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Sempre quis fazer um calendário do advento personalizado para o Duarte e no fim de semana passado meti finalmente as mãos na massa e esta vontade deixou de ser projeto guardado nos álbuns do pinterest para se tornar real. 

A ideia surgiu há um ano atrás quando uma colega de trabalho, que sabe que sou dada ao DIY, me ofereceu um kit com 24 molas numeradas no amigo secreto, achei logo naquele dia que o ia guardar para este Natal, para fazer qualquer coisa com ele. A verdade é que com o ritmo acelerado do dia a dia acabei por não o projetar com tanta antecendência quanto queria, e só este fim de semana percebi que estávamos pertíssimo de dia 1, mas com improvisos de ultima hora, imaginação e algumas pesquisas cheguei a uma ideia vencedora. Acabei por não me guiar por uma imagem, mas por reunir ideias de várias que iam ao encontro do material que tinha por cá, neste caso, ainda cartuchos de papel higiénico que juntei para o Halloween. Já dizia Lavoisier que nada se perde, tudo se transforma. 

Material utilizado

*Kit 24 molas da Tiger (oferecido, mas custa 2€)
*1 folha k-line em Kraft do Aki (2.99€)
*Cola de pistola (já tinha)
*Cola universal Pritt (já tinha)
*21 cartuchos de papel higiénico (acumulei desde o DIY do Hallowen e faltam-me 3 para dar por concluída a missão, vão perceber nas fotos)
  *Autocolantes dourados com estrelas e numeração do Lidl (0.99€) 
*Impressão de imagens de animais (retirados do google)!
*Restos de material sortido (cordão, mini árvores)
*Sortido de doces (usei o que havia cá em casa) e atividades impressas (tirar foto em família, comprar a prenda do melhor amigo, jogar um jogo, fazer um postal, escrever a Carta ao Pai Natal etc)
Custo: 3.98€

O resultado:









O K-line já vinha cortado nesta dimensão, por isso, nem foram necessários ajustes e em 3 passos o nosso calendário estava concluído (o Duarte não viu o que coloquei no recheio):  

1.
Marquei o espaço com um lápis de carvão e comecei por colar as molas numeradas no K-line com cola de pistola;

2.
Selei os cartuchos de papel higiénico com a mesma cola na parte inferior e coloquei-os (já recheados com atividades e doces) em cada número;

3.
Decorei a gosto com os animais impressos, as mini árvores, os números e estrelas douradas e cordão!

Gostaram? 

Ansiosa pelo dia de amanha para ele começar a desvendar as surpresas e atividades! 

Beijos


Chegou cá a casa a Mimobox e lembrei-me de partilhar aqui o conteúdo pois acho que pode ser um bom presente de Natal para a irmã, prima ou quiçá a amiga grávida. Uma caixa com multi presentes direcionados para esta fase da vida é sempre uma boa surpresa que podemos desembrulhar e que surpreende pela variedade - e nós mulheres batemos palminhas a presentes!

Tentei fazer uma coisa diferente e mostrá-la em vídeo, mas o Duarte voltou a tomar de assalto o meu Youtube e o resultado é que se vê - uma tentativa de unboxing com uma criança em idade pré-escolar às costas.  


São mimos e mais mimos!
Para quem ainda não conhece, a Mimobox é um serviço de subscrição mensal de produtos surpresa que nos acompanham desde a gravidez até aos 3 anos da criança. Todos os meses recebemos, no correio, uma caixinha com produtos ajustados a cada fase, seja da gravidez seja do crescimento da criança. Por exemplo, este mês, a entrar no sexto mês de gestação, para além de cremes para mim, já recebi uma fralda de pano, um peluche e um biberão para o enxoval do bebé - um amor, fico sempre derretida com coisas para o meu baby número 2.  
Por aqui tem sido uma ajuda para as etapas da gravidez, visto que trás produtos segmentados para mim e para o pequeno e é sempre um momento especial do mês descobrir o que cada uma trás e como já perceberam nem o Duarte escapa a essa curiosidade.
Cada caixa trás sempre 6 a 8 produtos em tamanho real de marcas reconhecidas no mercado (não são amostras) e com um valor de mercado superior a 40€ (a caixa custa 22€ mês ou se preferirmos podemos fazer um plano semestral e poupar 24€ no total), por isso, saímos sempre a ganhar. 

O que incluía esta (para quem ainda não foi ao Youtube ver o vídeo):

* 1 creme gordo hidradante
* 1 creme hidratante familiar da Avène 
* 1 caixa de Nestum de aveia e morangos (que o Duarte adorou)
* 1 caixa de Cereais Nestlé Clutchers
 * 1 creme de mãos da Body Shop
* 1 voucher da Lifecake (a app da Canon para impressão de fotos)
* 1 pack de cartões originais para registar o crescimento da barriga (+5€ de desconto na impressão de fotos)
* Fraldas
* 1 Biberão da Saro
* 1 Peluche
* 1 fralda de pano
* 1 caixa de bom bons da Merci 

Um total de 11 produtos surpresa e com utilidade. Por aqui, e com base na minha experiência, se o puderem fazer, quanto mais cedo começarem a receber a caixa, mas enriquecedora será a experiência, o Duarte agora já não tem idade, mas adorava receber a caixinha com coisas para ele e quando este bebé já tiver uns mesinhos vai adorar desenpacotar a caixinha mágica mensal. 

