Duarte: Camisola e gorro Primark (reciclagem ano passado) | Calças C&A 




HO HO HO

Esta prenda sai literalmente do sapatinho!

O último passatempo de Natal chegou ao fim e já temos cinderela apurada!

Estes botins metalizados fazem parte da coleção Fall/Winter da Aerosoles e são um dos modelos mais confortáveis para enfrentar a correria do dia a dia com estilo e com sensação de leveza no andar. Desde que conheci esta marca que opto por usar as minhas botas nos dias em que tenho uma agenda mais preenchida, pois sei que tenho garantia de conforto o dia todo.

Mas vamos lá ao que interessa aqui, sem mais demoras, a feliz vencedora deste par de Botins Aerosoles, nº36, no valor de 94,90€ é:



* Cátia Castro

PARABÉNS!

Vai ser contactada via email para apuramento dos dados de envio.

O meu agradecimento, em primeiro lugar, à Aerosoles por esta oportunidade e a todas as participantes.

Beijos,
 

Estes são os presentes que me dão mais alegria comprar, os que sei que vão ser abertos de sorriso estampado no rosto. O Natal é das crianças e da inocência de quem ainda acredita na magia da vinda do Pai Natal. Quem ainda tem compras por fazer?



Devir | Vertbaudet | C&A | Lidl | Wells | Clementoni | Mustela | Casa Shop | We Love Ambar 




Já tinha aqui partilhado que este ano a GUESS tem um serviço em loja que permite criar uma wishlist de Natal com os nossos desejos para partilhar com a família, amigas, marido ou namorado. Uma ideia muito prática para evitar as horas de indecisão no shopping à procura do presente ideal para aquela pessoa especial. Sou completamente a favor das manifestações de intenções para o Natal (e restantes ocasiões festivas), todos preferimos dar algo que a pessoa goste do que aquela prenda comprada para cumprir a tradição e que depois vai parar à gaveta. E mesmo que o objeto de desejo seja algo acima do budget pensado, pode sempre ser comprada em grupo, porque não?

Ontem aproveitei o final do dia para ultimar as compras de Natal e passei na GUESS do Centro Comercial Vasco da Gama para fazer também a minha wishlist de Natal (basta pedirem no balcão e preencherem com o(s) artigo(s) preferidos e referência). Partilhei algumas das escolhas nos instastories (que ainda podem ser vistos hoje). 

Ia focada em escolher uma mala de qualidade superior para mim, algo a que nós mulheres passamos a dar mais valor com a maturidade. É certo que gostamos de variedade, mas a verdade é que ter uma boa mala não se prende tanto hoje em dia como uma questão de status, mas sim com uma questão de conforto, comodidade e durabilidade, sobretudo para nós (as mães urbanas, ativas e trabalhadoras) que gostam de estar sempre bem em todas as ocasiões, mas precisamos de espaço e resistência para caber lá um mundo inteiro de objetos e necessidade.  E, de facto, a variedade de malas, clutches e mini bags é tanta que andei ali perdida entre formatos e padrões.

A escolha ainda ficou mais difícil quando sai da secção de acessórios e passei para a secção da roupa. Entre casacos, sweats icónicas, malhas quentes com detalhes originais e botas (a minha perdição), não resisti a entrar no provador para experimentar algumas peças que me fizeram colocar a vontade de adquirir uma mala em dúvida (ser mulher é mesmo assim)!

No final, inclui na minha wishlist a sweat (fica gira em qualquer look urbano), as botas (super confortáveis e em pele), uma malha em padrão camuflado que adorei, a shopper verde que mostro abaixo (gostei sobretudo da originalidade da cor e do facto de fugir aos tons habituais) e outras peças que me faziam igualmente feliz. 


O que será que veio para casa?
O que traziam?

[Cliquem nos produtos para mais informação]


Quanto à minha escolha, em breve revelo! 
Passem na loja até dia 24 e componham a vossa lista, já não temos idade para esconder aquilo de que gostamos! 

Beijos,


Ideias em conta para aquelas que estão sempre disponíveis no whats app, sejam 9h da manhã ou 2h da matina!






