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#DIY: QUERIDO, MUDEI O JARDIM!

03 agosto 2017





É certo e sabido que sou uma pessoa irrequieta com o lar e que gosta de reinventar os ambientes quer por dentro quer por fora. É o tal constante aperfeiçoamento que falei no último post e também a minha terapia anti-stress. Quem não gosta de melhorar a sua zona de conforto? Eu pelo menos sou assim, ando constantemente a namorar ideias. A última delas demorou 15 dias a implementar e 1 manhã a executar – transformar o canteiro que ocupa a zona da frente do janelão da nossa sala num jardim de cactus e suculentas – ou não fosse essa a minha longa paixão no que toca a flores.

A IDEIA:

Tudo começou com este livro prático e amoroso que quis para explorar mais sobre as minhas verdinhas, até porque a brincar, a brincar, já sou dona orgulhosa de uma bela prole cuja saúde tenho que manter. A seguir, quase sem querer, descobri um grupo privado no Facebook de troca e venda de cactus e suculentas, com preços justos e reais e não inflacionados por estarem na moda (se há achado que deve ser partilhado, é este). A partir daí comecei a construir a ideia de renovar por completo o nosso pequeno jardim exterior que só tinha uma mistura trapalhona de flores de várias espécies e hortelã.



A PREPARAÇÃO:

Limpei o espaço, realojei as flores (que é como quem diz dei-as à vizinha) e a hortelã habita temporariamente em metades de garrafões até ter coragem de fazer a nossa mini horta vertical noutra zona exterior. Pintei o canteiro de branco com cal, ainda estava com aquele tom esverdeado do inverno, adquiri mais alguns cactus e suculentas no tal grupo online e no Lidl (que tem tido semanalmente carregamentos delas) para compor o espaço. Depois, bastou uma ida ao Aki (passando a publicidade), para me abastecer de terra, substrato, pedras (gravilha normal, que estava em promoção a 1.99€/saca) e casca de pinheiro (70L/6.90€), as duas últimas para efeitos de decoração (e também, para quem não sabe, para evitar que a terra ensope, as pedras e a casca de pinheiro criam uma barreira de proteção).


(sacos e caixas de papelão são com o Renato, enfia-se dentro de tudo)

A EXECUÇÃO:


Só me lembrei de tirar fotos no fim. Não deu muito trabalho, mas precisei de auxiliares: um kit (o meu primeiro) de jardinagem. Até aqui sempre tive cactus, aloé veras e suculentas dentro de casa e manuseá-las era fácil, chegavam em vasos e assim ficavam, às vezes usava luvas de cozinha para lhes mexer (admito). Mas para a esta mudança para o mundo exterior o trabalho era mais exigente e precisei daqueles acessórios básicos e  imprescindíveis de todo o jardineiro: umas boas luvas para contornar os picos na transplantação, um sacho de mão (não precisava mais do que isso para o espaço que tenho), uma tesoura para cortar as ervas indesejadas que deram trabalho a tirar do canteiro e um pulverizador, que para já, usei para limpar o exesso de terra que ficou acumulado nas folhas após a transposição. Por isso, optei por este que me pareceu feito à medida para mim, até porque daqui para a frente estas meninas e meninos vão exigir mais manutenção do que as que tenho no interior.



Ah! Já quase me esquecia, comprei lanternas solares, umas no Aki e outras na DeBorla, a preço low cost (0.99€). Faz um efeito giro à noite e o nosso exterior parece muito mais organizado agora!

Quando ao Duarte e os cactos, porque acontece muitas vezes perguntarem como faço, nunca senti que fosse um problema cá em casa. Ele está habituado desde cedo, sabe que picam, conhece a textura pois já o deixei mexer algumas vezes e como está familiarizado nunca foi de invadir o espaço deles, nem nunca se aleijou. Respeita o espaço deles como respeita o aparador das loiças, a TV ou os outros objetos mais delicados da casa. Nunca fui de retirar coisas como "medo" dele, acho que o ideal é as crianças crescerem da forma mais real possível e não em ambientes super controlados.  

Gostaram do meu mini jardim? Se quiserem saber mais sobre algum produto em especifico, enviem mensagem privada ou e-mail para o blog.

Beijos,

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