Fica a dica para presente de Natal, a Mimobox de Natal já está à venda no site, para quem anda às aranhas com o que dar à grávida do momento. Também é giro para dar num Baby Shower por exemplo, ou como prenda de nascimento... ideias não me faltam! 

Para mais informação, podem seguir a Mimobox no Facebook e no Instagram.

Se gostaram de nos ver, digam, senão gostaram digam também, eu aguento! 












Beijos,

Há por aí mini fãs da Popota?
Estão prontos para mais um giveaway natalício?

O musical deste Natal, aquele que vai deixar todas as crianças encantadas, é a grande estreia da "Popota ao Vivo" no Campo Pequeno, nos dias 8, 9 e 10 de Dezembro. 

Trata-se de um espetáculo de música e dança, onde “de uma forma pedagógica, bem-humorada e transmitindo valores fundamentais como a amizade, o amor e a importância da família" vamos poder acompanhar as várias etapas da vida de Popota, desde bebé até ser uma estrela da Pop, tendo como mensagem "não existirem impossíveis". Em parceria com a Popota  vão estar em palco bailarinos profissionais e acrobatas. 

Já ficaram com a pulga, perdão, a Popota atrás da orelha?

Em parceria com o Continente temos para oferecer aqui no blog:

 4 bilhetes duplos para dia 10 de dezembro, às 15 horas (válidos para 1 adulto e 1 criança maior de 3 anos) para sortear! 


Preparados para participar? 

Eis o que têm que fazer:

1. Ser seguidor(a) no Facebook do BabyTime e Instagram @raquelbabytime;
2.  Identificar (comentando o post do passatempo) 3 amigo(a)s com crianças;
3. Preencher o formulário abaixo com os vossos dados:

As participações são válidas até dia 6 de dezembro às 23h59 e os 4 vencedores serão anunciadas dia 7 aqui no blog. 
Boa sorte!

Não sou de destacar comentários de leitora(e)s, até hoje nunca o fiz, até porque acredito na liberdade de expressão e gosto que se expressem por aqui, no entanto, gosto que as coisas sejam fundamentadas e não sejam clichés em estado puro atirados para o ar. E isto é da argumentação mais barata e vaga que existe:
 
"A gravidez não é doença é um estado de graça."

"Não é doença não senhora, mas também não é todooo esse estado de graça. E as grávidas que o digam. Este é aquele argumento básico que serve para todos aqueles que não dão prioridade às gravidas nas filas... e já agora aos idosos e aos deficientes. Para estas pessoas, há sempre uma justificação, se for um idoso o discurso muda para "está reformado, tem tempo para esperar", se for uma pessoa com limitações basta um "para quem vem para aqui?", uma grávida gira e arrumadinha "até está com bom ar, para que precisa da prioridade?".

Este foi o comentário deixado por uma leitora (uma mulher, o que ainda me deixa mais triste) no post que fiz sobre as prioridades na gravidez, o qual acredito que esta leitora nem tenha lido, provavelmente leu apenas o que escrevi no Facebook, pois se tivesse lido teria visto que até nem ando por aí a empinar a barriga e a aproveitar esta bola que carrego no ventre para jogar bowling nas filas e passar à frente de toda a gente.  

Se tivesse lido teria visto que era um post reflexivo sobre o estado da sociedade em geral, onde aquilo que tenho observado é que todas as pessoas fazem vista grossa a uma lei que existe para melhorar as acessibilidades das gravidas, idosos, pessoas deficientes e mulheres com crianças de colo. Somos egoístas por natureza, admitamos. 

Acredito piamente que só diz uma coisas destas quem nunca passou por nenhuma destas situações. Convido a leitora a ler as dezenas de comentários deixados no post por grávidas e mães, que infelizmente só atestam aquilo sobre o que senti necessidade de desabafar - a falta de civismo com que vivemos.

Mas já agora, vou também partilhar a minha visão sobre "o estado de graça". Não sei quem inventou esta expressão, que tem tanto de certo como de errado.

Aos olhos de terceiros a gravidez é um estado de graça, eu também a via dessa forma quando em miúda me imaginava a ser mamã...pintava tudo de cor de rosa, até estar grávida pela primeira vez e ouvir da boca da médica "não conte a ninguém, ainda é cedo, pode perder, nada de esforços", começa ali no positivo uma mudança comportamental na mulher grávida que até às 12 semanas tem que levar uma vida mais regrada e evitar pesos e esforços.

Após as 12 semanas e a ansiedade dos primeiros exames respira-se de alivio, mas nunca a 100%. Lidamos com enjoos, quebras de tensão constantes, azia, dores lombares, idas ao wc de 5 em 5 minutos, noites sem posição, sonolência, cansaço, o coração bombeia mais para alimentar o útero e todo o nosso corpo está numa transformação louca. Continuamos a fazer tudo como antes, mas a outro ritmo. 

Na primeira gravidez trabalhei até às 37 semanas, no final já sem posição para estar sentada, mas como tudo corria de feição, ir para casa olhar para as paredes não me fazia sentido. Nesta não sei até onde vou, mentalmente tenho a mesma meta, fisicamente tenho tido mais contratempos, e como isto não é uma ciência exata e não existem gravidezes iguais, a minha história está por escrever. 

