Neste segundo filho estou a conseguir viver as coisas de outra forma e o facto de já ter passado pela experiência da maternidade anteriormente tem-me ajudado a ter mais calma perante os desafios que vão surgindo. O primeiro após o parto e um dos maiores e mais exigentes da fase new born é sem dúvida a amamentação. Um caminho que escolhi tal como no primeiro filho e onde já somo 4 meses de sucesso.  


No primeiro filho, apesar de ter feito um breve curso de preparação para o parto, não procurei muita informação sobre o tema amamentação pois pensava eu que se amamentar é uma coisa natural, não devia ser assim tão complicado enfiar a criança ao peito e esperar que ela se alimentasse. Devia ser assim tão fácil, mas não é. Exige alguma preparação e resiliência.


Basicamente quando o Duarte nasceu fui atirada aos leões, em poucos dias tinha os mamilos gretados e em sangue. Corriam-me as lágrimas sempre que ele mamava e ficava nervosa sempre que se aproximava a hora dele comer. A pessoa parece que vai cumprir castigo por todas as formigas que pisou em criança ou pelos lápis de cor fanados no infantário só para conseguir encher o estômago-tamanho-de-uma-ervilha do bebé. São uns dias bem tramados ali taco a taco com os baby blues.

 
E a subida do leite em casa? Terrível! Peito sempre em pedra, duches de água quente para aliviar, bomba para tirar o excesso de leite, ameaças de mastite constantes. Quando não estava a cuidar do bebé estava a cuidar do peito e sempre em modo nem-sei-bem-mais-que-lhe-fazer! Mesmo assim o Duarte ainda mamou meses a fio, fruto da minha persistência, mas demorei muito tempo a estabelecer a amamentação e a encontrar conforto.


Felizmente não somos todas iguais e há mulheres a quem até não custa nada, mas tenho para mim que há muitas recém mamãs a penar como eu penei por falta de preparação. E outras tantas a desistir na primeira semana e a passar logo para o suplemento ou LA (se estiverem num grupinho de mamãs do Facebook) porque chega a ser uma prova de fogo. Não as condeno. 


Desta vez fiz tudo diferente. Adotei uma atitude preventiva com recurso a vários produtos disponíveis no mercado para as mamãs que me ajudaram bastante. Não foi tudo fácil, também tive os meus momentos de "vou desistir que isto é uma tortura" mas foi bem mais soft em comparação com a primeira experiência e em menos tempo (muito menos!!) a amamentação ficou estabelecida e sem traumas.




DICAS PARA TER SUCESSO A AMAMENTAR (OU O QUE RESULTOU POR CÁ):


1. 
Amamentar em livre demanda, esqueçam a regra das 3h em 3h, o bebé mama quando quer. E se a maminha da mãe já estiver prestes a estourar é por o bebé a aliviar (que é como quem diz, dar-lhe maminha). 


2. 
Se o bebé mamar e mesmo assim o peito continuar cheio podem usar a bomba extratora de leite para aliviar, mas não aconselho a tirarem muito leite pois pode provocar a produção excessiva. Desta vez nem toquei na bomba na fase de subida, vou usá-la a partir de agora para fazer stock de leite para quando for trabalhar. 

[por outro lado, se tiverem pouco leite, coloquem o bebé a mamar mais vezes e podem estimular com a bomba para aumentar a produção. Cada caso é um caso.] 


3.
Usar logo na maternidade as conchas de leite, mesmo que ainda não sintam dor.  Porquê? Para evitar que os mamilos rocem no tecido do soutien ou camisa de noite e fiquem assados. Os mamilos devem estar ao ar o maior tempo possível e com visitas a entrar e sair esta é a forma mais discreta e prática.
 
 
4. 
Usar também desde a maternidade um creme protetor/cicatrizante de mamilos, o da Lansinoh é o meu preferido, encontram em qualquer farmácia.


5.
Sempre que aplicam o creme, colocar por cima as conchas de leite ou (quando já doem) os discos de hidrogel (estes foram os preferidos), são lifesavers e vão evitar que fiquem em sangue (safei-me graças a eles).
 
