O Carnaval é como o homem quiser. Uns gostam de comprar as fantasias já feitas enquanto outros preferem reciclar materiais. Uns planeiam a chegada do período mais folião do ano com meses de antecedência e outros desenrascam-se à última da hora com o que têm à mão. Eu sou um misto, para o Duarte comprei algum tempo antes, para mim fiz a minha própria máscara com folha Eva e um molde retirado do Google na véspera. E como boa DIY addicted que sou e porque o grande dia é amanhã e hoje muitas mamãs estão de ponte, que tal aproveitarem o tempo livre para fazer umas máscaras caseiras com os pequenos? Vão ver que, tendo em conta o material que vai sobrando dos trabalhos da escola, nem precisam sair de casa para dar vida às máscaras abaixo. Depois é só tirar fotos e guardar como recordação :)



Materiais possíveis:
1 marcador
Cartolinas
Pratos descatáveis
Sacos de compras
Cola
&
Imaginação!

A nossa  foi feita ontem à tarde com recurso a um saco da Stradivarius do avesso e tintas, gostam?


Feliz Carnaval!
Porque todas gostamos de espreitar as montras e ver coisas bonitas, nem que seja só atrás do ecrã. E porque a sexta-feira é o dia mais alegre da semana, a partir de agora, vou partilhar as novidades de que gosto mais (mantendo-me fiel ao meu estilo) no "Às sextas sou vaidosa". Roupa, decoração, cosmética, gadgets, calçado e, como não podia deixar de ser, roupa infantil vão dar vida a esta rúbrica. O único filtro será o preço, numa otica de acessibilidade a todas as carteiras. 
Vamos a isso?


[Cliquem nas imagens para mais informação]

Boa sexta-feira!


Já têm planos para o pós-carnaval? Quem quer ir ver o Capitão Miau Miau e ficar ainda mais gato? O divertido musical infantil sobre a aventura de 3 gatos piratas aventureiros em busca da Ilha Misteriosa!

Eu bem disse no último post que quem não fosse ver a peça era uma sardinha moída! Para vos facilitar a vidinha, em parceria com a Teatroesfera temos para oferecer aqui no blog:

2 packs família (2 adultos + 2 crianças) para dia 4 de março, às 16h
2 packs família (2 adultos + 2 crianças) para dia 5 de março, às 11h

Cuidado: as músicas são viciantes!!

Para se habilitarem a ganhar basta preencherem as entradas do formulário abaixo até às 23h59 de dia 1 de março de 2017 (atenção às entradas obrigatórias). O passatempo é válido para residentes em Portugal. Os vencedores serão apurados via random.org dia 2 de março e contactados por email.

1 - Seguir o Instagram do blog BabyTime;
2 - Seguir o Facebook do blog Babytime;
3 - Seguir a página de Facebook da Teatroesfera;
4 - Seguir a página de Facebook do Capitão Miau Miau;
4 - Partilhar o passatempo publicamente no Facebook e...
5 - Preencher o questionário abaixo.



Boa sorte!
Miauuuu!


Sair de casa com os filhos atrás para ir ao supermercado, ao parque infantil, teatro ou a um aniversário é sempre uma caixinha de surpresas, ora corre tudo de feição e aproveitamos os ventos favoráveis, ora tudo é motivo para bater o pé e desejamos voltar para casa o quanto antes. Eu que o diga, nesta fase de afirmação da personalidade dos 4 anos, um puro upgrade da teimosia dos terrible two com a argumentação dos 3 anos, sinto-me a andar de mota sem volante, sem saber onde vou parar.

Vocês também sentem que, por melhor que o plano tenha sido traçado, (ter sido respeitada a noite de sono, o banho, as refeições a horas) as vossas crianças escolhem os momentos mais inapropriados para dar espetáculo em público? E que de repente ficamos sob a mira das restantes pessoas como se estivéssemos sob um teste de parentalidade? Se conseguirmos controlar as birras somos pais TOP, se por outro lado a criança não parar de berrar “coitada, é porque não deve ter educação em casa”.

Ainda no sábado enquanto estávamos a assistir à peça do Capitão Miau Miau uma menina desatou a chorar logo no início, do pouco que percebi, acho que sentiu medo das personagens. É normal, pode acontecer. O que não falta por aí é gente com fobia a palhaços. A mãe nem teve tempo de a tentar acalmar, teve logo que se retirar para o fundo da sala debaixo de uns quantos olhares reprovadores que silenciosamente diziam “cala a tua filha”. São situações incontroláveis e que são sempre mais embaraçosas para os pais do que para os filhos.

Felizmente, o Duarte não é de muitas fitas na rua (desempenha com distinção esse papel em casa, sobretudo para tomar banho), mas tem uma personalidade forte e é de ideias fixas, o que significa que quando as faz na rua “não é para meninos”. E, porque já todo(a)s nós passamos por situações dessas, hoje partilho:

 3 dicas para resolver birras em público

1. 