A gravidez obriga-nos a quebrar as rotinas e a reajustar tarefas. Limita-nos os movimentos, apresenta-nos a dor ciática e a dor pélvica e uma série de outras pequenas coisas que compõem o nosso dia a dia, seja no trabalho, seja nas idas ao supermercado ou à farmácia.

"A sociedade espera que as mulheres grávidas sejam as pessoas mais bem-dispostas, saltitantes e bem-humoradas do mundo, só pelo simples facto de carregarem um bebé. E a responsabilidade que isso aporta? A gravidez acarreta muitos cuidados com o corpo e uma invisível pressão psicológica". 

Concordo que a gravidez não é doença, mas não deixa de ser uma condição especial e até clínica. Não é à toa que são precisas 40 semanas para tudo se formar e que temos tanto acompanhamento médico, tantas recomendações, e tantas restrições alimentares e físicas (salvo algumas exceções e não somos todas Carolinas Patrocínios). Bem sei que antigamente não havia cá nada disto, e que este também é um argumento usado vulgarmente, mas a taxa de sucesso de nados vivos também não era tão grande, a ciência evoluiu e contribui para melhores condições para todos, felizmente. 

Por isso, considero que é um estado de graça, sublime! Com tantas privações o mínimo que cada gestante deve ter é o direito de aproveitar a gravidez de forma tranquila e sem faltas de respeito na rua, sem ter que ouvir a cada prioridade dada o famoso cliché "gravidez não é doença"! 


"A gravidez realmente não é doença, doença é o egocentrismo de uma sociedade que precisa de argumentos triviais para desculpar a falta de boas maneiras."

Por aqui chegou a altura de acabar com os esforços devido a algumas complicações..., portanto se a partir de agora puder usufruir do meu direito de prioridade para estar menos tempo em pé numa fila, nem vou hesitar. E até posso estar muito gira e maquilhada, com o melhor ar do mundo, mas quando olharem para uma gestante lembrem-se que não fazem ideia qual é a condição clinica dela. 

Não queremos ser tratadas como princesas, nem precisamos de passadeira vermelha, apenas queremos respeito. 

Photo credicts: Google 


"Dezembro esta à porta e já se sente o cheiro a natal. É o mês da descompressão, dos convívios, da alegria e dos presentes. Os problemas ficam temporariamente arrumados na gaveta e só temos vontade de aproveitar o lado B da vida, desde a comida até aos passeios. É o mês em que damos cor aos sonhos."

Não concordam que é este o ar que se respira nesta quadra?

É a altura perfeita para planear programas familiares e partilhar novas experiências. Por aqui já temos alguns programas em mente, como o musical Popota ao Vivo, ir ver as luzes de Lisboa e, claro... ir ao encontro do Pai Natal para entregar o correio mais importante do ano. 

Já repararam que, pela primeira vez, a Popota vai ter direito a um Musical ao Vivo?  Com música, bailarinos, acrobatas, temas originais e coreografias?  

É engraçado pensar que esta mascote rechonchuda nos entrou pelos ecrãs a dentro há muitos anos ia perdurar tantos anos e que, sem nada o fazer prever, iria conquistar um lugar em todos nós. Goste-se ou não, a Popota já faz parte da quadra natalícia. Natal que é Natal tem que ter Popota e a verdade é que as crianças a adoram.

O espetáculo vai acontecer nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, no Campo Pequeno, e conta a história desta diva, desde a infância até à altura em que se tornou uma estrela da música pop, tendo como mensagem para os mais novos que "não há impossíveis" e que todos devemos lutar pelos nossos sonhos. 

A semana passada o Duarte esteve no lanche de apresentação do musical e desde ai que anda pela casa a a fingir que é dançarino. As batidas ficaram-lhe gravadas na cabeça e no corpo, nem imagino como vai ser o pós-festival.

O Continente tem 6 sessões marcadas para os 3 dias. Podem ir no feriado, dia 8 dezembro, às 18h, no sábado, dia 9, às 11h, 15h e ou 18h e no dia 10 às 11h ou às 15h. Os bilhetes já estão à venda a partir de 12€ e contam com 25% de desconto em Cartão Continente, o que dá sempre jeito para adiantar a compra de presentes ou enriquecer a mesa de Natal.



Por aqui, já temos os nossos, para ir no sábado, dia 9. Quem se junta a nós?
Se gostaram de saber desta novidade e gostavam de se juntar a nós, estejam atentos aqui ao blog, porque vamos ter uma surpresa!

Beijos


Durante a gravidez há uma pessoa que desempenha o papel mais importante de todos - a(o) nossa(o) obstetra. É a figura em quem confiamos a vida que estamos a gerar, as decisões, os exames, os next steps, seguimos religiosamente tudo o recomendam e escrevem no nosso boletim de grávida. São o nosso Deus da maternidade, a pessoa com mais capacidade para nos aconselhar e tranquilizar nesta jornada de 40 semanas.

Aquilo que esperamos dela(e) é simples: que durante 9 meses se mostre profissional e disponível. Eu, pelo menos, sou este tipo de grávida – raramente chateio, mas quando chateio preciso sentir envolvimento com a minha condição clínica – temos dentro de nós o bem mais precioso de todos. 

"Não precisamos falar todos os dias, muito menos todas as semanas, não precisamos ser amiga(o)s chegada(o)s, nem trocar confidencias, só precisamos de alguns minutos de atenção médico-paciente durante as consultas, e quando temos algum assunto sério, quando existe algum contratempo, quanto precisamos tomar uma decisão, quando estamos na dúvida se é caso para ir às urgências."