[Dica: como são caros, só duram 24h cada e vão precisar de pelo menos duas embalagens, cortem-nos em 4 de forma a taparem só o bico ferido e não todo o mamilo (pois não é necessário) e desta forma estão a multiplicar as utilizações. Outra dica: existe película nas duas faces, rentabilizem e usem as duas faces (assim duram 48h).] 


6.
Se viverem num local isolado ou tiverem um cantinho escondido com entrada de luz natural, coloquem o peito 15 minutos ao sol. Sim estou a falar de topless mesmo, ajuda bastante a cicatrizar.


7.
Se não conseguirem evitar o surgimento de gretas, experimentem amamentar com recurso a bicos de silicone, usei com o Duarte e aliviam bastante a dor.


8.
Quando o bebé mamar e mesmo assim a mama continuar quente e cheia (às vezes parece que temos uma sensação de febre interna), coloquem compressas quente/frio reutilizáveis para aliviar, neste caso frias para acalmar. Se o peito tiver encaroçado utilizem em versão quente e posteriormente massajem com óleo de amêndoas doces para quebrar os caroços. Cheguei a dormir com as compressas em versão terapia fria colocadas no intervalo das mamadas para evitar acordar com elas em pedra. Resulta.


9.
Optem por soutiens sem enchimento, só vão atrapalhar na hora de desviar o tecido para por o bebé a mama e são desconfortáveis. 


10.
Se precisarem de uma bomba extratora de leite, optem por uma eléctrica, as manuais são um 31, quando já estamos a ficar sem pulso é que finalmente começamos a extrair qualquer coisa mais substancial. Em breve falarei da minha aqui no blog. 


11.
Para aumentar a produção de leite (além de pôr o bebé à mama em livre demanda) podem optar por tomar sumplementação, aqui tomei Promil no primeiro mês e beber chás que estimulam a produção, como o chá de Cardo Mariano que encontram à venda no Celeiro (beber 1l por dia) e muita água nos restantes intervalos.


12.
Last but not least...não desistir à primeira. 
[mas se não correr bem também não façam disso o fim do mundo, deram o vosso melhor, ok?]
Os primeiros 15 dias ou mesmo o primeiro mês é o mais complicado até a amamentação estabelecer, a partir daí tudo muda e fica mais fácil. 

 Continuo a amamentar em exclusivo e em livre demanda durante o dia sempre que ele pede, o que dá uma média de mamadas de 2h em 2h e no intervalo da sesta maior 4h. Durante a noite já nem sempre dou pois ele já faz algumas noites completas (embora não tenha isto como um dado adquirido pois o Duarte voltou a mamar de noite com a introdução das papas  existe sempre a famosa regressão do sono que acontece por volta dos 4 meses). A maternidade vive-se um dia de cada vez. 

Espero que vos tenha sido útil e perdoem se foi demasiado longo e descritivo!


Beijos




Planear o restyling do quartinho para receber o segundo filho foi talvez o maior desafio dentro do separador "preparativos da gravidez" que encontrei. Tinha muita coisa para fazer caber num só quartinho (assim que soubemos que era outro menino decidimos logo que iam partilhar o quarto) e estava perdida quanto à disposição da mobília: não conseguia encontrar um fio condutor (e olhem que até gosto de decoração). Além disso, é um quarto de sótão, com áreas baixas, o que elevava ainda mais o desafio. 


Desafio esse que entreguei mais uma vez às mãos da Kátia (madrinha do Duarte) e da Miriam da This Little Room, um atelier de decoração especializado em quartinhos infantis. A versão anterior do quarto do Duarte, que simplesmente adorava com as riscas azuis no tecto (podem ver aqui) também já tinha sido projetada por elas. E é como dizem: em equipa vencedora não se mexe.


Estivemos reunidas para discutir ideias e basicamente deixei a batata quente do lado delas. O resultado maravilhoso está à vista. O único pedido que fiz foi o de aproveitarem a maioria do mobiliário existente pois não queria investir para já em novo, alterar a paleta de cores e encontrar uma alternativa para substituir o papel de parede que escolhemos em conjunto. Mal chegou o 3D fiquei logo in love e com vontade de mudar na hora!!! Adoro mudanças!