Criar uma distração


Antes de saírem de casa coloquem na vossa mala algumas “surpresas”. Em caso de birra, puxem para fora o brinquedo novo ou aquele que já estava esquecido há muito tempo, pode até ser um livro, ou um snack. Distrair a criança no imediato pode ser uma forma de contornar o problema.
Quando o mau humor acalmar, então é altura de calmamente discutir a situação. Ajoelhe-se para ficar ao nível dos olhos da criança e, com uma voz clara e firme, diga qual comportamento que espera ver dela. Aguarde até que a tempestade tenha passado antes de abordar o comportamento público apropriado.

2. 

Sorrir


Quando a criança começa uma birra, ela espera uma reação negativa dos pais. Porém, se responderem a uma birra de uma maneira inesperada, o cérebro da criança reavalia a situação e isso muda a perceção da criança do contexto emocional para o racional.
Durante a birra, o seu objetivo é fazer com que a criança comece a pensar logicamente e abandone o estado de choro. Rir durante uma birra é muitas vezes o gatilho que o cérebro delas precisa para deixar a emoção e ouvir os pais novamente.

Outro benefício de rir é que os outros vão achar que está tudo controlado. Rir passa a ideia de que estão conscientes do comportamento da criança, mas despreocupados com a situação. Perder o controle em público só vai fazer com que pareçam impulsivos aos olhos dos outros.

3. 

Estabelecer um sistema de incentivos (não de subornos)


Os subornos têm uma má reputação entre os pais – e eu concordo. Subornar para conseguir bom comportamento é abrir antecedentes para futuras recaídas. Afinal, as crianças só continuam com o que funciona. No entanto, podem experimentar configurar um sistema de incentivos para usar como alavancagem contra futuras birras. Por exemplo: se prometerem à criança pela manhã que vão levá-la ao parque após o almoço, ameacem tirar a recompensa prometida se ela entrar numa birra. Mesmo se não tiverem pré-selecionado um incentivo, podem sempre retirar alguns privilégios como poder ir para a cama um pouco mais tarde ou não terem direito a determinado brinquedo por algum tempo caso a birra continue.

No entanto, não cruzem a linha entre tirar privilégios e ameaçar. Não ameacem nunca uma criança com danos físicos ou castigos. A aposta deve ser sempre em fomentar a cooperação, confiança mútua e respeito. Com jeito é possível incutir respeito sem assustar a criança com submissão.
Muitos pais têm medo das birras públicas, o que é em parte o motivo delas serem tão comuns. As crianças sentem a insegurança dos pais e testam-nos, por isso ter um plano sólido para lidar com as famosas birras ajuda a manter a calma e o controle. A próxima vez que você se depararem com uma birra, experimentem uma destas 3 técnicas discretas e partilhem os resultados.


Beijos
Modéstia à parte! No fim de semana aventurámos-nos até Queluz e descobrimos uma Fonte dos Desejos que nos deixou gatíssimos! Onde? No musical infantil "O Capitão Miau Miau"!

Esta era uma peça de teatro infantil que fazia parte da nossa to do list hà uns meses, ou não fosse o Duarte aluno de música do talentoso professor Jorge Courela na creche, autor do livro Capitão Miau Miau que dá vida a este musical para os mais novos. Uma feliz coincidência que nos despertou quer para os seus livros divertidos quer para as músicas (os CD´s vêm incluídos nos livros) que ouvimos no carro de manhã a caminho da escola e cantamos em coro. 
       
No sábado, o Duarte conheceu finalmente as personagens do livro que tão bem conhece: Capitão Miau Miau, Gato Sapato, Gata Felícia e ainda a gata Tareca e o gato Tareco que, em palco, ajudam os 3 audazes marujos a pôr em movimento os seus sonhos em busca a Ilha Misteriosa e da Fonte Sagrada que tem, o sonho de qualquer gato, Peixes Dourados!

Apesar da incerteza da sua existência, o Capitão Miau Miau e os dois amigos rumam à descoberta do tão desejado destino num história cantada, de fácil interpretação, cativante e cuja mensagem de não desistirmos dos nossos sonhos, chega às crianças de forma positiva, inspiradora e motivadora, assim como aos adultos.  

A peça vai estar em cena até junho deste ano na Teatroesfera, por isso quem não a for ver é uma sardinha moída.


PS - Aconselho também o livro "Zé Maria Catatua", que podem comprar na Fnac, Wook, ou  diretamente no teatro, cujas músicas têm estado ao rubro no popó da Mãe Irrequieta.

Miauuu! 
 

Não sou fã de grandes folias carnavalescas, já tive os meus tempos de idas ao famoso Carnaval de Torres Vedras arrastada pelos amigos e marquei presença em algumas festas noturnas (mas poucas) pois são sempre as de maior confusão, piores do que o início de saldos no Harrods. Não há espaço, não se dança e chegar ao bar é uma missão impossível. Resumindo: reformei-me dessas andanças.