Nesta gravidez decidi, estupidamente (ou não), não ser acompanhada pela minha obstetra de sempre, a que me conhece como ninguém desde a adolescência e me acompanhou a gravidez do Duarte. Porque? Porque tive um primeiro parto complicado e senti que precisei de ter o apoio dela in loco e isso não foi possível. O Duarte nasceu num hospital público e a minha Obstetra do coração além de não trabalhar lá, estava fora numa missão militar. Mas apesar de tudo nunca deixou de me responder às mensagens que lhe enviei quando o trabalho de parto iniciou e até de livre vontade me telefonou dias depois a perguntar como estávamos –um gesto que cai bem!

Desta vez planeei ser acompanhada por alguém que conhece bem o hospital, as equipas residentes, por alguém que faz partos lá, independentemente se poderá acompanhar o meu parto ou não. Aquilo que preciso sentir é segurança e a certeza que vão ler as recomendações que ela escrever no livrinho de grávida na altura do nascimento. 

Volvidos quase 6 meses, não foi a melhor decisão e arrependo-me disso. Não criámos relação antes (apesar de já ter feito com ela o ultimo check up um ano antes da gravidez) e a sensação que tenho é que cai ali nas consultas de para-quedas como mais uma. Senti-me só mais um número no meio de tantos. Mesmo assim, não vendo melhor solução e tendo em conta o interessante percurso profissional dela, que não coloco em causa, decidi continuar mais um tempo. Vou manter o nome dela em anonimato pois não é meu objetivo denegrir a imagem de ninguém e o que para mim não foi bom, pode ser opimo para outras pessoas.

Não correu bem e a semana passada voltei à estaca zero. Desisti de ser acompanhada por ela. Ou seja, pela primeira vez na vida e durante uma das fases mais importantes de todas, estou sem obstetra. Já pensei voltar à minha antiga e ignorar o facto de não a ter no hospital ou encontrar outra a exercer lá. Mas como será que ela me vai acolher? Se lhe explicar o porque da mudança, vai-me achar picuinhas, queixinhas... provavelmente vai-me rotular e colocar-me no catálogo das gravidas complicadinhas.  

Porque tomei esta decisão radical?

Acima de tudo porque preciso de sentir confiança e respeito, da mesma forma que respeito quem está do lado de lá com a bata vestida. 

Só precisei dela três vezes (contrações, sangramento e dúvida com os exames), da primeira recebi uma resposta enganada à SMS (a SMS que recebi era para outra paciente) e da segunda recebi silêncioooo – e acreditem que uma pulseira laranja nas urgências é caso para queremos falar com a nossa obstetra. Precisamos de sentir ligação, preocupação e compromisso com a nossa gravidez. Da terceira, recebi como resposta um “quem é?’… dois dias depois da SMS do silêncio na qual me apresentei devidamente. 

"Respondi também com silencio. Ali, naquele momento desisti dela, desisti de responder mais uma vez a explicar quem sou, que idade tenho, de que quanto tempo estou…desisti de tentar investir nesta relação profissional de onde não senti zelo." 

Podia ter respondido, podia ter tentado uma 4ªa vez, podia voltar a ir lá, podia explicar que esperava outro comportamento… mas não nos bastam já todas as ansiedades inerentes a uma gravidez, ainda temos que estar também preocupadas com a nossa obstetra ausente e que nos deixa insegura? 

O que esperamos do nosso obstetra é tão simples quanto:

Proximidade q.b
Disponibilidade 
Profissionalismo 

Não queremos um médico distante, aluado, não envolvido, que nos trata como “mais uma”. Queremos alguém que nos compreenda, que respeite as nossas questões e que se envolva. 
Posto isto, ando à procura do plano B! 

O que teriam feito na minha situação? Podem ser honestas, se acham que exagerei digam, não vou vou atirar tomates maduros, até porque o mais certo era comê-los antes. 

Beijos


Estamos na fase mais mágica da vida e paralelamente a mais delicada de todas no que diz respeito à saúde, aquela em que não podemos ficar doentes sob pena de não podermos tomar medicação quase nenhuma e...o inverno està à porta.  Na última consulta de nutrição com a Dra. Gisela Carrilho levantei esta questão e por achar que tem utilidade para as restantes grávidas, hoje resolvemos partilhar aqui algumas dicas. 

Grávidez de inverno: como podemos aumentar e fortalecer a imunidade através da alimentação? - a Dra. Gisela Carrilho responde!

"Cuidar da saúde é uma necessidade em qualquer momento da vida, mas durante a gestação essa preocupação precisa ser fortalecida. Durante este período, as alterações hormonais provocam a queda da imunidade da mulher sendo os alimentos os grandes aliados para uma gestação saudável." 

Uma alimentação adequada desempenha um papel essencial no estado do nosso sistema imunitário. Além disso, é importante ter boas defesas, pois os anticorpos da mãe protegerão o feto nos primeiros 6 meses de vida

O sistema imunitário é um sistema de estruturas e processos biológicos, que é responsável pela produção de anticorpos para proteger o nosso organismo, quando é exposto a corpos estranhos (vírus, bactérias ou produtos químicos). É o sistema imunitário que identifica o que é normal ou o que é estranho e perigoso. 