Porquê recorrer a um Atelier de Decoração?


Acredito que ainda existe algum desconhecimento sobre este tipo de trabalho misturado com algum receio de se contratar um atelier de decoração e se pagar um balúrdio, por isso, vou tentar explicar como as coisas funcionam e que vantagens encontro pois existem aspectos que acabam por se tornar compensadores (aposto que já todas comprámos aquela peça ou móvel errado que depois não liga com nada certo?).


Em primeiro lugar acho importante explicar (pois também era uma dúvida minha) que este tipo de trabalho pode ser feito de várias formas, pode ir desde um trabalho mais simples de consultoria on-line (em que recebem um mood board com sugestão do tipo decoração com base no espaço) ou até mesmo uma planta com ambientes 3D online (sem deslocação da equipa à vossa casa) a um trabalho mais completo - como o do quarto do Duarte e Xavier - que inclui visita ao espaço para medições e  projeto entregue em planta e ambientes 3D à escala, uma ajuda preciosa para se ter uma ideia real do que cabe no espaço e fiel ao resultado final. 

Para quem não quer ter trabalho nenhum, podem optar por um projeto chave na mão, onde a equipa assegura a montagem integral do quartinho. Podem espreitar os diferentes serviços aqui

É caro recorrer a um Atelier de Decoração?

No fundo a ideia que vos quero transmitir é que um atelier de decoração como o da This Little Room está ao alcance de todas. Somos nós que decidimos até onde a nossa carteira permite ir e é uma grande ajuda quando andamos perdidas sobre como aproveitar o espaço da melhor forma e garantidamente ficamos com um quartinho de sonho! 

Vantagens de se recorrer a um Atelier de Decoração

A grande vantagem de recorrer a este tipo de ajuda é sem dúvida a consultoria, a experiência profissional e a projeção do espaço com harmonia entre o design e a praticidade. O olhar profissional é sempre melhor do que o nosso, conseguem apresentar soluções estudadas ao pormenor e de acordo com o valor que temos disponível para gastar na decoração em si do quarto, como podem ver pelo quarto do Duarte e do Xavier, muitas peças são Ikea.

E agora, deixo-vos o resultado final:




[ ao fundo, na parede, foi criada uma nova área de lazer para os manos ] 




[ Tapete estrela Vertbaudet ]




[ a biblioteca mudou de sitio para perto da janela, zona com mais luz natural e é um segundo local de lazer ]










[ Candeeiro Teepee Pineaple Company ]




Eu, o Xavier, a Kátia e sua a mini Francisca (minha afilhada linda) e o Duarte!

Gostaram?

Se quiserem saber mais alguma informação estou disponível.
Beijos

Quis testar uma receita de Nutella saudável e sem açúcar para os lanches do pequeno e quem acabou por ficar fã fui eu. O sabor e a consistência ficam óptimos e nada atrás da famosa Nutella, que é maravilhosa mas calórica-como-tudo e pouco interessante ao nível nutricional.

A receita está no blog da Health Coach Mafalda Antunes e conto repeti-la esta semana para adoçar a boca sem culpas no cartório, até porque esta recuperação pós-parto ainda vai a meio.

Na despensa vão precisar de ter avelãs, açúcar de coco, óleo de coco, leite vegetal e cacau cru em pó. Eis o que usei:







Fica de-li-ci-o-sa!



- Aaah tiveram mais um bebé?
- Sim!
- E o que é?
- É menino!
- Ah outro menino. Paciência. O que importa é que tenha muita saudinha!

Espera... Pa... Quê?


Ai sabem lá, eu juro que já o tentei dar, trocar, fazer uma permuta, vende-lo no ebay, regateá-lo no olx, sorteá-lo num giveaway para aumentar seguidores já que o Facebook anda a arrasar o alcance do blog à caça de publicidade, sei-lá-eu, tudo em troca de uma miúda, mas ninguém me fica com ele e agora tenho que o criar. Ainda por cima a trabalheira que foi carregá-lo 9 meses na barriga para depois me sair com uma pila. Uma injustiça! Tenho aqui um problema em mãos para a vida, bem sei. Todos os dias me ajoelho no milho por não ter sido capaz de fazer um casalinho e agora ter que criar dois machos.