Não critico quem o viva intensamente, mas gosto de me sentir em ambientes controlados perante pessoas mascaradas, como uma festa privada, por exemplo, o que raramente é possível nesta ocasião. Nos últimos anos apenas o aprendiz se tem mascarado para ir à escola e soltar a imaginação em casa. O ano passado andou 4 dias mascarado tal foi o gosto que tomou a sentir-se na pele de um pirata! A magia é maior para as crianças. 

Este ano vai ser diferente, recebemos um convite para uma festa temática irresistível para pais e filhos, por isso, vou-me armar carnavaleira e tirar o pé do chão! O petiz já está equipado a rigor e eu ando a inventar uma espécie de traje à altura para mim a fazer pendant com o dele (sim, bem pirosinhos!). Posto isto, aproveito a deixa para vos deixar sugestões giras para os míudos abaixo de 25€ para darem, como eu, uma chance ao Carnaval!

H&M | IMAGINARIUM | FUNIDELIA | PRIMARK
Beijos,

Da próxima vez que entrarem na Zippy do Colombo preparem-se para ficar mais um bocadinho do que o habitual. Podem até levar um snack para os mais novos. Relax, as filas não aumentaram e os preços também não. Acontece que para além da roupa fofinha, que cada ano tem conquistado mais uns pontos por aqui, toda a zona de puericultura foi renovada e agora inclui um espaço de lazer para os mais pequenos com uma mesa digital com jogos lúdico-didáticos, uma parede interativa com sons, túneis secretos e ainda uma zona para encher balões. Um verdadeiro playground interativo dentro de 4 paredes!





A minha vénia perante esta ideia brilhante, certamente provém de mentes pensantes com filhos e que sabem a dificuldade que é precisar de fazer compras com os petizes atrás e conseguir mantê-los nas lojas bem comportadinhos mais do que 5 minutos. O Duarte, que é perito em expressão dramática e cujo papel preferido é o de esfregona humana, deixou-nos analisar todas as cadeiras auto (o nosso objetivo de ida à loja) e ainda espreitar a nova coleção sem refilar, sem bufar e sem tentar fugir da loja, outro número habitual da sua pessoa. Alias, tivemos mesmo que lhe definir o tempo restante de diversão para, por fim, podermos ir embora. Posto isto, arrisco dizer que fazer compras virou literalmente brincadeira e que a partir deste momento é mais fácil renovar o roupeiro deles, comprar presentes ou obter aconselhamento na loja.

Sobre a cadeira auto, percebi 4 anos depois que fomos um bocadinho nabos, também por nunca termos pedido aconselhamento especializado para além de pesquisa no Google. Usámos o ovo (grupo 0), do ovo passámos para uma cadeira do Grupo 1/2 quando podíamos logo ter passado para uma 1/2/3 (9 a 36 kg). E, inevitavelmente agora estamos na fase em que ele já está a ficar grande para a cadeira, a cabeça já passa um pouco por cima da proteção e não podemos adiar muito mais a decisão. A única exigência particular que tenho (para além da segurança proporcionada) é que tenha um pouco de reclinação porque ele ainda adormece no carro, apesar de ser cada vez mais raro (a fase do cú tremido que tantas vezes nos safou umas sestas já passou ohhh) nas viagens maiores e férias ainda dá jeito.            



E, não fosse eu apaixonada por calçado small size, já fiquei com dois modelos da nova coleção debaixo de olho (adoro os brancos estilo Adidas Stan Smith com a praticidade do velcro, giros quer para a escola quer para as noites de verão a contrastar com o bronze). Para os mais pequeninos, derreti-me com os macacões, por mim o Duarte ainda andava todos os dias com all in ones!


A respeito da roupa, considero que a Zippy tem conseguido fazer um trabalho muito interessante nas últimas coleções com apontamentos das tendências internacionais, como os grafismos ao estilo nórdico, as frases e as estampagens tribais a dar vida às peças. Os miúdos querem-se giros e com pinta, sem se gastar balúrdios, e a Zippy sabe disso! Por outro lado, tem uma boa coleção de básicos que são indispensáveis para o guarda-roupa de todas as crianças.   

Quem ficou motivado(a) a ir fazer compras?

Beijos,

Há uns meses tive uma espécie de amuo com a minha mãe na caixa do supermercado porque ela insistia em comprar 3 popós para o Duarte enquanto eu retirava 2 do carrinho porque achava que 1 chegava perfeitamente! O Duarte chorava agarrado aos 3, como se a felicidade estivesse dento daquelas caixas, e eu explicava-lhe, entre soluços e lágrimas, que o dinheiro faz falta para outros bens e que não se podiam levar todos, enquanto a minha mãe dizia “coitadinho do menino, a avó paga” (avós!!!). Valeu-me a senhora da caixa, a única pessoa imparcial naquela cena que disse à minha mãe “tomara todos os pais serem assim”. Deixei-a pagar só 1 popó e o Duarte chamou-me pela primeira vez de “má”. Tirei-lhe de imediato o carro e a condição de devolução foi pedir-me desculpa. Nem imaginam o que me magoou ouvi-lo pela primeira vez a catalogar-me como “má”. Eu que, como qualquer mãe, faço tudo por ele. Era fácil para mim naquele momento ter colocado os valores da educação de lado e deixar a minha mae pagar todos, afinal de contas, nem me ia sair do bolso. Fui má sim, em prol da educação e dos valores base que defendo. 