Vários estudos mostram que as funções principais do sistema imunitário dos humanos depende de uma grande variedade de micronutrientes. Assim, a alimentação não serve só para funções nutritivas básicas como também proporciona um outro nível secundário de nutrição, que oferece proteção contra doenças.

Com a chegada do inverno (que este ano tarda em chegar!) o nosso sistema imunitário não consegue combater todas a adversidades (vírus, bactérias, mudanças de temperatura, poluição, stress) e com elas chegam as famosas gripes, constipações, amigdalites e afins, que não poupam ninguém e muito menos as nossas futuras mamãs. Neste âmbito, surge uma das principais questões nessa fase que é a imunidade das gestantes. Uma vez que são poucos, ou quase nenhum) os medicamentos que a gestante pode tomar caso fique doente. Posto isto, prevalece um ditado antigo: É melhor prevenir do que remediar!

Ora, do que precisamos é que as defesas do nosso organismo, ou seja, o nosso sistema imunitário, estejam a 100%! Mas então o que podemos fazer para tornarmos este sistema mais forte e resistente?

Se adotarmos uma alimentação saudável, com a ingestão de legumes, frutas e outros produtos naturais será a melhor maneira de fornecer o nosso sistema imunitário. Os nutrientes que têm vindo a ser apontados como os principais responsáveis por um sistema imunitário forte são a vitamina A, C, E e B6, ferro e zinco.

Seguem alguns exemplos de alimentos e/ou ingredientes que podem fortalecer o vosso sistema imunitário: 
  • Salsa, couve galega, couve portuguesa, couve de Bruxelas, pimento, grelos de nabo, grelos de couve, agrião, couve flor, kiwi, papaia, couve lombarda, coentros, couve-roxa, laranja, limão, castanha, morango, toranja, espinafres: ricos em vitamina c que acelera a ação e protege os glóbulos brancos da oxidação, aumentando o seu tempo de vida e, consequentemente, aumentando a resistência a infeções. É reconhecido o papel desta vitamina na prevenção e tratamento das constipações, podendo ainda ajudar no tratamento de muitas outras infeções.
  • Gema de ovo, Batata doce, cenoura, espinafre, manga, mamão e tomate: rica em vitamina A ou carotenoides (percursores da vitamina A), reforça o sistema imunitário do feto e da gestante.
  • Vegetais de folha verde escura (agrião, couve, espinafre, brócolos) são fontes de minerais como zinco, selénio, magnésio e ácido fólico.
  • Alho e Cebola:  contêm não só prebióticos (componentes de alimentos vegetais, que não são digeríveis e que estimulam seletivamente o crescimento e a atividade de uma ou mais espécies bacterianas no cólon) mas também ricos em substâncias anti-inflamatórias, antivirais, antiparasitárias, antibacterianas e antifúngicas, dentre elas a própria alicina e a quercetina, respetivamente. 
  • Oleaginosas como a Castanha do maranhão: tem grande capacidade antioxidante por conter selénio, ou seja, é capaz de neutralizar os radicais livres do organismo aumentando a imunidade.
  • Gengibre: esta raiz auxilia nas defesas do organismo porque possui importante ação bactericida e ainda facilita a digestão.
  • Para além destes a ingestão de Iogurte natural ajuda na recomposição das bactérias benéficas da flora intestinal chamadas de probióticos, mantendo o intestino saudável e capaz de absorver os principais micronutrientes, como as vitaminas e minerais, que fortalecem o sistema imunitário.
Posto isto, podemos afirmar que, 

"a imunidade é uma construção de diversos hábitos saudáveis, que incluem uma rotina de sono adequada, a prática de atividades físicas e a alimentação saudável. Por isso, um acompanhamento adequado com profissionais ajuda a grávida a manter as defesas do organismo em dia"


À Dra. Gisela, o meu obrigado pelo contributo neste artigo.

Às futuras mamãs, se tiverem mais questões ou duvidas sobre nutrição ou alimentação p.f sintam-se à vontade para colocar:)

Beijos,




Os sábados, por aqui, passaram a ter outro sabor pois é o dia da semana em que completo semanas da gravidez. Esta semana chegámos às 22 deste rapazinho saltitão. Acordei bem-disposta, depois de uma semana com um susto que me levou ao hospital e me obrigou a mais descanso, mas com ordem para continuar a fazer o meu dia a dia, sem abusar. Basicamente a casa está entregue aos homens, o mais velho arruma tudo o que pode, o mais pequeno desarruma tanto quanto consegue. Nada de novo. Eu observo o caos enquanto tento arrumar tudo com a mente... bahhh era tão bom se tivéssemos acesso a este super poder.

Por isso, os fins-de-semana têm sido um misto de passeio e descanso. Faz-se o que se consegue e o que se pode. Adiam-se as mudanças, como a do meu closet que ainda não terminei e não sei quando irei concluir, como a roupa de bebé do Duarte que já posso desencaixotar para fazer triagem do que ainda está bom para o mano a caminho, o quarto do Duarte que é preciso começar a destralhar para dividir a zona de arrumação por dois (ainda não sei como vou fazer caber tudo)… e uma série de outras pequenas coisas que semana após semana têm ficado apenas em stand bye. Bem sei que ainda tenho tempo, mas gostava de fazer este planeamento com tempo para dividir as despesas por mês, já sei que se deixar tudo para o fim vai pesar muito mais na carteira e no corpo. 