Bom...este é um dos presentes mais exigentes (ou não) conforme o nível de intimidade que se tem com os sogros. Ainda assim, queremos sempre agradar ou pelo menos dar qualquer coisinha útil que não fique a um canto ou a ocupar espaço numa gaveta. Quanto mais gira ou útil for a prenda, mais pontos somamos. Por isso, aqui vai o empurrão que precisam para riscar terminar as compras! 





Primark | Devir | Luís Pato | Wells | Natura | Lidl | Citrina Plants | Casa | Sodastream | Yves Rocher 

Beijos,


 Chegou aquele fim de semana decisivo, o “de todas as compras”, o tudo ou nada antes do Natal. Que tal fugir da confusão das lojas habituais e apostar num presente icónico, daqueles que perduram no tempo? Este ano tenho conseguido escapar às rotinas habituais de Natal no que toca a compras, de ano para ano, torno-me mais seletiva e não gosto de perder horas a saltar de loja em loja, pois sei bem o quão exaustivo se pode tornar. Gosto de ir a sítios chave, com variedade e escolher os presentes para os meus.

Lojas icónicas e com história, como a Guess, por exemplo, são uma boa aposta para procurar presentes, pois não passam de moda, marcam a diferença junto de quem os recebe (não gosto nada de dar por dar) e encontramos opções para todas as carteiras. Fui desafiada pela marca, a criar a minha wish list de Natal, estas são as minhas escolhas, e as vossas?

Aproveitem para passar lá nos próximos dias e criem a vossa própria wishlist de Natal. Depois partilhem-na com o pai, mãe, irmã, namorado... quem sabe não têm sorte?




Beijos,

Sou uma pessoa prática no que toca a compras e faço a maioria conveniência, se der para fazer online melhor (por aqui, o grosso das compras do mês é feito no Continente online). Com o Natal é parecido, gosto do espírito e da época, mas não tenho paciência para entrar em 50 lojas diferentes à procura de presentes.

Partindo deste pressuposto, qual é o melhor sitio para despachar os presentes de Natal dos miúdos? O supermercado pois claro. Até podemos perder algum tempo e andar ali indecisos em 2 ou 3 corredores, mas não passa disso, o perímetro está limitado e é sempre certo que arranjamos alguma coisa pois é lá que coabitam todas as marcas em harmonia e também as melhores promoções. Não há nada como a lei da concorrência. Além disso, temos a vantagem de enganar bem os miúdos "os pais vão só ali ao supermercado, é melhores ficares nos avós para não te aborreceres, o talho está sempre demorado", depois chegamos com a tralha na mala do carro e é só esconder na garagem ou na arrecadação até o Pai Natal descer da chaminé no dia 24 à noite. 
A ver se alguém se lembra de fazer 2 ou 3 corredores de presentes para os maridos e para as sogras que ficava tudo mais fácil nesta quadra. 

Para quem é da team conveniência, como eu, hoje deixo-vos algumas sugestões dos 0 aos 10 anos para os presentes de Natal da pequenada! 
Cliquem nas imagens para informação de preços!

DOS 0 AOS 3 ANOS



DOS 3 AOS 10 ANOS


Beijos!

Natal que é Natal inclui uma foto de família... onde até o cão e o gato podem entrar, para ficar de recordação, para imprimir e dar à família, para os avós meterem na porta do frigorífico, para daqui a uns anos recordar e fazer comparações, etc, etc.

Se o vosso orçamento é baixo ou simplesmente não querem investir numa sessão feita por um profissional para não entrar em despesas extra, que tal montarem o próprio cenário num canto da casa ou na garagem?

O que precisam?
  • Uma máquina de média gama (uso a minha Canon 750D para tudo)!
  • O programa certo da vossa máquina (evitem fotografar com flash), mexam nas opções de entrada de luz, no ISO, opções de disparo, filtros, etc;
  • Um sitio da casa com boa iluminação para montar o cenário ( preferencialmente tirem as fotos com a luz da manhã);
  • Um fundo/cenário, pode ser um lençol, papel de embrulho, um cortinado com uma grinalda de luzes de natal, uma parede branca com luzes, etc;
  • Decoração a gosto, usem a decoração de Natal existente aí por casa, puxem pela criatividade!
  • Roupa natalícia (opcional).
Deixo-vos algumas inspirações:













Em breve, a nossa aqui no blog!

Créditos: Google, Pinterest, C&A, Vertbaudet