Quando os vossos filhos vos chamarem de más, encarem isso como um elogio. Não desistam de educar. Eles podem pensar que vocês são más agora, mas vão agradecer-vos mais tarde.
Por isso, aqui estão as 10 maneiras de ser a pior mãe do mundo:

1

Mandá-los dormir cedo 
Todos sabemos o quão importante é respeitar a regra de uma boa noite de sono. Faça o papel de mãe e deite os seus filhos(a)s mais cedo. Eles nunca querem ir para a cama, mas com persistência, vão aprender a rotina.  

2

Sobremesa todos os dias? Nem pensar!
Os doces devem ser guardados para ocasiões especiais. É isso que os torna únicos. Se deixarmos as crianças comerem doces todos os dias elas não vão apreciar o gesto quando alguém lhes oferecer um doce como recompensa ou presente. Além disso, pode sair caro em dentista.

3

Deixá-los fazer coisas difíceis
Não interfira automaticamente quando as coisas se estão a tornar difíceis. Nada dará aos seus filhos um melhor impulso de confiança do que não fugir do problema e conseguir realizar algo difícil por eles mesmos.

4

Comprar-lhes um relógio e um despertador
Para aprenderem as responsabilidades de controlar o seu próprio tempo, como um ensaio para a vida adulta.

5

Não comprar sempre o melhor e o mais recente
Para aprenderem a ter gratidão e satisfação pelo que têm (a tal moral da história da caixa de supermercado). 

6

Deixá-los experienciar a perda
Se a criança estragar um brinquedo, não comprem de imediato um novo para o substituir. Assim ela vai aprender uma lição valiosa sobre cuidar das suas coisas. Ou, se o(a) vosso(a) filho(a) se esquecer de entregar uma tarefa na escola, deixem-no(a) obter uma nota mais baixa, para que sinta responsabilidade sobre o seu ato. 

7

Obrigá-los a pedir desculpa 
Se o(a) vosso(a) filho(a) fizer algo errado, façam-no(a) confessar e enfrentar as consequências. Faço o mesmo se errarem com ele(a) e assumam os vossos seus erros. Para ensinar é importante ser o modelo. 

8

Boas maneiras? Sempre! 
Até mesmo as crianças mais pequenas podem aprender as noções básicas de como tratar outro ser humano com respeito e dignidade. Ao fazer da boa educação um hábito estamos a fazer pelos nossos filhos um grande favor. Afinal de contas, as boas maneiras são meio caminho para uma vida adulta de sucesso. ´Já diz o ditado “é com mel que se apanham as moscas”.

9

Faze-los trabalhar (de borla)
Seja a ajudar o avô a apanhar folhas caídas no jardim ou a ajudar a levantar a mesa após as refeições, incutam tarefas no dia a dia dos mais novos. Isso vai ensina-los a olhar para além de si mesmos e a perceber que todos temos que contribuir. 

10

Controlar o acesso Tablets, TV e videojogos
Proibir não é a solução, mas controlar é. Crie uma pressão positiva sobre a utilização dos ditos aparelhos com base em regras diárias, como por exemplo, definir x tempo para a sua utilização. 
Durante este processo de educação, vamos continuar a ser “más” muito tempo, por isso, não se esqueçam de elogiar e recompensar os vossos filho(a)s sempre que tiverem bom comportamento e deixem claro que os amam acima de tudo.  

Traduzido e adaptado  do original 12 ways to be the meanest mom in the world.


Beijos


SUGIRO: LEGO® Batman: o Filme! 


Preto. Lego. Um Super-herói egocêntrico. Ação! Basta ouvirmos as primeiras falas no escuro da sala de cinema, ainda com o ecrã a preto, para percebermos que estamos perante o inicio de um filme de animação irreverente e onde o humor foi levado à séria.

O filme LEGO® Batman estreia hoje e nós tivemos oportunidade de assistir à sua antestreia no sábado. Fiquem descansados, não venho ser a desmancha prazeres que vem revelar tudo. Venho apenas abrir-vos os horizontes. Se acham que é “só” um filme de peças de Lego com bons efeitos visuais e lutas entre um super herói e os seus inimigos estão enganados. É um filme de animação, com muito humor, ação e imaginem… que apela à união e ao espírito de equipa.