Irrequieta por defeito como sou, nem imaginam o que me custa não rentabilizar o fim de semana para iniciar preparativos e dar um boost nas coisas, felizmente tenho aqui uma voz na cabeça (e uns pontapés na barriga) que me impõem juízo e me mandam estar sossegada. Mas, quem tem crianças em casa sabe que ficar o dia todo com elas em casa não significa descanso, pelo contrário, estão sempre a pedir estímulo e brincadeira e por vezes levam-nos à exaustão ali mesmo dentro de 4 paredes. 
Para este sábado, tínhamos um convite irrecusável e um Duarte ansioso pela chegada desta data - a festa de Natal da Lego®, no Hotel Fortaleza do Guincho - um momento único para encher literalmente a barriga de brincadeira e ficar a conhecer as propostas da marca para o Natal. Aproveitei também para tirar algumas ideias para a mesa de Natal ou até mesmo para uma festinha de aniversário com o tema Lego - até porque o pequeno faz anos em janeiro. 

O Duarte está completamente mergulhado na fase Legos, principalmente os novos Ninjago, desde que viu o filme, por isso, não ir, era partir-lhe o coração. E eu bem sei o que sentia quando os meus pais não cumpriam uma promessa. Foi difícil arrancá-lo de lá, mais horas a festa tivesse. Nota-se o ar de felicidade na primeira foto não nota?


Para os mais novos, deixo algumas ideias para os presentes de Natal:
No final, ainda deu para ir espreitar a praia, que por sinal, estava bem composta a meio de novembro. 


Ontem tive uma manhã caseira, enquanto os rapazes foram à natação, fiz máquinas de roupa, aproveitei para separar as roupas de verão do Duarte para finalmente as armazenar (a meio de novembro) e tudo corria bem até ao almoço. Depois de comer (peixe assado no forno com batatas refira-se) abateu-se sobre mim uma indisposição que me atirou para o sofá a tarde toda. Bebi água com gás, chá de hortelã, tomei Gaviscon...tentei de tudo, nada me deu melhorias. Senti que tinha comido um boi em formato de red fish e passei literalmente todo o dia de molho no sofá. Fizeram-se desenhos, leram-se histórias e viram-se séries. Tudo isto parece um perfeito programa de domingo, só que não, com o estômago totalmente virado do avesso não estamos bem para nós nem para os outros, e esta gravidez não tem dado muitas tréguas nesse sentido, a minha vontade era a de estar sozinha. E a casa? A casa ficou, mais uma vez de pantanas, à espera do próximo fim de semana e mais planos...

E por, o fim de semana foi proveitoso ou nem por isso?


A Missão Pijama prova que "com pouco se pode fazer muito" e é uma iniciativa de sensibilização da sociedade portuguesa para a promoção do direito de uma criança crescer numa família, cuja realização não conta com apoios oficiais, ou seja, são os nossos donativos que contam.

Os donativos, que os nossos filhos levaram hoje para a escola, são usados para apoiar o desenvolvimento do acolhimento familiar, a missão principal da Mundos de Vida.

O Dia Nacional do Pijama é celebrado hoje, mas a Missão Pijama, da Mundos de Vida, é mais do que um dia, é uma causa solidária "de crianças para crianças" em condições carenciadas para a qual podemos contribuir o ano inteiro. Como?

Na Loja dos Abraços, através das seguintes ações: 

1. Alô Telefonar: (760 10 1234). O custo da chamada é de 0,60€ (+ IVA). Deste valor, 0,50€ são entregues à Mundos de vida, pelo operador.

2. Mini-projetos: apadrinhar mini-projetos publicados aqui.

3. Apadrinhar jovens aqui

4. Livros e merchandising - adquirir livros, cadernos ou pins oficiais da Mundos de Vida. O livro que temos em casa é o da edição de 2017 "O Botão Invisível" (10€).

5. Envio de donativos .

6. Ser voluntário - se desejam ser voluntários na Mundos de Vida, poderão fazê-lo consultando as várias ofertas disponíveis na Loja dos Abraços ou apresentando uma proposta através de e-mail para mundosdevida@mundosdevida.pt.

7. IRS Gesto d´Amor - doar 0,5% do imposto que pagamos ao Estado à Mundos de Vida. Como? No Anexo H, escrever o número de contribuinte da MUNDOS DE VIDA, NIF: 501453962.

O Mealheiro "Casa dos Pijamas" é só uma das formas anuais que temos para contribuir para esta causa justa e que toca o coração das mães e dos mais novos, fico cheia de orgulho nele quando o vejo agarrado a esta causa e a contar os trocos que conseguiu amealhar para doar. Além de toda a dimensão do projeto, como mãe, considero uma ideia genial para transmitir os valores de solidariedade junto dos mais novos. 

Beijos,

As meninas grávidas que acompanham pelo Instagram têm-me perguntado onde compro a roupa de grávida, por isso decidi fazer um guia de compras por 30€, para servir de ajuda.