NÃO. Não foi isto que respondi domingo ao "casal de conhecidos" com que nos cruzámos na rua mas podia muito bem ter sido de tantas as vezes que já ouvi estes disparates. Uma mãe chega a uma altura em que já enjoa e começa a apetecer dar umas respostas criativas só para testar reações. Calhando isto começava a mudar umas mentalidades. É que as pessoas até são capazes de reforçar estas maravilhosas expressões com aquele encolher de ombros que traduzido é igual a "coitados lá tentaram e saiu outro rapaz".


Juro que já tentei perder tempo a tentar perceber de onde vêm estas ideias pré-concebidas de que:

UM - as pessoas só vão ao segundo para ter um filho do sexo oposto! - ERRADO

DOIS - as pessoas ficam muito aborrecidas se acontecer ter dois filhos do mesmo sexo! - ERRADO

TRÊS - uma família que já tenha um casal não precisa ir ao terceiro porque já está "despachada" - ERRADO

QUATRO - quem tem dois meninos "ainda falta tentar a menina" - ERRADO

CINCO - quem tem duas meninas precisa do menino - ERRADO
SEIS - quem tem uma carrada de crias do mesmo sexo e porque está a tentar até à exaustão para ter o menino ou a menina - ERRADO


Para que isto fique bem claro, expressões como "paciência", "saudinha é que é preciso", "agora falta tentar a menina", "o casalinho é que era", "ainda vão à menina" são totalmente desnecessárias. A evitar por completo. Trocado por miúdos é como eu se fosse a pessoa mais azarada do mundo por ter sido mãe de dois meninos. Olha que esta.. só por isso um dia ainda mando vir mais um menino (ali perto dos 40 para ser o meu bebé até à velhice)!


É que ser mãe é só a melhor coisa do mundo, seja de um menino ou dois ou três e e vice versa para o feminino. O sexo das crianças é só o pormenor MENOS importante de tudo o que envolve a maternidade, mesmo que a pessoa tenha sonhado uma vida inteira ter uma menina (não foi o meu caso) e depois saia um menino. A partir do momento em que os temos na barriga o único desejo é que tudo corra bem.


Por isso, vamos lá arranjar umas expressões mais simpáticas, pode ser?



Comer bem fora de casa é sempre uma dificuldade, sobretudo quando em período de pós parto não queremos pisar a bola para ajudar o corpo a ir ao lugar, mas ao mesmo tempo sabe-nos pela vida uma refeição fora de casa para desanuviar. Não ando a seguir nenhuma dieta em particular, sou um bocado avessa ao rigor das dietas, mas tento sempre fazer boas escolhas para compensar os dias em que apetece sair da rotina do bom comportamento (normalmente acontece ao fim de semana). 

A semana passada tive um almoço de amigas na Despensa N.6, em Lisboa, que na verdade já conhecia e por isso a ideia pareceu-me perfeita. O Xavier até ajudou e dormiu um soninho bom por lá. Foi tudo o que estava a precisar, comida saudável acompanhada de boa conversa num sitio giro. Às vezes é preciso mesmo tão pouco para renovar o ar. A ideia de que estar em casa com os bebés é uma vida tranquila é completamente errada, existem dias claustrofóbicos em que temos que abrir a gaiola e sair.
  
A Despensa N.6  é conhecida por ser a primeira “healty pastry” de LX, onde todos os produtos são gluten & sugar free. Nesta pastelaria saudável, onde também há brunch, não entram ingredientes artificiais, não se recorre a trigo, milho, açúcares e óleos refinados. Uma excelente opção para celíacos, diabéticos, intolerantes alimentares, e amantes da comida em geral como eu!!!


UM DELICIOSO MENU DE VERÃO:
Optei pelo sumo de fruta do dia (banana e kiwi) e provei umas das novidades de verão - o wrap! Escolhi o de húmus (também há de atum ou frango). A massa tem qualquer coisa de diferente, é mais tenra que a habitual dos wraps, assemelhasse à dos crepes e fiquei surpreendida pela mistura positiva dos sabores. Uma refeição saudável, saciante e muito boa. 