Começamos pela figura central - LEGO Batman – o herói da DC mais bem-sucedido do cinema! É  o típico "homem" egocêntrico, leva uma vida solitária na sua mansão em Gottam City e adora o seu estatuto de super star vs salvador da pátria. A carreira corre-lhe de feição até que o comissário da cidade se aposenta e a filha Barbara Gordon assume o seu lugar criando novas leis para a segurança da cidade, onde ele passa para segundo plano. O herói, é claro, não gosta da ideia (nenhum homem gosta), mas sente-se perdidamente atraído por Bárbara. E o que é que acontece? Vai ter que aprender a trabalhar em equipa e a lutar contra o seu maior medo – os sentimentos! Pelo meio enfrenta os vilões de Gotham City, liderados por Joker, o seu inimigo de longa data, numa narrativa divertida. Ótimo para crianças (por razões óbvias) e para adultos (pelo humor apurado), além de introduzir uma mensagem pedagógica.

Por aqui, o pequeno aprendiz já era fã do Batman, já temos inclusivamente o fato de carnaval comprado, com o filme apurou ainda mais o gosto e instalou-se a Batman fever!. Afinal de contas estamos nos 4 anos, a deixar os popós de parte e a entrar na era dos super heróis. Já sei que os próximos pedidos lá por casa vão ser as minifiguras colécionáveis do filme (são 20, já temos uma!) e tudo o que tenha o selo do Batman. Wish me luck e lembrem-se...

 "Always be yourself, unless you can be Batman, then always be Batman!"


P.V.P aproximado: 3.99€

Beijos,

A quarta-feira é, desde sempre, o meu dia preferido da semana. Não existe nada de especial associado às quartas-feiras, mas não sei porquê, tenho uma espécie de crush por ela. Talvez seja por uma questão de rotinas: é o dia em que dá a Anatomia de Grey, é (um dos) dias em que costumo ir ao ginásio, é o dia da semana em que me mais me apetece ir comer fora ou testar novas receitas. Talvez assim seja por ser um dia leve, em que as pessoas já se libertaram dos monday blues e já andam a fazer planos para o fim de semana e os sorrisos reaparecem. Ou talvez nao seja nada disto e apenas goste da quarta-feira só porque sim, assim como gosto do número 6, de velas com cheiro a baunilha (black vanilla de preferência), da cor dourada, de livros novos e de cactus. O 3º dia da semana inspira-me e por isso hoje o post é dedicado às novidades que tenho debaixo de olho. 

Butter Fly | IKEA | IGOR | URIAGE | CK ONE | ESFERA DOS LIVROS | BOOKSMILE
Beijos
E a sortuda que acabou de ganhar este conjunto de perfumes matchy-matchy composto por 
AVON Alpha para ela + AVON Alpha para ele,  no valor de 59€, foi:

Paula M. Mota

Parabéns!

Será coontactada via e-mail!

E porque hoje é o Dia do Amor, escolhi esta data para falar dele, não na vida adulta, mas sim na infância. Tornei público o primeiro namoro do aprendiz há cerca de 15 dias quando a meio do jantar nos surpreendeu com a declaração “hoje pedi a Lara em namoro”. Nunca fomos aqueles pais de andar a perguntar se já tinha namorada ou qual era a miúda mais gira da turma, já que para ele tudo girava à volta do melhor amigo e até me irrita um bocadinho que tentem incutir namoros às crianças, como se fosse obrigatório. Para mim, a regra é simples: cada criança tem o seu timing. Até que, de repente, o nosso “não assunto” virou assunto lá em casa, o Duarte assumiu uma namorada e fala nela a toooda a gente – avós, tios, pediatra, bisavós, educadora – conclusão: está “in love”!

Eu já tinha desconfiado que algo estava diferente nele, antes nem sequer sabia dizer o nome das miúdas da turma e de há uns tempos para cá mal se cruzava com "A" Lara à chegada ao colégio os olhos dele mudavam e a expressão dela também, como nos filmes, quando entra em cena aquela música para criar clima, estão a ver? Ainda ontem de manhã me senti “a mais” na sala enquanto lhe vestia a bata e eles trocavam olhares.

E nós? Nós não incentivamos, nem proibimos, afinal de contas, ele está a explorar os primeiros sentimentos de carinho e afeto por outrem e segundo os pediatras “é absolutamente normal e aceitável que a criança represente o papel de namorada ou namorado, assim como representa outros papéis. Os adultos não devem fazer juízos de valor sobre esta situação.”

Em casa opto por não falar muito no assunto, só quando ele fala dela, pois não quero, por um lado supervalorizar o tema nem, por outro, banalizá-lo. No entanto, no domingo estivemos a fazer pinturas com decalques e ele quis fazer um coração e uma mão para dar hoje à Lara. Claro que o meu coração de mãe derreteu e achou fofinho ele querer demonstrar o carinho que tem por ela, assim como ainda no decorrer do fim de semana nos pediu para comprarmos uma flor para oferecer à bisavó porque “ela fica feliz”, mas temi que os pais dela achassem que estávamos a querer introduzir os padrões de uma relação adulta na deles ou a dar demasiada importância ao tema – quando não é, de todo, o caso! 