A verdade é que por aqui até às 12 semanas fui sobrevivendo com recurso a peças mais largas e ao truque do elástico nas calças. A partir das 13 semanas vi-me obrigada a procurar roupa de grávida, sobretudo calças, pois já me sentia incomodada no trabalho e já falei aqui do peso, nuns instante aumentei de número. A boa notícia é que agora a Primark (pelo menos a do Colombo) tem uma secção de roupa pré-mamã com calças a 15€, o que é consideravelmente mais barato do que as poucas e restantes lojas com a mesma oferta. Para o tempo de utilização esperado, não são más. Existem 2 modelos, um com cintura subida (mostro abaixo), a acompanhar a barriga e outro com cós largo, ambos em ganga e preto. Também já vi por lá jardineiras e malhas adaptadas ao crescimento da barriga, o truque é ir cedo para ter sorte com os números e experimentar tudo para testar o conforto antes da compra.

Depois tenho recorrido à loja onde acho que as calças são as mais confortáveis de todas, a H&M, tenho este modelo e este e recomendo vivamente. Tenho também estas com risca lateral, muito em voga este ano, que são Vertbaudet (comprei num dia de descontos online). Aqui o ideal é ter alguns pares para ir fazendo rotatividade ao longo da semana e criar alguns looks, mas lembrem-se que são só alguns meses, não é necessário enchermos o roupeiro.

No que diz respeito a partes de cima, a escolha é mais facil, com alguma paciência para procurar tenho encontrado peças largas ou vestidos de malha com espaço para arrumar a barriga por uns tempos na Zara, na Stradivarius e na C&A. Gosto particularmente das camisolas combinadas, pois são faceis de conjugar com calças e a base larga permite que durem algum tempo. Só ainda não tenho um bom casaco de inverno e se há umas semanas achava que não me ia fazer falta e que remediava com um dos meus e um bom cachecol, agora já sinto frio pela manhã e ao fim do dia quando saio do trabalho e já percebi que vai ser mesmo uma necessidade, até porque não convém nada ficar doente. Gosto deste da La Redoute, talvez acabe por ser a minha escolha. 

E agora que já vos dei algumas dicas, deixo abaixo algumas sugestões (algumas moram cá em casa) de peças que podem encontrar a bom preço para esta fase de baby bump:

Beijos,


HO HO HO....

Trago a primeira prenda de Natal no sapatinho...



Já temos família vencedora para a antestreia d´ "A Bela e o Monstro no Gelo” esta quinta-feira 
no Centro Comercial Alegro Alfragide

Quem acabou de ganhar 1 Pack Família 4 (válido para 4 pessoas) foi a seguidora...

- Vanessa Muchagata

PARABÉNS!

(vai ser contactada via e-mail)

Obrigado a todos os que participaram e ao Centro Comercial Alegro Alfragide pelo passatempo!
 
Aos restantes participantes, não fiquem tristes, têm até 7 de janeiro para ir até ao Alegro Alfragide assistir a este musical que promete divertir as famílias ao mesmo tempo que destaca a força da amizade e do amor!

Beijos,




Ontem foi dia de voltar a ver o bebé. 

Só quem está grávida ou já esteve sabe a dimensão que isso tem. 
Contamos os dias e as horas, riscamos o calendário e desesperamos, para voltar a estar deitadas na maca branca a olhar para o ecrã mágico que nos mostra em detalhe a vida REAL a acontecer 
dentro de nós. 

Os olhos sorriem, a boca acompanha e as lágrimas teimam em ir e vir. 
E mais importante do que o SEXO é saber se está tudo bem.
  
O sexo não tem na realidade grande importância quando se planeia um segundo filho, mas a verdade é que eu não aguentaria esperar 9 meses para descobrir o que ai vem, pelo simples facto que gosto de ter tudo planeado. Ainda pensei nisso, pois consigo encontrar magia no manter o segredo, mas depressa a curiosidade me invadiu quando ecografia após ecografia este bebé teimava em brincar às escondidas. Por outro lado, achei que seria difícil não ver o sexo durante as ecografias futuras, afinal de contas já é a segunda gravidez, já não vou às escuras.    

O meu instinto maternal gritava desde o primeiro momento que carregava outro menino.
 As restantes pessoas diziam que tenho barriga de menina.   

Por um lado, tinha curiosidade em menina, pela experiência diferente, pelas roupinhas fofas e porque as meninas se tornam muito amigas das mães na fase adulta, pelo menos sou assim com a minha. Por outro lado, sempre me imaginei no papel mãe de dois meninos e verbalmente nas conversas familiares desejava que assim fosse. Os rapazes mimam as mães e são tão mais práticos. Além de que nunca perdemos o estatuto de princesas da casa. 

As duas hipóteses eram bem-vindas...e...


... a noticia que recebemos ontem deixou-nos muito felizes aos três, principalmente ao Duarte que terá uma grande companhia para a vida e será um bom ajudante, espero eu!


Posto isto... regressem à casa de partida (o título) e encontrem a resposta do sexo na primeira palavra! 


Beijos!


Encerrado o passatempo ontem à noite, aqui está o aguardado resultado.

E o/a feliz vencedor(a) deste cabaz fofinho e simultaneamente solidário foi....





sem mais demoras... a participante:

* Maria Ferreira *

PARABÉNS!

Será contactada em breve via e-mail. 

Obrigado a todos os que participaram e às marcas que contribuíram para a sua realização!