Para a sobremesa deixei-me ir pela sugestão da casa que foi a maior surpresa: o gelado Paleo! Uma bowl de gelado de frutas com canela, topping de banana às rodelas, nozes e granola homemade. Uma combinação tão saborosa que voltava já hoje para repetir. 



Fica a dica para quando quiserem quebrar a rotina sem culpas. 

Se tiverem curiosidade, podem espreitar aqui mais informação.

Beijos



O Monte Gois já andava debaixo de olho mas nunca se tinha proporcionado. Curiosamente este ano estava completamente fora dos planos e aconteceu. Vimos uma promoção que coincidia com a nossa semana de férias e fizemos a reserva na véspera. Já estávamos de malas prontas para ir até Mértola e aproveitámos o mote para fazer um desvio inicial em Almodôvar.  
 
O Monte em si é espetacular. O típico monte alentejano de casas caiadas com barra azul, uma mistura de terracota e cheiro a estevas. Tudo muito bem cuidado, limpo e arranjado, desde os jardins às infraestruturas. Respira-se tranquilidade. 






Os quartos são bons para uma escapadinha a dois, as camas são muito confortáveis, mas tornam-se pequenos para ir com crianças. Se for um short break como o nosso faz-se bem, mas se pensarem numa estadia prolongada com filhos optem pelos apartamentos ou pelo bungallow (fiquei cheia de vontade de regressar para uns dias no bungallow) para se instalarem de forma mais confortável e conseguirem fazer refeições no monte, pois ir e vir a Almodôvar não é assim tão à "mão".

A localização não é das mais fáceis, li em alguns blogs que ficava em nenhures e pude comprovar o que queriam dizer com aquilo. Ainda assim, acho que é precisamente essa localização isolada que torna tão especial e tranquila a estadia no Monte Gois longe de todos os ruídos urbanos. É a verdadeira experiência de desconexão e do dia a dia no campo. 

As infraestruturas exteriores são perfeitas para aproveitar o verão alentejano e apesar de ser um monte super tranquilo, não tem monotonia. Existem duas piscinas, uma aquecida todo o ano a 27 graus (onde o Duarte passou os dias em banho maria) e outra infinita virada para a serra (é linda). Ambas são dotadas de sombras, o que é perfeito para quem viaja com filhos (e bebés pequenos). A piscina 1 tem um telheiro com camas que se tornou o meu BFF para estar com o Xavier sem perder nada do Duarte. Existe um spa que não consegui ter tempo para ir espreitar porque o pequeno Xavier ainda requer muita atenção. 








O hotel é pet friendly e tem alguns habitantes de quatro patas que fazem as delicias dos mais pequenos. O staff é composto por poucos elementos, mas são muito simpáticos e prestáveis. Optámos por fazer as refeições fora do monte em Almodôvar para explorar melhor a região (existem muitos restaurantes com boa relação qualidade/preço), mas existe opção de jantar no hotel a partir de 10€ por pessoa.   




O pequeno almoço é servido numa sala grande com decoração acolhedora, tem um cantinho de leitura com alguns jogos de tabuleiro e uma esplanada virada para a serra. É composto por produtos regionais de qualidade, com alguma variedade de queijos, presunto, ovos, pão alentejano, fruta da época, sumos naturais, iogurtes e panquecas.   





O ambiente no hotel é verdadeiramente acolhedor e familiar. Cruzamos-nos com vários casais com crianças pequenas e o Duarte ainda fez amizades e esta escapadinha acabou por se revelar uma surpresa pois sai de lá a gostar ainda mais do espaço e com vontade de regressar. Gosto de sítios onde posso estar à vontade e conheço poucos tão tranquilos quanto este. 

O melhor:

As piscinas
A paisagem
O ambiente acolhedor 
As sombras (perfeitas para estar com crianças)
A decoração
Ser pet friendly

A melhorar:

Os quartos não têm varanda e faz falta uma opção para secar as toalhas e fatos de banho ao fim do dia.
Wi-fi (estivemos sempre sem internet), mas percebo que seja difícil ter boa cobertura numa zona assim isolada.
No pequeno almoço faz falta um pão com cereais e uma bebida vegetal.

Boas férias!