Li sobre o assunto que “a situação deve ser compreendida a partir do contexto na qual se apresenta, ou seja, o infantil. Não se pode entrar no mundo da criança e trazê-la para o universo adulto, pois ela não tem ferramentas para isso” por isso, para não baralhar a mente dele e proibi-lo de levar o miminho que lhe fez com tanto gosto e cuja explicação não ia entender, e porque acho que não devemos priva-los de demonstar sentimentos, decidi deixá-lo levar hoje a pintura. Apenas falei com a mãe da Lara em antecipação sobre o tema. Somos ambas descontraídas, o que facilitou a situação e fiquei mais descansada. É um namoro de miúdos sim, vale o que vale, mas assinala a etapa em que “a criança começa a reconhecer no outro algo especial, a perceber maior afinidade com um colega e, desta forma, desenvolver sentimentos de carinho e afeto” e é por isso, para os pais“ uma excelente oportunidade para ajudar os filhos a entender sentimentos, assim como valorizar e respeitar o outro, como um ensaio para a vida adulta”.

Por outro lado, hoje é o dia em que ele assinou o nome dele pela primeira vez. Eu escrevi num papel e ele imitou - e bem! Os meus olhinhos lançam confetis a olhar para isto! 


Fonte: http://bit.ly/2kjbce8 

Feliz Dia de S. Valentim!



E para os que vão jantar em casa (como eu) deixo-vos uma sobremesa fácil e deliciosa para testarem amanhã (ou não). Eu sou um bocadinho aversa a estas datas melosas que impõem o amor como senão o praticássemos todo o ano, mas, por outro lado, gosto muito destas ideias de sobremesas rápidas que safam qualquer jantar ou almoço temático. 

Base:

330g Bolachas de Oreo inteiras
110g de manteiga derretida
200g de chocolate com leite
100g de chocolate preto
200 ml de natas

Cobertura:

300g ou 10 de morangos frescos
Nozes picadas (amêndoas, pistácios, etc), opcional

Pique as bolachas de Oreo inteiras (com recheio). Adicione a manteiga derretida para unir e forre  uma tarteira circular ou retangular com o preparado, pressionando com a parte de trás de uma colher. Coloque no frigorífico enquanto prepara o recheio. 

Numa panela pequena, coloque as natas em temperatura média-baixa por alguns minutos até ficarem quente. Não é necessário que fervam. Retire do fogão, despeje sobre o chocolate picado e deixe descansar por 1-2 minutos. Mexa até dissolver e ficar com uma mistura homogénea.

Despeje o recheio a crosta de oreo (na tarteira) e cubra-o com os morangos frescos e os frutos secos.

Leve ao frigorífico 2 horas antes de servir.

Bom São Valentim quaisquer que sejam os vossos planos! 

Vídeo de preparação aqui.

Fonte: www.homecookingadventure.com

Então e os dentes? Se eu for honesta prometem que não me caiem em cima? Confesso que lá por casa com a pressa matinal às vezes me porto mal e não o obrigo a lavar os dentes. O pai não tem culpa nesta matéria porque quando nós acordamos já ele está no trabalho, mas é uma daquelas rotinas em que dava ajuda uma voz extra para o convencer de que é necessário e importantíssimo lavar os dentes enquanto ele olha para mim com aquele ar de ursinho-carinhoso-ensonado-que-quer-voltar-para-a-cama. À noite escova logo após o banho para nem ter hipótese de sair da casa de banho sem os dentes a brilhar e o hálito reposto. Mesmo assim, para lhe despertar o interesse e gosto pela rotina, tenho apostado em escovas de dentes divertidas, esta com luz temporizadora tem sido a loucura lá por casa, livros divertidos, já que ele adora livros, e variação de pastas de dentes com sabores apreciados por ele. 
E como, gostando-se ou não, os dentinhos têm de ser bem escovados para evitar cáries e outros dói-dóis, hoje resolvi partilhar acima alguns livros didáticos que estão em promoção e dicas auxiliares que retirei da Starofservice.pt, um portal online onde podem procurar os melhores especialistas online.

1.

Use uma escova macia para não magoar as gengivas e adaptada à faixa etária, e escove suavemente. Se o processo os magoar, ainda vai ser mais complicado de os convencer na próxima vez. Para bebés há escovas próprias, com uma área bem mais pequenina para escovar os dentinhos.

2.

Use uma pequena quantidade de pasta de dentes. Se reparar, a maioria das escovas de dentes de crianças e bebés têm alguns dos pelos com uma cor diferente, o que geralmente corresponde ao tamanho da ‘bolinha’ de pasta de dentes que é necessário usar.  

3.

Compre uma escova com bonequinhos, ou um copo de plástico com a personagem referida do seu filho e tente criar um momento divertido à volta hora de lavar os dentes.

4.

Deixe-o experimentar a segurar na escova e a fazer tudo sozinho. Não irá ficar bem lavado ao início, mas vai fazer a criança interessar-se pelo processo e querer aprender. 
Tente, por exemplo, deixá-lo fazer sozinho de manhã, ou depois de uma refeição, e diga que à noite é sempre a vez da mãe ou do pai. Assim, vai garantir que os dentinhos são bem esfregados antes da hora de dormir.