 

Filhos

Quando eles nascem devia ser possível fazer uma garantia 
vitalícia com Deus de que nada de mal lhes pode acontecer 
e que, em caso de acidente ou doença, devíamos ser nós a acarretar todas as dores.
Há coisa mais importante do que vê-los bem?
A maternidade é amor, misturado com uma constante gestão do medo



A semana passada após conhecer a nova cadeira auto da Bebéconfort e ver alguns testes de segurança (e acreditem, não é um cenário nada agradável perceber o impacto de uma colisão no corpo de um criança) dei por mim a fazer o seguinte exercício: porque é que dei mais dinheiro pelo carrinho de passeio do que pela cadeira auto? Por acreditar que não fui a única, decidi lançar a pergunta "pagariam mais por?" nas sondagens do Instragram. Conclusão: 83% referiram que pagariam mais por uma cadeira auto e 17% por um carrinho de passeio. Nada mau, fiquei surpreendida pela positiva e senti-me um bocadinho mal. Não tenho a certeza se será assim tão linear, a verdade é que sei que as mamãs se encantam facilmente pelo design dos carrinhos, sobretudo quando o primeiro filho está a caminho, mas as respostas dadas tem a sua lógica: o carrinho de passeio dura por volta de 2 anos e a cadeira auto 4 anos. Logo o investimento face à durabilidade versus proteção conferida é mais rentável se o aplicarmos numa cadeira auto, não quero dizer com isto que não devemos investir no carrinho dos nossos sonhos se pudermos, mas não deixa de ser interessante fazermos este exercido quando preparamos um enxoval. Não acham? E contra mim falo, pois apesar de ter pesquisado sobre cadeiras auto para fazer uma boa compra, não dei o mesmo valor por ambos.

O cenário acidental é algo que não gostamos nem de pensar, é aquela situação que preferimos sempre afastar e achar que nunca nos vai acontecer, pois em todas as situações na vida aquilo que procuramos para os nossos filhos é sempre acima de tudo protegê-los, até dos maus pensamentos. Mas a verdade é que a segurança rodoviária é um tema quente, daqueles que não têm, infelizmente, solução mágica à vista, por isso, aquilo que de melhor podemos fazer é ter uma condução preventiva, respeitarmos as normas de segurança e estarmos protegidos o máximo que conseguirmos.

Recebi nos últimos dias algumas dúvidas sobre o Airbag integrado na AxissFix Air da Bebéconfort e acho que é mais fácil responder por aqui, visto que a maioria se prende com a questão do próprio Airbag em si.    

"Quando nos dizem que devemos desligar os airbags dos nossos carros quando os bebés andam no banco da frente, deve ser porque o impacto que o aAirbag tem sobre eles é muito intenso, não é perigoso uma cadeirinha com Airbag?"

"Então e esses Airbags estão sempre de fora, ou disparam em caso de impacto?"

"Os sistema de Airbag também causam danos quando atingem as pessoas, não há perigo de axfixia para o bebé?"

Para ajudar a esclarecer estas dúvidas, partilho abaixo de forma simplificada aquilo que fiquei a saber sobre este modelo:



Benefícios da tecnologia Air Safety face às outras cadeiras:

A AxissFix Air , a primeira cadeira-auto do mundo com airbags integrados, reduz significativamente o impacto em caso de colisão, amortecendo a cabeça e pescoço da criança:
•Redução da força exercida na vértebra do pescoço – até 55%
•Valores de desaceleração reduzidos na cabeça – até 25%
•Redução do deslocamento da cabeça para a frente, limitando o risco de impacto no banco da frente.
 
Porque é um airbag na cadeira é seguro? 

Na verdade, o airbag reduz o impacto de uma colisão na medida em que segue a direção em que a cabeça da criança se está a mover. O airbag não pára a cabeça (como o faz um airbag frontal normal de um automóvel) ele simplesmente ampara-a.
Os testes realizados provam que a tecnologia Air Safety contribui para uma redução de até 55% das forças exercidas na vértebra do pescoço e cabeça, no caso de uma colisão.
 
Em caso de haver uma colisão, o que acontece a uma criança que viaja numa cadeira instalada no sentido da marcha?

Quando uma criança  viaja no sentido da marcha, a cabeça é projetada para a frente. Este movimento pode causar sérias lesões no pescoço e cabeça da criança. A posição de costas para a estrada amortece a cabeça e espalha as forças do impacto por uma área maior da cabeça e costas, para além de proteger o pescoço muito vulnerável. Pesquisas recentes confirmam que os bebés viajam mais seguros na posição de costas para a estrada, pelo menos até aos 15 meses. Só então o pescoço da criança é forte o suficiente para resistir melhor à força impulsiva de uma colisão frontal média.

Por isso o novo regulamento i-Size (R129) impõe claramente a utilização de cadeiras-auto na posição de costas para a estrada para crianças até aos 15 meses. Algumas cadeiras-auto permitem o transporte de crianças na posição de costas para a estrada até aos 4 anos.
 
Existe algum risco de asfixia em caso de acidente?

No caso de  colisão, os airbags localizados nas almofadas de proteção do arnês da Axissfis Air inflam em 0.05 segundos. Os airbags esvaziam automaticamente 1 segundo após a colisão, sendo por isso impossível qualquer risco de asfixia.

Em caso de dúvidas, podem ainda visualizar este vídeo:


Este post foi feito em parceria com o grupo Dorel - Bébéconfort - a marca que trabalha dia e noite para aumentar a proteção dos nossos filhos e a quem agradeço a oportunidade de ter conhecido este modelo. 

Beijos,