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SE PUDESSE MUDAR (RADICALMENTE) DE VIDA...

12 julho 2017



Muito provavelmente era bióloga ou veterinária e trabalhava no Zoo, ou, melhor ainda, no Kruger, em plena natureza.  Ui, às vezes dá-me para sonhar tão alto. Maldita matemática que me fez fugir para as letras (ou não). No fundo, acho que todos temos aquele plano B, aquela outra área que sabemos que nos ia preencher, mas que simplesmente optamos por não seguir. A minha era essa. Já perceberam porque é que nesta casa habitam 5 cães e 2 gatos, não já??! 

Sempre que vou ao Zoo (e isto acontece-me desde miúda) imagino o lado de lá, o de quem trata todos os dias aqueles animais. Considero um privilégio o contacto próximo que podem estabelecer com todas aquelas espécies, algo que não está ao alcance do ser humano comum, e só por isso, tenho inveja dessas pessoas. 

Foi isso que voltou a acontecer este domingo, fomos ao Jardim Zoológico de Lisboa a convite da Clementoni, uma marca de brinquedos didáticos que por acaso conhecemos bem porque o Duarte - o matemático - adora o loto e os jogos de cálculo  - e lá andei eu a suspirar por poder estrafegar um Koala, um Canguro ou um Tigre. O Duarte, filho de peixe que é, também vibra com o Zoo e tem a sorte de ter contacto com animais desde bebé, algo de que fui privada porque os meus pais nunca foram fãs da ideia de ter um cão – só tive a primeira cadela, a inesquecível Noa,  aos 18 anos! No fundo, agora ter 5 cães é só um ajuste dos retroativos da infância.

Por isso, para nós, ir ao Zoo é sempre um programa vencedor para fazer em família, embora não seja um programa acessível para se fazer tantas vezes quanto se gostaria, mas que vale muito a pena fazer pelo menos uma vez por ano. Desde o espetáculo da Baia dos Golfinhos, ao reptilário (tirando as tarântulas) a todos os mamíferos é uma experiência mágica que nos faz esquecer por horas tudo o que existe para lá daqueles muros. 

Desta vez fomos por uma boa causa, a Clementoni apradinhou um Chimpanzé, o Clemmy, e em jeito de celebração desta boa nova esteve a promover uma ação muito divertida para os mais novos. Entre as 11h e as 17h todos os mini visitantes do Zoo podiam brincar na tenda da marca e caso concluíssem com sucesso o desafio de completar um puzzle, levariam consigo um brinquedo da marca. O Duarte tentou a sorte e calhou-lhe (em sorteio) a Doçaria Criativa, um jogo para fazermos muffins, gelados e bolachas em conjunto – muito giro! Pelo meio ainda teve tempo para se apaixonar pela novidade da marca - Evolution, o Robot  - e fazer a típica birra de quem não queria vir de lá embora sem um exemplar – mesmo explicando-lhe que ainda não é para a idade dele – pufff, podem ver-me na foto a fazer aquela psicologia infantil barata que entra a 100 e sai a 200 porque eles com 4 anos já querem ser os crescidos lá do bairro. 

Conhecem a Clementoni? Se ainda não conhecem a Clementoni, o que eu duvido um bocadinho porque está presente na maioria dos supermercados, convido-vos a explorar o site e descobrir a variedade de brinquedos que propõem desde os 0 meses até aos 12 anos ou mais. Além disso os preços são muito acessíveis pelo que é sempre uma boa opção quer para consumo próprio quer para procurar presentes, dá para fazer pesquisa de sugestões por idade, uma coisa que adoro pois sempre que nos convidam para festas de anos de meninas sinto-me perdida. 

Termino com a máxima do fundador da empresa, que dá que pensar: 

“Brincar é um jogo sério.
Nunca devemos parar de jogar,
especialmente quando ficamos mais velhos.”

Às vezes levamos a vida demasiado a sério, não é?
E às vezes, a brincar também se aprende tanto!

E já agora, fiquem atentas porque em breve vai sair um passatempo em parceria com a marca! 

 Beijos,

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