5.

Faça trocas. A mãe lava os teus dentes e tu lavas os da mãe. Vai ver que com muita risada e brincadeira, vai conseguir lavar bem os dentes do pequeno.

6.

Crie uma rotina desde bebé. Lave os dentes de manhã, à noite e depois das refeições. Talvez não valha a pena tantas vezes logo no início. Mas se o processo estiver a correr bem, vá aumentando a frequência e explicando que assim está a proteger os dentinhos. Se iniciar o processo desde a altura dos primeiros dentes, vai ser já tão normal quando forem maiorzinhos e se aperceberem do que estão a fazer, que nem irão achar estranho. Claro que haverá fases em que vai ouvir ‘eu não quero lavar mais os dente’, mas é uma fase. O hábito está criado e apenas terá de vigiar para certificar que os dentinhos estão a ser bem lavados.

7.

Vá com o seu filho ao dentista, esclareça as dúvidas que tiver e peça ao dentista para observar os dentinhos do pequeno. Convém que a criança se sinta à vontade com as idas ao dentista e não associe a nada de doloroso. E o dentista vai certamente dar algumas ‘dicas’ ao pequeno para sobre como continuar o ótimo trabalho de lavar os dentes como um menino crescido :)

8.

Pode experimentar explicar o porquê de se ter de lavar os dentes com maior ou menor detalhe, consoante julgue que irá ajudar no processo. E pode mostrar imagens de meninos sem dois ou três dentes, e dizer que isso acontece a quem não lava bem os dentes. É uma meia-verdade , é certo. Mas depois, numa segunda fase, logo lhes explica que quando começam a ficar mais crescidos os dentes de bebé vão cair porque irão nascer os dentes de crescido :)

9.

Não deixe de supervisionar! Mesmo quando a criança já lavar os dentes sozinha, esteja presente pelo menos uma vez por dia e certifique-se de que os dentes estão a ser corretamente lavados. Há cada vez mais casos de cáries em crianças com idade inferior a 6 anos, é preciso ter atenção.

10.

Dê o exemplo. Se o seu filho não o vir a lavar os seus dentes, vai questionar porque tem de o fazer se a mãe e o pai também não o fazem. As crianças aprendem pelo exemplo. Lave os seus dentes com o seu filho na hora de o ir deitar, e acredite que fará toda a diferença!

Vamos a isso?
Porque o amor acontece e merece ser celebrado, ainda vão a tempo de comprar aquele miminho extra no fim de semana para oferecer depois do jantar romântico e surpreender o vosso par. Afinal de contas, ninguém recusa ofertas dadas com amor! 



Podem também tentar a vossa sorte e participar no passatempo a decorrer no blog - aqui


Não sei para onde estamos a caminhar, mas certamente não é para um mundo melhor. O meu coração palpita sempre que conheço projetos e pessoas inspiradoras, acredito por milésimos de segundos que ainda temos chances, mas depois desço à terra e interiorizo que elas são uma pequena gota neste oceano do poder e da de(s)mocracia. 

36 mil mulheres são agredidas por dia pelos companheiros na Rússia, 26 mil crianças são espancadas pelos pais por ano e 14 mil mulheres são mortas pelos maridos ou familiares todos os anos. Tudo isto na Rússia, onde o presidente Vladimir Putin assinou esta semana uma lei que descriminaliza alguns atos de violência doméstica. Ou seja, a olho nu tudo é permitido, desde que a pessoa agredida não vá parar ao hospital. Só nesse caso é que a agressão é considerada "crime". Sim, crime entre-aspas porque a punição é com multa e não com prisão. 

Em 2013, uma reportagem da BBC chamou-lhe o pesadelo silencioso das donas de casa da Rússia. Um software on line que compara a violência na Rússia face os EUA aponta 15 assassinatos na primeira vs 5 na segunda. Estão a ver a diferença abismal geográfica e populacional que existe entre os dois países não estão? Nem precisamos ir mais longe. 

Não sei se fico mais perplexa pela entidade máxima do país ter concordado com o decreto de lei (acho que não pois todos conhecemos a “peça”) ou se por ele ter sido previamente aprovado pelas duas câmaras do parlamento com 385 votos a favor, um voto contra e uma abstenção.  Desconfio que os últimos 2 já devem ter levado na tromba e preferiram não votar e os outros 300 e tal são os durões que acham por bem usar a violência quando a mulher traz o iogurte errado do supermercado ou deixa tingir a sua camisa preferida na máquina de lavar roupa.

Estas 387 pessoas envolvidas são o retrato, ou pior, são o padrão da sociedade Russa que defende o autoritarismo nas suas relações familiares e sociais. Isto explica, sem dúvida, a frieza do povo russo onde "na cultura familiar tradicional a relação entre pais e filhos é baseada na autoridade e no poder dos pais ", segundo Yelena Mizulina, a deputada conservadora que apresentou este projeto de lei. 

E o que está a fazer este país em pleno séc. XXI? A promover a CONTINUIDADE da violência no lar e do autoritarismo que NUNCA trouxeram nada de benéfico à humanidade. REPITO - NUNCA!

Com esta lei, os atos de violência doméstica que não causem ferimentos graves, não obriguem a vítima a procurar tratamento hospitalar ou que não a obriguem a faltar ao emprego ou à escola, são tidos como contraordenações, como quando passamos o traço continuo na estrada e somos multados ou estacionamos em cima do passeio, estão a ver? Bater em outrem passa a ser uma contraordenação. Isto nem sequer é humano. Em Portugal a violência contra animais é crime, na Rússia o marido bater na mulher ou vice-versa é uma contraordenação! Mas que contraordenação? Ninguém bate em ninguém sem querer, ao acaso, inocentemente! Niguém que ousa bater em outrém e que usa a força para se impor altera comportamentos agressivos com base numa punição tão medíocre, básica e descontextualizada. 

Segundo este novo modelo de de(s)mocracia Russa, que em nada defende as mulheres e as crianças, que infelizmente continuam e continuarão a ser as maiores vitimas deste tipo de violência, as autoridades "não querem que as pessoas sejam presas por dois anos ou consideradas criminosas para o resto da vida por causa de uma chapada". Primeiro, uma agressão raramente se baseia em apenas uma chapada e segundo, arrisco a dizer que 90% das vezes não leva as pessoas para o hospital, mas  garanto sem qualquer estudo que em 100% delas destrói as vitimas por dentro e corroí-lhes a alma. 

E o lado psicológico? A destruição da sua identidade como ser humano? E as crianças do amanhã? Os maridos e as mulheres do amanhã? Vão continuar a ver a violência como algo cultural e não humanitariamente grave. Isto é grave, muito grave! 

Uma lei feita por tiranos para defender tiranos! 
Uma lei feita por cobardes para defender cobardes!
Quantas mais mulheres e crianças terão de gritar em silencio?

Bom... tenho de parar por aqui porque a minha pálpebra começa a tremer só de pensar muito no assunto!


Na última semana andei a acusar mais stress do que o habitual e o corpo não perdoa, deu logo sinais de irritabilidade. Passei a semana com menos tolerância para as situações diárias e um tremor na pálpebra direita que teimou em não passar dias a fio. Há muito que não me acontecia e foi um sinal claro para abrandar. Cocei os olhos ao ponto de ficar com ardor, qual criança que não sabe mais o que fazer para mandar o cérebro parar com a festa! 

Sábado era suposto ir treinar musculação para desanuviar, mas pensei - e bem - "leva mas é o fato de banho e vai para o spa". Ter spa no ginásio é como ter o melhor serviço de um hotel 5 estrelas disponível, pelo mesmo valor de mensalidade. Foi a melhor decisão da semana, em prol do meu bem-estar. Passei a manhã na sauna, banho turco, duche tropical, jacuzzi e jatos de água, bom-mas-bom, deu para me abstrair do stress e por momentos até senti que estava fora de Lisboa! Saí de lá rejuvenescida, com aquela sensação de pele de bebé e sem o tremor na pálpebra (aleluia!). 

Na próxima ida levo o Duarte, pois ele tem acesso ao Club-V e pode fazer aula de natação (que adora) na piscina do lado, enquanto eu me mimo e lhe dou um olhinho. Querem melhor anti-stress do que isto? Ainda sinto o aroma o pinho da sauna só de ver as fotos... sou menina para me baldar a uns treinos e repetir isto mais vezes (a minha PT que não me oiça)! Deixo-vos algumas fotos para verem o circuito que fiz, a minha está aqui




Fotos: Virgin Active

Se já andam a roer as unhas porque ainda não compraram o miminho para o Dia dos Namorados, tenho boas notícias! 
 
Por ocasião desta data do AMOR, tenho para oferecer 1 conjunto matchy-matchy composto por AVON Alpha Eau de parfum para ela + AVON Alpha Eau de parfum para ele,  no valor de 59€, para que estejam unidos até no cheiro. Afinal de contas, alpha é a primeira letra do alfabeto grego, que significa que o elemento que tem essa designação é o primeiro, o mais importante (da vossa vida) e juntos são extraordinários. 


AVON Alpha Eau De Parfum para Ela 
Um cocktail explosivo e sexy de framboesa numa infusão de madressilva e um toque de sensualidade das madeiras de caxemira, esta fragrância oferece-lhe uma sensação extraordinária de confiança. 
AVON Alpha Eau De Toilette para Ele
Uma centelha dinâmica de bergamota envolve a fragrância masculina da Alfazema Azul, ligadas pela ousadia do cedro para uma fragrância que exala uma confiança plena de carisma.
Para se habilitarem a ganhar basta preencherem as entradas do formulário abaixo até às 23h59 de dia 13 de fevereiro de 2017 (atenção às entradas obrigatórias). O passatempo é válido para residentes em Portugal. Os vencedores serão apurados via random.org dia 14 de fevereiro e contactados por email.
 
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